Respostas interessantes marcadas com a tag

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Uma arvore geradora em um grafo você já conhece, mesmo sem saber :P Pense nesse grafo aqui (que ficou feio, mas para algo automatizado até que ta ok :P ) Uma arvore geradora e simplesmente um conjunto de arestas do grafo que gera uma arvore :P Uma arvore e um grafo conexo acíclico. Mas é mais fácil imaginar que o mesmo grafo com pelo menos uma aresta ...


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Pelo texto do problema, estou supondo que a origem é este site: http://br.spoj.com/problems/ANTS10/ Conforme os comentários: do @gabriel: trata-se de um problema que envolve a teoria dos grafos e do @eric-silva: Me parece o problema do cacheiro viajante, um problema de otimização np-dificil (ou TSP - Travelling Salesman Problem em inglês). ...


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Diferente dos bancos de dados relacionais o Banco de dados orientado a grafos possui outras formas de persistência de dados o NoSQL. A ideia é criar um modelo menos genérico que o modelo relacional, proporcionando uma modelagem mais simples, buscando obter maior performance, tanto por sua implementação livre de operações custosas como JOINs, quanto pelo uso ...


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O algoritmo original proposto por Dijkstra serve para achar o menor caminho de um nó inicial até um nó final. Porém o algoritmo de Dijkstra mais utilizado é uma variante que acha o menor caminho de um nó inicial a todos os outros nós do grafo. Em geral este algoritmo será utilizado em problemas de menor caminho (Shortest Path). A figura a seguir mostra o ...


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Breadth first e depth first são duas estratégias de busca semelhantes, porém distintas. Normalmente você encontra o termo completo: BFS ou DFS, onde o S da sigla significa search. Seus significados são: breadth first search: busca pela largura primeiramente depth first search: busca pela profundidade primeiramente Sim, existem outras alternativas de ...


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Algumas diferenças entre os algoritmos: O algoritmo de Prim inicializa com um nó, enquanto o algoritmo de Kruskal inicia com uma aresta ordenada. No algoritmo de Prim, o grafo deve ser conectado, enquanto o Kruskal pode funcionar em grafos desconectados também. A complexidade do algoritmo de Prim em implementações mais comuns para um grafo são por listas de ...


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O problema ocorre no trecho abaixo: lista_inicial = [[1, 2], [0, 2], [0, 1]] lista_aux = [] lista_aux = lista_inicial # Aqui! Ao fazer lista_aux = lista_inicial você está indicando que lista_aux aponta para lista_inicial, não é criado uma cópia, você está apenas adicionando outro nome que aponta para a lista original em memória. Portanto, quaisquer ...


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O que é a Matriz de Adjacência? A grosso modo, é uma matriz de booleanos acessado de maneira direta. Dado um grafo com n vértices, a matriz de adjacências é uma matriz booleana de n*n casas. Se há alguma aresta ligando os vértices i,j (nessa ordem), então matriz_adjacencias[i, j] == True; caso contrário, seu valor é falso. Ela se encaixa em uma das ...


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Como a dúvida se trata de grafos não direcionados, estou usando isso como premissa em toda a minha resposta. Tudo que eu escrever vale para grafos não direcionados, exceto se você encontrar alguma referência externa que demonstre o contrário. Não tomarei o cuidado aqui para explicitar aquilo que vale para grafos direcionados. Vamos começar definindo o que é ...


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O problema está na local onde se encontra a instrução pilha.pop(). Este output deveria dar-te uma indicação de onde se encontra o problema: [A] [A, B, C] [A, B, C, F] [A, B, C, F, E] [A, B, C, F, E] [A, B, C, F] [A, B, C] [A, B] [A] Se reparares o D é um nó adjacente ao A mas não está na pilha. Vou mostrar porquê. Assume que o A é o nó origem. No início ...


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Para realizar a plotagem dos grafos no Android, você pode usar essas bibliotecas: MPAndroidChart - Poderosa biblioteca para visualização de grafos e gráficos AChartEngine - Biblioteca gráfica para aplicações Android HoloGraphLibrary - Biblioteca para plotagem de gráficos / grafos EazeGraph - Biblioteca para plotagem de gráficos / grafos AndroidCharts - ...


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Complementando a excelente resposta do @Gomiero, você realmente pode utilizar uma simples árvore para representar as conexões entre os formigueiros, tendo o formigueiro de número 0 como o nó raiz da árvore. Para cada nó (formigueiro) da árvore você vai querer salvar quatro informações: o código do nó; a altura do nó, isto é, quantos nós abaixo do nó raiz ...


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Nenhum :P Claro que há. A questão é que é possível usar o banco de dados relacional para fazer grafos já que estes estão em um nível acima do relacional e cada vez mais os principais softwares de banco de dados vão disponibilizando facilidades para lidar com nós e arestas, mas são só facilidades, elas não são necessárias. Estes bancos de dados fazem ...


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Vou dever as imagens, mas vou responder o melhor possível textualmente Você está trabalhando com um problema de otimização. No caso específico, você quer minimizar a quantidade de operadores. Obviamente um operador só pode cuidar de uma máquina por vez neste problema. Um problema clássico de otimização para o menor possível é o de coloração de grafos. No ...


