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Respostas interessantes marcadas com a tag

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Um stack (ou pilha), neste contexto, é uma forma otimizada para organizar dados na memória alocados em sequência e abandonados (sim, normalmente não há desalocação) em sequência invertida a da entrada. Um heap (ou monte, ok, ninguém traduz isso) é a organização de memória mais flexível que permite o uso de qualquer área lógica disponível. De que pilha ...


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A tradução de "stack" é pilha, isto é, uma estrutura de dados em que o último elemento a entrar é o primeiro a sair (pense numa pilha de livros). A pilha, portanto, funciona de forma bastante simples - elementos são adicionados/removidos de forma organizada/restrita, o que permite que os processadores sejam otimizados para realizar as operações envolvidas (e....


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Gostaria de apresentar aqui meu entendimento menos técnico do que as repostas dadas acima mas que podem ser de ajuda ao programador que quer apenas saber do que se trata sem se aprofundar no assunto. A memória Stack é utilizada para armazenar argumentos de uma função, procedure, método. Sendo ela estática pré-alocada no start do programa e desalocada no ...


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Definições Pilha Na pilha, são guardados objetos alocados dentro de escopos de funções incluindo variáveis locais das funções, argumentos, endereços das áreas de código sendo executadas antes de outras chamadas de função, retorno de funções. A alocação de memória ocorre de forma sequencial e, como a posição desses objetos é conhecida durante o tempo de ...


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Primeiro tenha certeza que entende o que é a pilha. Ela é uma porção de memória previamente alocada pela aplicação e que vai sendo preenchida conforme a necessidade das funções (ou escopos). Conforme vai entrando em novos escopos ele vai reservando espaço (na parte já alocada) para todas variáveis locais contidas nele (isto é chamado de stack frame). Quando ...


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Não vou repetir o que o Miguel Angelo bem disse. Uma pilha é chamada assim por em conceito abstrato. Evidente que fisicamente na memória não há dados sendo empilhados em lugar nenhum. Uma pilha ou stack é uma estrutura de dados muito eficiente justamente porque é bastante limitada. Mas essa limitação que se encaixa muito bem em vários problemas. É comum ...


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Depende do que estiver rodando: pode ser que ocorra nada pode ser que ocorra o mínimo e fique fazendo isso sem ocupar memória porque o acionamento provoca algo momentâneo apenas pode ser que vá ocupando 1 byte cada vez que ela tem um acionamento, o que levaria anos para estourar a memória típica de um computador, em considerando a memória virtual poderá ...


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Sim, o stack não só é mais rápido que o heap mas também é mais fácil manipulá-lo. A alocação no heap se dá basicamente por estes motivos: Um objeto é muito grande para caber no stack. A área reservada para o stack costuma ser fixa (é possível aumentar seu tamanho mas isto não está disponível em todas situações e é um processo complicado e tem desvantagens) ...


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Stack nada mais é que uma pilha, em que os objetos que vão entrando acabam por bloquear os que já estão na pilha, de forma que somente aquele que não tiver nenhum outro bloqueando pode ser retirado da pilha. Exemplos de pilhas: uma pilha de pratos, se tirar o do fundo, provavelmente todos vão cair uma pilha de papel, se tentar tirar uma do meio, pode ...


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Você está sendo vítima de um loop infinito. Veja. Este é seu código. $('.botchat').click(function(){ $('#islpronto_link').click(); return; }); Todas as vezes que um elemento com a classe botchat for clicado, ele será disparado. Agora veja esta parte $('#islpronto_link').click(); Isso chama o evento de click do elemento que tem o Id ...


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Dados estáticos, não só variáveis, constantes e códigos também, são armazenados em um heap especial, chamado de High Frequency Heap. É uma área gerenciada pelo .NET, mas seu conteúdo não é coletado. Ali é armazenado o que a aplicação precisa por toda sua vida. Dados estáticos são armazenados lá desde sua primeira utilização até a aplicação terminar, ao ...


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O primeiro ponto que podemos melhorar é sua alocação de memória. Alocar e desalocar a cada operação funciona, mas não é eficiente. Uma boa solução é alocar um bloco maior que o necessário inicialmente, e fazer novas alocações somente quando ele está cheio, assim como é feito no std::vector. Para isso precisamos adicionar um campo capacidade à pilha: T *...


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A variável p foi declarada nesta função. Ela terá o tamanho de 4 ou 8 bytes dependendo da arquitetura. Esse variável é única em toda a função e ao que parece toda aplicação é este código. Por que estouraria a pilha com apenas uma variável de tão pouco tamanho? A pilha tem tamanho fixo, não tem porque estourar. O estouro só ocorre quando ela vai sendo ...


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Em Java, classes que herdam de Vector (incluindo Stack) são thread-safe, ou seja: carregam consigo o overhead de impedir que dois threads diferentes acessem ao mesmo tempo a mesma coleção. O uso de um ArrayList (que não é thread-safe) evita esse overhead, e portanto deve ser preferível ao Stack a menos que essa característica seja importante na sua aplicação....


