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Respostas interessantes marcadas com a tag

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O comando > é equivalente a 1>, e significa que se está redirecionado a saída padrão (standard output - stdout) para o arquivo indicado. Já o 2> significa que se está redirecionando a saída de erro padrão (standard error output - stderr). Além do 1 e do 2, há também o 0 que representa a entrada padrão (stdin). Nesse caso, meuComando está ...


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Antes de mais nada, o #! em um shell script é conhecido como shebang ou hashbang. Ele tem o formato de um comment (linhas iniciadas com # normalmente são ignoradas pelo shell), mas o ! logo em seguida serve para indicar qual é o executável que vai processar aquele script. Quando você diz: #!/usr/bin/bash ou #!/bin/bash está chamando o executável bash ...


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Use o seguinte: sh -x script [arg1 ...] bash -x script [arg1 ...] Isto permite fazer um trace do que está sendo executado. Outra opção util é -n que significa no execution e -v que significa verbose mode. É util combinar estes parametros para facilitar ainda mais seu DEBUG da shell bash quando você invoca pelo prompt. Se desejar controlar o trace de ...


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1 significa o mesmo que stdout e 2 significa o mesmo que stderr, portanto é só uma forma mais simples de redirecionar tudo o que for enviado para a saída de erro para a saída padrão. O & é necessário para não haver confusão com um nome de arquivo. Sem ele a sintaxe poderia ser interpretada como o 1 sendo um nome de arquivo mas neste caso a sintaxe se ...


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O shebang #! /usr/bin/python quando utilizado executará /usr/bin/python, enquanto /usr/bin/env python vai executar o Python conforme a variável de ambiente PATH ou seja, conforme o sistema utilizado. A segunda forma é vantajosa e preferível se você tiver várias versões do Python instalado, pois o env vai garantir executar o interpretador conforme o ambiente....


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Pelo que entendi uma solução possível é esta abaixo : echo "Tem certeza que blá, blá, blá ? Digite SIM para continuar ou qualquer outra coisa para terminar" read resp if [ $resp. != 'SIM.' ]; then exit 0 fi


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Para pedir uma confirmação você também poderia usar o seguinte: echo "Confirmacão... (sim/não)" read CONFIRMA case $CONFIRMA in "sim") # ... # ... ;; "não") # ... # ... ;; *) echo "Opção inválida." ;; esac


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O operador & (Ampersand) é usado para colocar o comando anterior em background e, se houver um comando posterior, ele será executado independente do resultado do comando anterior: free & sync Quando este operador é usado ao final de um comando em um terminal no Linux, significa que você quer executar aquele comando e já liberar o terminal para ...


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Tente uname -m. O comando vai te dar a seguinte saída: x86_64 ==> 64-bit kernel i686 ==> 32-bit kernel Com isso você saberá.


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use a váriável $? ela retorna "0" se o ultimo comando foi executado com sucesso, e retorna "1" se houve erro neste comando. Abaixo segue uma tabela com essas variáveis especiais que estão disponíveis no shell: Variável Descrição $0 Parâmetro número 0 (nome do comando ou função) $1 Parâmetro número 1 (da linha de comando ou função) ... ...


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Conforme a resposta do SOen: DirUpload=/var/log find $DirUpload | sed "s|$DirUpload\/||g" Use aspas duplas para expandir as variáveis Use um separador diferente de / (no exemplo: |)


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Você não pode adicionar / no nome da pasta.. Você deve utilizar uma mascara para a data... Normalmente é usado YYYYMMDD ou seja ANO MES e DIA, para ficar fácil a ordenação dos arquivos pela data... Aqui tem um exemplo de como implementar... set filedatetime=%date% // ou qualquer outra data set filedatetime=%filedatetime:~6,4%%filedatetime:~3,2%%...


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Para remover um alias: unalias man Para ignorar qualquer alias com o nome do comando, coloque \ antes do comando: \man


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Shell significa "interpretador de comandos". O Bash é um tipo de shell do Unix/Linux, que contém sua própria sintaxe de comandos. O Cmd é o interpretador de comandos dos Windows modernos (CMD.EXE). Ou seja, ele é um tipo de Shell. No Windows 95, 98 e Me ele se chamava COMMAND.COM. DOS significa "Sistema operacional de disco". Basicamente é um sistema ...


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Se entendi bem a pergunta, você quer isto: $matches = array(); if(exec('grep '.escapeshellarg($search).' ./urls.txt', $matches)) { // $matches contém as linhas encontradas } Basta passar ao exec a referência a uma array onde a saída será guardada. E a saída do grep são justamente as linhas do arquivo onde houve matches da expressão regular.


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Dê uma olhada no código abaixo, remove o primeiro espaço em branco encontrado. echo "4 980 Rafael" | sed '0,/[[:blank:]]/s/[[:blank:]]//' [[:blank:]] é uma classe POSIX regex que remove espaços em branco, tabs... para mais informações sobre essa classe, regex posix output: 4980 Rafael A Regex utilizada funciona da seguinte forma: 0,/padrao/s/padrao/...


