Respostas interessantes marcadas com a tag

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A frase citada acima do SOen está correta. De acordo com o John Chambers, criador do r, Tudo o que existe no R é um objeto. Tudo o que acontece no R é o chamado de uma função. Isso cria a curiosa situação de que uma função é, ela mesma, um objeto. Veja a diferença entre o data.frame no pandas (python, orientado a objeto): import pandas as pd df = ...


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Primeiro vamos ver o que diz a documentação da função str_extract_all: Extract All Pieces Of A String That Match A Pattern. Extrai todas as partes de uma string que correspondem a um padrão Pois bem, a regex que você usou tem como padrão a letra f: regex(pattern = 'f', ... Um ponto importante a se notar é que esta regex não possui o metacaractere ...


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O que é função anônima em R? Uma função anônima Anonymous Function (também conhecida como expressão lambda) é uma definição de função que não está vinculada a um identificador. Ou seja, é uma função criada e usada, mas nunca atribuída a uma variável. Ou seja, R não possui uma sintaxe especial para criar uma função nomeada: quando você cria uma função, usa o ...


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Linhas gerais As linhas gerais ou os princípios que guiarão a construção da pergunta são os mesmos elencados aqui, aqui e no link citado na pergunta. O que vai mudar no shiny é como implantar estes princípios. Estes princípios podem ser resumidos assim: Compartilhe os dados utilizados (ou ao menos um parte deles); Compartilhe um código mínimo que reproduz ...


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Eu faria assim: rep(1:221, each = 2) + c(0, 221)


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Vou começar por citar a documentação do R: The most important distinction between [, [[ and $ is that the [ can select more than one element whereas the other two select a single element. Tradução Google Translate: A distinção mais importante entre [, [[ e $ é que o [ pode selecionar mais de um elemento, enquanto os outros dois selecionam um ...


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Esses conceitos são bastante importantes para quem desenvolve pacotes em R e precisa criar comportamentos complexos de funções, embora para o dia a dia da análise de dados não seja tão necessário. Primeiro, para entender o conceito de escopo léxico e escopo dinâmico, acho que o melhor exemplo é o a seguir: y <- 100 f <- function(x) { y <- 2 g(...


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Uma solução pode ser a seguinte. library(dplyr) DADOS %>% rowwise() %>% mutate(Soma = (A + B + C + D + E), Média = Soma/5, Mediana = median(c(A, B, C, D, E))) #Source: local data frame [4 x 9] #Groups: <by row> # ## A tibble: 4 x 9 # Linha A B C D E Soma Média Mediana # <fct> <int> <...


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mesmo com o argumento multiline como FALSE e ele pegou o f após a quebra (\n) da palavra profissional. O argumento multiline simplesmente muda o comportamento de ^ e $ numa expressão regular para que o padrão especificado entre eles comece no início e termine no fim de cada linha. Normalmente, eles esperam o padrão do início ao fim de toda a string. Por ...


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Você pode aplicar a função filter do pacote dplyr dentro de um lapply lapply(mylist, dplyr::filter, group %in% c("a", "c")) lapply vai aplicar a função filter, com os argumentos específicos: selecionar os grupos a e c e retornar um objeto do mesmo tipo que o mylist.


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Utilizando a função which dentro de lapply lapply(lista, function(x) which(x == "José da Silva")) [[1]] [1] 1 [[2]] integer(0) Essa é uma opção para pesquisar um termo exato, como no seu exemplo o "José da Silva"


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Em primeiro lugar, se pergunte se é mesmo necessário ter uma variável categórica com esta quantidade de níveis. Ao fazer a divisão de um fator de n níveis, o random forest realiza 2^n-2 divisões possíveis desta variável para escolher o melhor ponto de divisão. Neste caso, são 9.00719925e15 resultados possíveis. Se teu computador conseguir levar 0.001 ...


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Em primeiro lugar, acho que essa pergunta ficou sem respostas até agora pois esses conceitos são pouco (para não dizer "nada") importantes para se tornar um bom desenvolvedor em R (ao contrário de outras linguagens). Na minha resposta vou explicar um pouco as principais estruturas e tipos de dados em R e acredito que isso irá ajudá-lo a entender melhor a ...


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Além dos comentários do Rui, eu compartilho a metáfora criada no livro R para ciência de dados: Imagine que saleiro seja: Então saleiro[1], resulta em: E, por sua vez, com saleiro[[1]] temos: Ou seja, em suma o [ preserva a forma do objeto exterior, mesmo quando seleciona apenas um objeto, enquanto o [[ extrai o elemento mesmo, desprezando a "casca" do ...


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Você pode fazer da seguinte forma: library(purrr) library(stringr) remover <- ls() %>% keep(~str_detect(.x, "[:digit:]|[:upper:]")) rm(list = remover) A função ls() lista todas as variaveis do ambiente. Em seguida apenas fazemos um filtro para manter na lista aquelas que possuem algum dígito ou letra maiúscula. Usamos a função rm com o argumento ...