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Não. A recomendação padrão da linguagem é utilizar uma lista como uma pilha (stack). No caso de uma fila (queue), é preciso métodos adicionais e restrições para que a fila seja manipulada corretamente. Há diversos tipos de fila, a saber: Queue (FIFO, First In, First Out) LifoQueue (Last In, First Out) PriorityQueue (por ordem crescente de valor)


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Você decrementa o valor de pilha->size duas vezes. O certo é fazê-lo apenas uma vez.


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Primeiro entenda os motivos para não poder alocar um objeto no stack. Aproveite e tente entender o funcionamento do stack e do heap, se ainda tem dúvidas. Então o normal do Java é só colocar os tipos primitivos no stack (eles podem estar no heap também), já que atende os critérios de não escapar o escopo do método, ser garantidamente bem pequeno, etc. (veja ...


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Se você não precisa necessariamente usar pilhas e usa Java 8, tudo pode ser feito de forma bem direta assim: String texto = "Uma mensagem confidencial"; String reverso = Arrays.stream(texto.split("\\s")) //quebra string por espaços .map(s -> new StringBuilder(s).reverse().toString()) //inverte cada palavra .collect(Collectors.joining(" "))...


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Em alguns pontos já faz melhor do que alguns iniciantes. Mas ainda tem alguns erros básicos. Tem uma quantidade grande de erros pequenos e grandes no que está fazendo. Vou apenas resolver o mais sério no trecho apresentado: void vender() { system("cls"); printf("------------------------------------------\n"); printf("------------Seja bem vindo---...


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Quais são os critérios que tornam um objeto elegível para ser alocado no stack e não no heap? Caber no espaço alocado. Note que você pode definir o tamanho do stack com o parâmetro -Xss. Se você estiver trabalhando em um projeto crítico pode fazer uma "loucura" como passar -Xss512m ou -Xss1g para o comando java. Entretanto, como cada thread criada possui ...


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Consideremos o seguinte exemplo, fazer uma função que altere o valor de um inteiro. Poderíamos começar com uma abordagem simplista (embora errada): void alteraInt(int numero){ numero = 10; } E chama-la no main: int x = 2; alteraInt(x); printf("%d",x); Que mostra: 2 E agora podemos ficar a pensar, mas porque ? se ele foi alterado na função ? Em ...


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Os erros que impedem o funcionamento do seu programa são esses: No lugar de frase != '\0' você deveria ter usado frase[i] != '\0'. No lugar de empilha(frase, topo);, você deveria usar empilha(frase[i], topo); Entretanto, ainda faço outras observações importantes acerca do seu código: É bem mais fácil ler-se, entender-se e achar-se problemas em um código ...


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Boa tarde Leonardo, Primeiramente vamos quebrar o problema em pequenas partes: O que seu programa deve fazer? Pelo título posto, "inverte", é fácil deduzir que ele quer inverter uma string usando uma estrutura de pilhas, onde o usuário vai digitar uma palavra/frase e a mesma deve ser impressa invertida ao final da execução. Mas a final, como posso fazer ...


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Não é possível alterar pela mesma razão que não é possível no foreach "normal". Em alternativa use Parallel.For.


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Exemplos são apenas exemplos. Cada um faz do jeito que achar melhor. Se quer saber porque e não está explicado onde leu, você deve perguntar para quem fez o exemplo. Ele deve ter um motivo. O mgibsonbr já deu um bom motivo para isto ser feito assim com Java. Em C# a implementação da classe Stack<T>, pelo menos em sua forma genérica (nunca usei a forma ...


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Preste atenção no que está fazendo. Entra no construtor descricaoo, dentro dele você cria uma lista e adiciona um item nela. Este item é criado chamando um novo objeto desta mesma classe. Ou seja, vai chamar este construtor de novo. O que acontece com chama ele? Ele vai chamar este construtor mais uma vez. E assim vai indefinidamente. Até que a memória ...


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Olhei o código-fonte é mais simples do que eu pensava. A pilha foi implementada como uma cadeia de objetos. Cada objeto jQuery pode ter uma propriedade prevObject, apontando para o objeto anterior. Portanto: var o = $(meuSeletor); var sub = o.find(sub); sub.prevObject === o; // true O end retorna o prevObject, ou um objeto jQuery vazio (acho): end: ...


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Eficiência A alocação em Stack é sempre bastante mais rápida que a alocação em Heap, pois regra geral corresponde apenas a avançar o esp, que é o ponteiro da stack frame corrente na quantidade de bytes desejada, reservando os mesmos para a alocação que se está a fazer. Algo como: sub esp, 4 Que iria reservar 4 bytes para o novo elemento no Stack A ...


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Começo por indicar que no seu código o Pop não está a atualizar o elemento de topo, logo um Peek apos Pop não devolve o elemento correto. Pode corrigir este problema da seguinte forma: public T Pop() { if (!isEmpty) { T element = stack.Last(); stack.RemoveAt(stack.Count - 1); count--; if (count == 0) { ...


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O procedimento deveria ser mais ou menos assim: Insere o primeiro nó na pilha e marca como visitado. Enquanto houver nós na pilha, desempilha o nó e empilha todos os seus vizinhos que não tiverem sido visitados, marcando-os como visitados. Note que há uma restrição aí: Apenas nós visitados podem entrar na pilha. Isso significa que o else if no final é uma ...


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