Respostas interessantes marcadas com a tag

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Outra alternativa é utilizar o pacote ggplot2: set.seed(1) x <- rnorm(100) y <- rnorm(100) + 2*x +10 require(ggplot2) dados <- data.frame(x=x, y=y) # O ggplot2 exige que os dados estejam em um data.frame p <- ggplot(dados, aes(x=x, y=y)) + # Informa os dados a serem utilizadps geom_point() # Informa que eu quero um gráfico de dispersão. p ...


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Você pode usar a função abline junto com coef para extrair os coeficientes do modelo e plotar a linha: plot(y~x) abline(coef(modelo))


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Segue uma possível solução, usando geom_text: set.seed(1) x <- rnorm(100) y <- rnorm(100) + 2*x +10 modelo <- lm(y~x) coeficientes <- modelo$coefficients texto <- sprintf('y = %.2f + %.2fx, r² = %.2f', coeficientes[1], coeficientes[2], summary(modelo)$r.squared) require(ggplot2) dados <- data.frame(x=x, y=y) # O ggplot2 exige que os dados ...


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A função nls é utilizada para fazer uma regressão não-linear. Ela utiliza processos iterativos para obter as estimativas dos parâmetros do teu modelo. Em teoria estes processos iterativos vão pouco a pouco se aproximando do valor real do parâmetro da função que melhor se ajusta aos teus dados. O problema com regressões não-lineares é que elas podem, em ...


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Para fazer o log você pode colocar diretamente na fórmula. Exemplo: # sem log lm(mpg ~ cyl, mtcars) # com log lm(log(mpg) ~ cyl, mtcars) Para colocar o termo quadrático você vai utilizar a função auxiliar I(). Para mais detalhes ver a questão: Como incluir na regressão uma variável elevada a n . Exemplo: lm(mpg ~ cyl + I(cyl^2), mtcars) Para ...


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Com a função plot base, você teria que ordenar os dados antes: plot(saldo,y) lines(data$saldo[order(data$saldo)], default.glm$fitted[order(data$saldo)], type="l", col="red") Com o gpplot2 você não precisa ordenar, só plotar x contra o ajuste. library(ggplot2) grafico <- ggplot(data, aes(x=saldo, y=y)) + geom_point() + geom_line(...


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O erro está dizendo o problema: as variáveis t e t2 possuem comprimentos diferentes da sua variável resposta. Veja o erro que aparece nesse código bem simples em que as variáveis possuem comprimentos diferentes. > y = 1:9 > x1 = 1:10 > x2 = 1:10 > lm(y ~ x1 + x2) Error in model.frame.default(formula = y ~ x1 + x2, drop.unused.levels = TRUE) : ...


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O operador . neste contexto (argumento formula da função lm) significa "todas as outras colunas que não estão na fórmula". Dessa forma a regressão de y contra todas as outras colunas do data.frame pode ser obtido da seguinte forma: modelo <- lm(y~., data=dados) Referência: ?formula


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Uma outra maneira é usar a função curve. curve(coef(modelo)[1]+coef(modelo)[2]*x,add=TRUE,col = "blue",lwd=2) Uma vantagem dessa função é que ela também serve caso o modelo envolva componentes não lineares. Como no caso abaixo: n=1000 x1 = rnorm(n) y = 5 + 4*x1 + 2*x1^2 + rnorm(n) modelo <- lm( y ~ x1 + I(x1^2) ) plot(y~x1) curve(coef(modelo)[1]+coef(...


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nos modelos que tenho testado em meu trabalho, o que apresenta o melhor resultado (AIC BIC etc) não é o GLMM que partiu de todas as variáveis que possuo e sim o GLMM que parte das variáveis mais estatisticamente significativas oriundas da regressão logística. Atenção: menor AIC ou BIC não significa, necessariamente, que o modelo ajustado é o melhor. A ...


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As linhas no gráfico que quer reproduzir não correspondem ao resultado de uma regressão linear, mas simplesmente à porcentagens do valor de x. Pode adicioná-las com stat_function. Se for usar em vários gráficos, pode primeiro guardá-las em uma lista. Estou usando dados simulados para facilitar a reprodução por outros usuários: library(ggplot2) set.seed(89) ...


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Uma outra maneira de fazer a regressão é usar a função poly x<-rnorm(100,1,10000) y<-rnorm(100,1,10000)+2*x+x^2 model1<-lm(y~poly(x,degree=2,raw=T))


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Pelo o que li no site do scipy roda no Windows sim. [Google Translate] Para a maioria dos usuários, especialmente no Windows, a maneira mais fácil de instalar os pacotes da pilha SciPy é baixar uma dessas distribuições Python, que incluem todos os pacotes principais: Anaconda, Enthought Canopy, Python(x, y), WinPython, Pyzo Tenta um desses: Anaconda: ...


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Segundo a própria documentação do scipy ele não roda muito bem em Windows pois tem algumas dependências que funcionam apenas em linux e mac Como alternativa, recomendo utilizar o sklearn, ela é uma lib muito boa trabalhar com machine learning, e possui também uma boa documentação além de vários exemplos. para instalá-lo você pode: pip install -U scikit-...


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Basta criar o vetor de pesos desejado para resolver este problema. No teu caso, chamei este vetor de pesos: variancias_condicionais <- aggregate(df$Y, list(df$X), var)$x quantidade_X <- as.numeric(table(df$X)) pesos <- rep(1/variancias_condicionais, quantidade_X) ajuste <- lm(Y ~ X, data=df, weights=pesos) summary(ajuste) Call: lm(formula = Y ~...


