Respostas interessantes marcadas com a tag

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TL; DR Ponteiro é um mecanismo com baixo nível de abstração que contém um endereço de memória para um objeto qualquer. Este endereço é o foco dele e este valor pode ser manipulado livremente pela aplicação como um dado qualquer. Muitas linguagens escondem totalmente sua existência. Referência é um conceito mais abstrato e nem sempre visível na linguagem. ...


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Sim, isso é possivel. No entanto entenda que isso não é uma alteração tão simples quanto parece. Bibliotecas de 32-bits esperam que você passe argumentos pelos registros em determinado formato, e que ponteiros sejam 4 bytes. As 64-bits usam outro formado incompatível e os ponteiros de 8 bytes. Se você vai usar ponteiros de 4 bytes e todo o resto dos ...


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O retorno void significa ausência de retorno. Já um tipo void * significa um ponteiro genérico, um ponteiro de um tipo desconhecido ou não especificado, um ponteiro para qualquer coisa, um endereço de memória qualquer. Eles aparecem bastante na linguagem C, embora nem sempre o programador os perceba. Por exemplo, a função malloc retorna um ponteiro do tipo ...


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Em C e C++, além de ponteiros normais é possível criar ponteiros para funções. Assim como um ponteiro normal aponta para uma região de memória de onde você pode ler ou escrever um valor, um ponteiro para função aponta para uma função, que pode ser chamada como uma função normal. //func é uma funão normal void func(int x) { ... } //func_ptr é um ponteiro ...


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Tanto ponteiro como referência tratam de algo que vou chamar de "fenômeno de apontamento". Assim como no eletromagnetismo temos um único fundamento, e duas formas de observar o efeito desse fundamento. Vou falar sobre o ponto de vista do C# sobre isso. Ainda assim acredito que esse ponto de vista, transite entre linguagens sem muitos atritos. Ponteiro No ...


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Nesse contexto é o operador "endereço de". Então o resultado dele sempre será o endereço de memória do objeto em questão (em geral o local onde uma variável está alocada na memória). Ou seja, ele cria um ponteiro. Esta é a forma típica do C para passar um argumento para uma função. Em C essa passagem sempre tem que ser explícita, já que todas passagens se ...


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Primeiro entenda que muitas vezes fazemos simplificações para dar entendimento para quem ainda não domina o assunto. Conforme a pessoa que é muito leiga vai evoluindo ela pode se atentar aos detalhes. Não vou passar todos aqui mas vou um pouco além da simplificação normalmente feita em respostas dadas para quem está aprendendo e ainda não consegue conversar ...


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A diferença é justamente se vai usar o objeto como valor ou como referência. Isto é importante porque determina o local onde dados do objeto serão alocados. A segunda forma costuma colocar no stack. Embora poderia colocar no heap também se o objeto estiver sendo alocado em um tipo que está no heap (se a declaração for colocada diretamente em um container). ...


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Essencialmente serve para criar indireção. O que pode ser muito importante para resolver vários problemas da computação, conforme a resposta linkada. Então em vez de acessar um valor diretamente, você passa ter um endereço onde tem esse valor. O valor pode ser muito coisa, pode até mesmo não ser identificado o que é de antemão, o que gera flexibilidade, e ...


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Referenciando o standard do C: 6.5.2.1 Array subscripting Constraints One of the expressions shall have type "pointer to complete object type", the other expression shall have integer type, and the result has type "type". Semantics A postfix expression followed by an expression in square brackets [] is a subscripted designation of an ...


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O asterisco é o operador de dereferência, ou seja, ele pega o valor que está naquele endereço. Ele só pode ser usado em ponteiros para dar resultados corretos. *p é para pegar o valor do endereço de p, portando neste caso o p é o endereço de i que você já sabe, então ele pega o valor 5 e em seguida soma 2 dando 7. Em seguida ele faz algo desnecessário, ...


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Uma maneira de se ver ponteiros é fazendo uma analogia com nomes e endereços. Digamos que Alice mora no número 42 da rua X, Bob mora no número 43 e Charlie no 44. Se você só conhece a Alice, mas não sabe nem se interessa por onde ela mora, você pode interagir com ela e somente ela. int array[3] = {10, 20, 30}; int x = array[0]; // Você conhece o valor 10, ...


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O void * estritamente significa um ponteiro para nada. Mas ele é melhor interpretado como ponteiro para qualquer coisa. Ou seja, esta é uma forma de generalizar um tipo, de deixar de especificar o tipo. Quando o usa significa que você pode trabalhar com qualquer tipo de dado ali. Ele simplesmente aponta para um endereço de memória e é problema do ...


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Isto ocorre por causa da precedência de operadores. O += tem baixa precedência, então o operador de apontamento ocorre primeiro, depois ele faz incremento no valor apontado. O ++ tem maior precedência, então primeiro ele incrementa o valor da variável val que é um ponteiro, depois ele aplica o operador de apontamento e pega o valor apontado por este ...


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As três formas de acessar uma struct em uma array são equivalentes. a[b] é igual a (*(a+b)) (mais detalhes) (*a).c é igual a a->c Portanto: (*(a+b)).c é (a+b)->c (*(a+b)).c é a[b].c


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a resposta do @Maniero tem um viés mais explicativo das operações, essa minha tem um viés de como as operações são feitas, sem maiores detalhamentos p ==> 6487628: esse é o endereço de i na memória *p+2 ==> 7: a soma de i com 2; como p aponta para i, *p pega o valor dentro de i **&p ==> 5: o valor apontado pelo valor apontado pelo endereço de ...