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Para determinar se o grafo é conexo, a melhor abordagem provavelmente é a busca em largura ou em profundidade. (Referência) Para contar o grau de cada vértice, você pode usar lista de adjacências ou matriz de adjacências. Ambas as abordagens consomem memória no pior caso. Para determinar se dois vértices são vizinhos, você tem que percorrer a lista de ...


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A primeira coisa que você deve perceber no problema é que o custo entre as diversas linhas de ônibus é sempre 1, então você não precisa nem mesmo utilizar o algoritmo de Dijkstra ou qualquer outro algoritmo de caminho mais curto genérico. Uma simples Busca em Largura é o suficiente e mais rápida. O segundo ponto importante é como construir seu grafo. Pelo ...


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O procedimento deveria ser mais ou menos assim: Insere o primeiro nó na pilha e marca como visitado. Enquanto houver nós na pilha, desempilha o nó e empilha todos os seus vizinhos que não tiverem sido visitados, marcando-os como visitados. Note que há uma restrição aí: Apenas nós visitados podem entrar na pilha. Isso significa que o else if no final é uma ...


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Está difícil entender o que está sendo perguntado, pois tanto sua pergunta quanto algumas fontes que consultei usam nomes diferentes para o mesmo conceito, e vice-versa. Vou definir alguns termos, uns em português e outros em inglês mesmo, de acordo com o que pude entender: strongly connected component ("componentes fortemente conectados"): conjuntos de ...


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Acho que o seu principal problema está aqui: G = (grafo **) malloc(sizeof(V*sizeof(grafo))); Você errou os parênteses! E como resultado vai alocar uma quantidade de memória bem menor que a que deveria, o que vai causar falha de segmentação quando você acessar o ponteiro alguma posição além da que foi alocada. O que você queria é isso daqui: G = (grafo **)...


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O @BrunoRB está correto, você vai precisar em algum momento criar uma função de mapeamento Modelo Relacional <--> Grafo dos seus dados. Este tutorial da Neo4j pode ajudá-la. Simplificando o link acima, você vai transformar cada registro de cada tabela do seu banco em um nó no grafo do Neo4j. Dada a seguinte tabela: ...


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Você deve ser capaz de limpar tudo por: Parar o seu banco de dados Neo4j Excluindo dodos os dados correspondentes / graph.db / * (procure dentro da pasta graph.db) Reativar o banco de dados


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O código abaixo resolve o teu problema. Inclusive, ele seleciona aleatoriamente um dos vértices do g.v1 para fazer a ligação com o grafo g.merchant. library(igraph) g.v1 <- graph.full(6, directed= TRUE) E(g.v1)$weight <- 1 plot(g.v1) g.merchant <- graph.empty(1, directed=TRUE) E(g.merchant)$weight <- 1 plot(g.merchant) g.novo <- g.v1 + g....


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Basta usar o método find do std::map. Isso vai retornar um iterador, se o iterador não for igual ao end() do seu map, então quer dizer que o valor da key existe. Exemplo: #include <iostream> #include <string> #include <map> using namespace std; void existe(const string& nome, const map<string, int>& pessoas) { auto res = ...


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Exemplo funcional em inglês Knuth-Pratt-Morris Boyer-Moore Em uma explicação grosseira A abordagem de Boyer-Moore é tentar combinar o último caractere do padrão em vez do primeiro com a suposição de que, se não houver correspondência no final, não é necessário tentar combinar no início. Isso permite "grandes saltos", portanto o BM funciona melhor quando o ...


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Conforme percebido pelos usuários no MathExchange, meu problema se trata na detecção de um grafo de intervalo. Particularmente não consegui entender os algoritmos disponíveis na internet sobre o assunto. Então? Inventei minha prova. Um grafo de intervalo é um grafo em que todo ponto pode ser representado como um segmento/intervalo contíguo na reta real e, ...


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Conforme eu tinha comentado, eu fiz um esquema de montagem de grafos em Java baseado em mapas, desde que cada nó tivesse uma chave que o identificasse. O seu caso é ligeiramente diferente, pois cada nó aqui tem várias chaves que o identificam. Você também pode ver como um grafo bipartido a sua questão em específico. Vou focar no grafo bipartido. A ...


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Veja se esta solução lhe agrada: class Ambiente: def __init__(self, titulo, descricao, id): self.titulo = titulo self.descricao = descricao self.id = id A = Ambiente('Sala de maquinas', "A sala contém várias maquinas industriais e bla bla bla", 'A' ) B = Ambiente('Salão de Festas', "Só fica quem sabe dançar, ...


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Atenção a este tipo de typedefs: typedef struct digraph* Digraph; Deve evitar este tipo de typedefs com ponteiros pois eles acabam a mascarar os tipos e dar lhe a ideia errada, consequentemente levando-o a cometer erros que normalmente não cometeria. Repare que na função de criação do graph_alloc: Digraph graph_alloc(int vertex) { Digraph G; // <-...


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