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A entrada de dados proposta na pergunta provoca a execução do código antes de passar a variável para o script. O uso de subshell $() executa o comando imediatamente e substitui seu resultado na string: nunks@yokoi:~$ TESTE="Diretorio atual: $(pwd)" nunks@yokoi:~$ echo $TESTE Diretorio atual: /home/nunks Sendo assim, a execução proposta está primeiro ...


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Você pode usar a expressão regular [\|], veja só: grep: $ diff -y ontem.csv hoje.csv | grep '[\|]' egrep: $ diff -y ontem.csv hoje.csv | egrep '[\|]' awk: $ diff -y ontem.csv hoje.csv | awk '/[\\|]/{print}' perl: $ diff -y ontem.csv hoje.csv | perl -nle 'print if m{[\\|]}' sed: $ diff -y novas.csv entrada.txt | sed -n '/[\|]/p'


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Tem muitas maneiras, essa é uma: echo `date +"%Y-%m-%d %H:%M"` \; `ps -ef | grep osh | wc -l` \; `ps -ef | wc -l` >> log.csv Tudo que vem entre backticks é executado pelo shell, como se o resultado tivesse sido digitado no lugar do comando. Para separar as colunas, usei o escape \ antes do ; para não ser interpretado como divisor da linha de comando


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O seu script corrigido: RESPOSTA=$(asterisk -rx "sip show peers" |grep 4003 |awk -F" " '{print $6}') if [[ "$RESPOSTA" = "OK" ]]; then echo "$RESPOSTA" elif [[ "$RESPOSTA" == "Unmonitored" ]]; then if [[ "$RESPOSTA" == "(Unspecified)" ]]; then cp /dados/automatico.call /var/spool/asterisk/outgoing/ asterisk -rx reload fi echo "$RESPOSTA" fi Faltava-...


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Você pode utilizar o su do seguinte modo para fazer isso no shell script: su -c "comando" -s /bin/sh nomedoUsuario Onde o parâmetro -c especifica passar um único comando ao shell e -s é utilizado para especificar com qual shell chamaremos o comando. Uma outra forma para fazer isso é através do uso do sudo do seguinte modo: sudo -H -u nomedoUsuario bash ...


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use a opção "-p", desta forma estará copiando não só os arquivos e pastas, mas também suas devidas permissões; para entender melhor: $ man cp


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O parametro -n 1 faz com que o comando read aguarde pela digitação de apenas um caracter, sem a necessidade de pressionar o enter. O comando read possui uma variavél de retorno default chamada $REPLY, dipensando a declaração de uma variável. #!/bin/bash read -p "Continuar (S/N)? " -n 1 -r echo case "$REPLY" in s|S ) echo "Sim" ;; n|N ) echo "Nao" ;...


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Use perl, que suporta look-ahead: perl -p -e 's/;(?=;|$)/;\\N/g' arquivo.csv > novo-arquivo.csv Incidentalmente, se quiser fazer a alteração dentro do mesmo arquivo (sem ter que redirecionar pra outro), simplesmente passe a opção -i (infile): perl -p -i -e 's/;(?=;|$)/;\\N/g' arquivo.csv


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Basta executar o comando ssh-keygen -H -F <hostname>. O comando retorna a linha em que o hostname está incluído, ou não retorna nada caso não encontrar.


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O primeiro olha a variável de ambiente PATH procurando por python para saber onde está o Python instalado a ser executado. O segundo é um local específico. A busca na variável de ambiente é feita apenas pela palavra python, mesmo que não exatamente, e se houver outras entradas que contenham ela, a primeira da lista do PATH será usada. Obviamente o primeiro ...


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Não sei se você pode atribuir algo a palavra python, em específico. Ela deve estar atrelada aos binários do python e deve ser meio complicado mudar. O que eu sei é que você pode criar um alias pro seu comando, algo como $ alias meu_comando = 'xvfb-run python' O uso seria $ meu_comando foo.py . Leia sobre alias aqui EDIT: De acordo com este link: An ...


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Para imprimir o número de unidades de processamento, utilize o programa nproc. Para mais detalhes, utilize o programa lscpu, que mostra informações como arquitetura, número de CPUs, número de soquetes, threads por núcleo, núcleos por socket etc.


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Utilize o comando ls -t diretorio/sub_diretorio | tail -n +4 | xargs rm -r ls -t lista os arquivos ordenados por data, mais recentes primeiros tail -n +4 exibe a partir do 4º elemento da lista, ignorando os 3 primeiros xargs passa os itens da lista para o comando rm -r que remove os arquivos/pastas de forma recursiva


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Digite no terminal o comando arch. Você ira receber um resultado como este ia64 ou x86_64 para 64 bits ou i686 para 32 bits. Veja mais aqui.


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