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De fato, como o @Dante disse, o tutorial do Feofiloff e muito bom, mas vou tentar a minha propria explicacao. Suponha que voce tenha uma memoria com 5 posicoes. Cada posicao tem um endereco, indo de 0 a 4: Endereco 0 1 2 3 4 +------------+-----------+------------+-----------+-----------+ ...


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Ambos são equivalentes, não há uma vantagem em utilizar um ou outro, normalmente o copilador tem algo que se chama "syntactic sugar", que na verdade é uma facilitação para escrever o codigo, isso é muito visível no java onde você pode trocar um + por uma chama a new StringBuilder(). Se existir alguma Vantagem, seria na organização/legibilidade do código ! ...


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p aparece como o valor 6487628. Esse é o valor de fato armazenado em p, que é o endereço de i. *p+2, devido à precedência dos operadores, deve ser interpretado como (*p)+2. *p retorna o valor armazenado no endereço de memória apontado por p, que é 5. Somando, temos o resultado 7. **&p é o mesmo que *p porque * e & se cancelam. Um é a operação de ...


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Segue seu código comentado: #include <stdio.h> int main() { int i = 5; /* Atribui 5 ao inteiro 'i' */ int *p; /* Declara um ponteiro 'p' para inteiro */ p = &i; /* Atribui ao ponteiro 'p' o endereco de 'i' */ printf("%u\n", p ); /* Endereco armazenado no ponteiro 'p' */ printf("%d\n", *p + 2 ); /* ...


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O auto_ptr foi marcado como obsoleto no C++11 e removido no C++17. unique_ptr e shared_ptr são complementares. O unique_ptr só permite que um ponteiro por vez aponte para o recurso administrado (i.e., você não pode copiar o ponteiro): unique_ptr<T> myPtr(new MinhaClasse); // Ok unique_ptr<T> myOtherPtr = myPtr; // Erro: Não pode copiar um ...


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byte não tem muito segredo é um tipo de dado que tem 1 byte e os valores possíveis dele vão de 0 à 255, é como se fosse um int, só que tem uma capacidade de representação menor de números diferentes. O * aí não é multiplicação, isso é o que se chama de ponteiro, portanto quando você usa um byte * em uma variável está dizendo que o tipo desta variável é um ...


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Os dois tem usos bem diferentes. O void* serve primariamente para poder se passar um ponteiro, para qualquer tipo, em uma função, ou para guardar um ponteiro para qualquer coisa. Uma vez atribuído um valor, este pode ser substituído por outro de qualquer tipo. Possui um grave problema: você perde a informação sobre o tipo original. Na hora de se ler o que ...


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A diferença real é que o primeiro é uma referência ao membro, você está simplesmente dizendo que deve pegar o dado do membro e o segundo é uma desreferência do ponteiro contido no membro, está dizendo que deve pegar o valor apontado pelo ponteiro no membro. É apenas açúcar sintático e a vantagem é escrever e ler mais facilmente. Fica mais óbvio ver -> e ...


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Boa parte das perguntas aqui já foram respondidas em outras perguntas. Ponteiros são indireções. Eles podem ser chamados de apontadores. Como eles apontam para algo, eles são sempre um endereço de alguma coisa. Embora possa ser usado em outros contextos, em programação de forma geral, estes endereços são de memória e apontam para objetos que estão nesta ...


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Você não consegue acessar um endereço aleatório assim, na maioria das situações. Hoje há proteção para acesso à memória. Em alguns casos você conseguirá acessar fazendo: #include <cstdint> uintptr_t p = 0x0001FFFF; int value = *reinterpret_cast<int *>(p); Nada garante que o acesso funcionará como você espera. O resultado pode ser diferente ...


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Um array está associado com um espaço de memória capaz de suportar N elementos do tipo base do array. Um ponteiro está associado com um espaço de memória capaz de apontar para outro espaço de memória. A grande diferença entre ponteiro e array pode ser vista no resultado de sizeof int value = 0; int *ptr = &value; int array[42] = {0}; printf("sizeof ...


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Ponteiros void* precedem C++ e templates como um mecanismo para lidar com tipos "genéricos" em C. Para ser mais específico void representa a ausência de tipo, que pode ser entendida como a presença de qualquer tipo. Como você já descobriu, é possível atribuir um int, char ou qualquer outro tipo a um void*. Com void* funções que não precisam saber os ...


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Qual a diferença entre declarar: char* s e char *s? Nenhuma. Estética, apenas. É menos confuso escrever: char *s, *r do que char* s, *r, p.e. 2º É sempre necessário usar a função malloc sempre que declarar um pointer? Não, você está confundindo as coisas. Um ponteiro nada mais é que uma variável que armazena um endereço. Da mesma forma que um inteiro ...


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Sempre :) que você aprende que algo "sempre tem que ser" tem algo errado no aprendizado ou no mecanismo, porque se tem que colocar algo para obter em resultado, mas pode não colocar, é porque em alguma situação não precisa, caso contrário não deveria ser obrigado usar algo que tem que sempre usar assim em qualquer caso. Passagem de argumento por referência ...


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