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A primeira coisa a se fazer quando vamos analisar um experimento é a análise exploratória dos dados. Não ficou explícito na tua pergunta, mas estou assumindo que o Fator1 diz respeito às parcelas e o Fator2, às subparcelas. ggplot(dados, aes(x=Fator2, y=resposta)) + geom_point() + facet_grid(~ Fator1) Este gráfico já nos dá uma ideia do que esperar dos ...


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Use model1 <- lm(y ~ x + I(x^2)). O problema é que caracteres como +, -, * e ^ possuem significados específicos dentro de uma fórmula; a função I faz com que a sua expressão (x^2) seja interpretada literalmente, como potenciação.


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Sempre que tu quiser utilizar uma função de alguma variável, tu pode user a função I(). x<-rnorm(100,1,100) y<-rnorm(100,0,10)+2*x+x^2 mod <- lm(y~x+I(x^2)) A vantagem de utilizar I() em relação a criar uma nova variável com os valores de x^2 é que tu não precisa especificar os valores de x^2 para realizar projeções, basta informar x. predict(...


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Não é assim tão difícil como isso. Na solução abaixo Calculo o logaritmo de cada coluna exceto a primeira logo no início. Aplico (apply) o modelo lm(x ~ y) a cada linha. E depois há várias instruções para extrair os vários valores que se podem querer, tais como os coeficientes beta, os p-valores, o coeficiente de determinação. O código é mesmo muito ...


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O ajuste não é bom mas segue: fm <- nls(COM ~ Alfa*(1-10^(-Gama*(TEMPO+Tetha))), data = dados, start = list(Alfa = 900, Gama = .1, Tetha = 1)) summary(fm) # Parameters: # Estimate Std. Error t value Pr(>|t|) # Alfa 1.785e+03 3.844e+03 0.464 0.647 # Gama 4.703e-03 1.265e-02 0.372 0.713 # Tetha -6....


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O problema está no excesso de parâmetros para tão poucos pontos. Se a função a ajustar está a usar uma translação do eixo dos x representada por x - C, pode-se eliminar um dos parâmetros, C, ajustando a função com valores de x1 = x - C0. fdata$x1 <- fdata$x - C0 fit1 <- nls(y ~ A*(1 + erf(E*B*x1/sqrt(2)))*dnorm(B*x1) + D, data = fdata, ...


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É possível também trabalhar com gráfico interativo, caso necessário. Para tal, fica a dica do pacote highcharter. set.seed(1) x <- rnorm(100) y <- rnorm(100) + 2*x +10 dados <- data.frame(x = x, y = y) library(highcharter) library(ggplot2) library(dplyr) highcharter::hchart( dados, # data frame "point", # estilo do plot highcharter::hcaes(...


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O ponto é particularmente útil quando se quer colocar efeitos de interação. Por exemplo, suponhamos que você queira testar um modelo com todas as variáveis e todas as interações de até 2 variáveis, como poderia ser feito? ## Conjunto de dados de exemplo exemplo = data.frame(x1 = 1:3, x2 = 1:3, x3 = 1:3, x4 = 1:3) ## Modelos com todas interações até 2 lm(...


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Como você não forneceu dados de exemplo do seu domínio de problema (apesar de eu ter pedido duas vezes), eu tive que usar alguma fonte de dados publicamente disponível na Internet. Optei por usar os dados da população de coelhos no deserto de Chihuahuan (na fronteira entre os EUA e o México) entre os anos de 1989 e 1994. Esses dados estão publicamente ...


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As estimativas deverão ser equivalentes quando você usar alpha = 1. Veja o exemplo abaixo: > library(robustbase) > data(heart) > coef(ltsReg(clength ~ height + weight, data = heart, alpha = 1)) Intercept height weight 20.3757645 0.2107473 0.1910949 > coef(lm(clength ~ height + weight, data = heart)) (Intercept) height ...


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O caret por padrão faz tuning de alguns hiperparâmetros de cada modelo. Ele tenta fazer isso de uma forma inteligente, mas que nem sempre é o adequado para o seu problema. Já o rpart ajusta o modelo exatamente como você definiu. O caret não é muito claro com isso mesmo, e as vezes gera confusão... No caso, para o rpart irá tunar o hiperparâmetro cp (...


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Uma maneira de resolver este problema é através dos pacotes dplyr e broom: library(dplyr) library(broom) iris.regressao <- iris %>% group_by(Species) %>% do(regressao = lm(Sepal.Length ~ Sepal.Width + Petal.Length + Petal.Width, data=.)) tidy(iris.regressao, regressao) # A tibble: 12 x 6 # Groups: Species [3] Species ...


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Com o R base você pode pedir os intervalos de confiança com a função confint: confint(reg) 2.5 % 97.5 % (Intercept) -0.005635243 0.7256352 x 0.849756826 1.0702432 No caso acima, com um intervalo de 95%, qualquer valor dentro do intervalo de confiança não é "rejeitado" por um teste de hipótese com nível de significância de ...


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Utilizando apenas o statsmodels: Com o statsmodels é possível escrever a fórmula desejada, como por exemplo: target ~ np.power(X1, 2) + X2 Neste exemplo, significa que estamos buscando os parâmetros a1 e a2 que melhor aproximam: target = a1 * X1^2 + a2 * X2 Um exemplo prático no seu caso seria escrever a fórmula e passar o houses.to_dict('list') como ...


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O regressor LinearRegression() do sklearn tem o atributo intercept_, que retorna o y onde o regressor intercepta o eixo Y, ou seja, em x = 0. Inclusive, no exemplo da documentação do sklearn.linear_model.LinearRegression é utilizado este atributo. No seu exemplo, como o regressor chama lm, basta fazer: lm.intercept_


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