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Observando os scripts Bash, percebi que as variáveis podem ser criadas das seguintes maneiras:

script1.sh:

variable1=Ola
export variable2="Ola de novo"

Procure saber mais sobre a diferença dessas duas maneiras de declarar as variáveis. E pelo que eu entendi export serviria para fazer variáveis globais. Mas, rodando o script e tentando imprimir a variável global variable2, recebo o mesmo resultado que a variável local do meu script `` variable1````

$ ./script1.sh 
$ echo $variable1
$
$ echo $variable2
$

Usando o comando source ou usando . E executando o mesmo procedimento acima, obtém como resultado a impressão das duas variáveis.

$ source script1.sh 
$ echo $variable1
Ola
$ echo $variable2
Ola de novo

Neste ponto entendi que o objetivo de export não é declarar variáveis globais. Qual é o objetivo do comando export?

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Quando você define uma variável usando export, essa variável é copiada para os filhos do shell quando ele faz fork. Sem o export, a variável não é copiada para os filhos.

Quando você chama ./script1.sh, o shell faz um fork e o script é executado no processo filho, e não no shell onde você chamou o comando. Portanto, a definição das variáveis é feita no processo filho, e não no shell onde você está logado. Por isso você não consegue dar echo nas variáveis no processo pai. O processo filho não mexe no environment do processo pai.

O programa source é um programa que é built-in no próprio shell, e serve para executar um script no próprio shell, sem fazer fork. Por isso que quando você chama source script1.sh, as variáveis aparecem no shell onde você está logado.

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