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Estou desenvolvendo um sistema que vai armazenar alguns trajetos do Google Maps dos usuários cadastrados e estruturei a minha tabela como abaixo:

----------------------
| trajetos           |
----------------------
| id                 |
| id_usuario         |
| partida_longitude  |
| partida_latitude   |
| chegada_longitude  |
| chegada_latitude   |
----------------------

Esse trajeto será simples e incluirá um ponto de partida e um ponto de chegada. Sei que essa tabela terá muitos registros (centenas de milhares) e neste momento preciso pensar em desempenho quando for fazer uma busca por algum trajeto.

Minha dúvida é:

Essa é uma estrutura comum (e talvez a melhor) para armazenar os pontos do Google Maps em um banco de dados?

Outra opção seria armazenar o endereço (ao invés de latitude e longitude), mas isso comprometeria o desempenho ao buscar as informações?

Pensei também em utilizar só o CEP com número do lugar (para precisão), seria melhor que latitude e longitude? Há alguma outra forma de armazenar esses "pontos" que seja eficiente?

fechada como principalmente baseada em opiniões por Bacco, Sam, marcusagm, Ismael, NoobSaibot 24/11/17 às 3:38

Várias perguntas boas geram algum grau de opinião com base na experiência de especialistas, mas as respostas a esta pergunta tenderão a ser quase que completamente baseadas em opiniões e não em fatos, referências ou experiência específica. Conheça as regras na central de ajuda e edite a pergunta para que fique adequada.

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    Da forma como está a pergunta, depende de "gosto", ou opinião pessoal. Se puder editar e detalhar as necessidades do seu caso específico, o que tentou (ou pensou) e quais as dificuldades encontradas nas alternativas, talvez seja possível uma resposta mais técnica. Quando o tamanho é previsivel dos caminhos eu costumo simplesmente usar um BLOB com as coordenadas empacotadas em "binário" mesmo, pois raramente precisaria de um ponto isolado em um path. Se precisar deles individualmente para consultas e/ou metadados, ou muitos pontos simultaneos no mapa pode ser o caso de tabelas geoespaciais – Bacco 22/11/17 às 23:13
  • @Bacco, deixei claro na questão em diversos pontos: "preciso pensar em desempenho", "comprometeria o desempenho", "que seja eficiente", inclusive coloquei várias alternativas que eu pensei em fazer mas não sei qual a melhor nesse quesito. Desempenho não é gosto ou opinião pessoal. O que quer que eu detalhe? / Sim, vi uma pergunta semelhante que me ajudou muito mas não sei se é a melhor alternativa e como estou utilizando Laravel, vi que não existe uma função "geometry". Talvez sua ideia seja boa. – bio 23/11/17 às 11:54
  • Desempenho depende do que você vai fazer com os dados. Separar em linhas aumenta o desempenho de consultas por pontos avulsos e/ou pontos filtrados por regiao da tela (como marcadores diversos), mas piora a organização de paths individuais. Colocar em uma linha só traz um path inteiro numa unica linha de select, deixando muito eficiente o retorno, mas atrapalha o tratamento e setorização de pontos individuais. Cada caso é um caso, e por isso detalhes dão maior chance de respostas que realmente resolvam seu problema. Lembre-se que a sua postagem pode ser reaberta, acho que vale a pena editar. – Bacco 24/11/17 às 12:15
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Cara existem várias formas de estruturar isso mas tudo depende da necessidade. Eu estruturaria dessa forma:

id id_usuario origem destino

Sendo que ficaria implícito que os dados das duas colunas origem e destino estão no formato latitude e longitude.

Não recomendo usar o endereço ou CEP, porque existem lugares que podem não constar no banco de dados dos Correios e muito menos no do Google Maps. Já com a latitude e longitude você consegue encontrar qualquer lugar do planeta no mapa.

  • Realmente, o lance do CEP e endereço tem que ser evitado, mas ainda sim, tudo depende da necessidade. – Márcio Cristian 23/11/17 às 1:31

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