Respostas interessantes marcadas com a tag

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Use a função unnest do tidyr: Exemplo: > library(dplyr) > library(purrr) > library(tidyr) > > df <- tibble(x = 1:10, y = 1:10) %>% + mutate(z = map2(x, y, ~data.frame(a = .x + 1:5, b = .y + 1:5))) > > print(df) # A tibble: 10 x 3 x y z <int> <int> <list> 1 ...


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Como quer os códigos hexa cotados, precisa de um pouco de manipulação de strings: dt <- data.frame( palette = names(mylist), hex = Reduce(rbind, sub("$", "'", sub("^", "'", lapply(mylist, paste, collapse = "', '")))), row.names = 1:length(names(mylist)) ) Mas se é ...


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"Tibble são data.frames, mas eles ajustam alguns comportamentos antigos para tornar a vida um pouco mais fácil". O R é uma linguagem antiga, e algumas coisas que eram úteis há 10 ou 20 anos agora estão atrapalhando (Grolemund & Wickham). O livro R for Data Science informa que há duas diferenças entre o Tibble e o data.frame: printing e ...


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Um objeto tibble não é data.frame e nem data.frame é tibble. Isso é um equívoco dizer, visto que tratam-se de estruturas de dados distintas, mas que para o usuário final e ao código final poderá não ter grandes diferenças. O que quero dizer é que basicamente o que você conhece de data.frame você poderá usar em objetos da classe tbl_df. Perceba que R é uma ...


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De uma forma mais extensa Tibbles dentro de tibbles Coverção automática para suportar os agrupamentos do tidyverse Pretty Print Multi-Dispatch as funções do data.frame funcionam no tibble library(tidyverse) # Tibbles inside tibbles df_a <- data.frame(a = c(1,2),b = c("a","b")) df_b <- data.frame(a = c(1,2,3),b = c("a",...


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