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O que é um shiny? shiny é um pacote do R que proporciona um framework web para o programador. Um framework web é um conjunto de instruções pré-estabelecidas que facilitam a criação de páginas na web. Desta forma, caso alguém deseje criar um aplicativo web para seus programas escritos em R, o shiny facilita este trabalho. Não é necessário aprender html, css, ...


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A resposta do @LipESprY já explica muito bem as diferenças, gostaria apenas de complementar com alguns detalhes. O primeiro - e talvez eu esteja sendo meio pedante - é que .* são dois metacaracteres: o ponto (que significa "qualquer caractere (exceto quebras de linha)") e o asterisco, que significa "zero ou mais ocorrências". Já o + significa "uma ou mais ...


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Você pode fazer assim, usando o pacote curl: library(curl) library(readr) url_opcoes <- "ftp://ftp.bmf.com.br/MarketData/Bovespa-Opcoes/" con <- curl(url_opcoes) arquivos <- read_delim(con, delim = " ", col_names = FALSE)$X4 for (x in arquivos) curl_download(url = paste0(url_opcoes, x), destfile = paste0("data/", x)) Esse código baixaria ...


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Nesse caso o problema seria os painéis em branco library(ggplot2) library(grid) grafico_1 = ggplot(mpg, aes(x=displ, y=hwy)) + geom_point() + geom_smooth(method="lm", se=FALSE, colour="black") + facet_wrap(~ trans) grafico_2 = ggplot(mpg, aes(x=displ, y=hwy)) + geom_point() + geom_smooth(method="lm", se=FALSE, colour="black") + facet_wrap(~ as....


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As últimas versões do ggplot2 possuem geometria específica para mapas. A grande vantagem é não precisar unir o data.frame com os dados com o objeto espacial (mas para isso o objeto espacial precisa ser convertido para um formato que o ggplot entende com fortify). O importante é apenas que ambos possuam uma coluna de identificação (o código de municípios do ...


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Utilizando o dplyr: df.final %>% select_if(colSums(is.na(tail(., 5))) == 0)


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A seguinte função faz o que quer, pelo menos com os dados da pergunta. Tentei fazer a função o mais geral possível mas nunca se sabe. ler_txt <- function(file, path = "."){ if(path != "."){ old_dir <- setwd(path) on.exit(setwd(old_dir)) } txt <- readLines(file) txt <- txt[nchar(txt) > 0] nlinhas <- length(txt) linha <...


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Utilize o pacote ggtextures, disponível neste link. devtools::install_github("clauswilke/ggtextures") library(ggplot2) library(ggtextures) images = c( compact = "http://www.hypergridbusiness.com/wp-content/uploads/2012/12/rocks2-256.jpg", midsize = "http://www.hypergridbusiness.com/wp-content/uploads/2012/12/stone2-256.jpg", suv = "http://www....


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Isso acontece porque o assign modifica o ambiente pai. No caso do for, o ambiente pai é o próprio ambiente global. Por isso as variáveis aparecem para você. No caso de uma função sendo chamada pelo map ou do lapply, o ambiente pai é o ambiente da própria função que está chamando, e esse ambiente é destruído logo após a execução da função. Você pode ver o ...


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Dá pra fazer isso com o R base também, através do seguinte código: ls() [1] "vector" "vector1" "vector86" "vectorA" "vectorU" A função ls() lista todas as variáveis do ambiente e seu resultado é um vetor. Portanto, ele possui índices que podem ser acessados. Queremos uma maneira de chegar nos índices 2, 3, 4 e 5, que são os que possuem pelo menos um ...


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Isso mesmo. Considere o exemplo: power <- function(exponent) { function(x) { x ^ exponent } } square <- power(2) Neste caso a função power é uma function factory e square é uma closure. O nome closure vem porque elas incluem (enclose em inglês) o ambiente em que foram criadas. Neste caso, a closure square vai incluir o nome exponent no seu ...


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Eu não tentaria reinventar a roda e usaria uma função pronta no R pra fazer isso. library(dplyr) total_amostral %>% group_by(TOTAL) %>% count() # A tibble: 17 x 2 # Groups: TOTAL [17] TOTAL n <dbl> <int> 1 10 1 2 11 1 3 12 2 4 13 3 5 14 5 6 15 5 7 16 7 8 17 7 ...


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Podemos usar a funcao substr fazendo o seguinte: ano<- c(1999,2000,2001,2002,2003) substr(ano, 3, 4) resultado: [1] "99" "00" "01" "02" "03" O que a função substr faz? A função tem 3 argumentos: substr(x, start, stop) x é o vetor que você desejar cortar os dígitos. Tenha em mente que o vetor que você definiu (ano) é do tipo double. Nesse caso, ...


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A função R base Map pode fazer o que quer. Primeiro vou refazer os dados, uma vez que também vou usar uma lista de vetores, não só uma lista de funções. set.seed(123) x <- rnorm(10) y <- x is.na(y) <- sample(10, 3) Agora, o Map vai aplicar várias funções aos vetores x e y, um de cada vez. Map(function(f, x, ...){f(x, ...)}, list(mean, sd, median),...


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Em geral não compensa paralelizar em mais de um nível. Isso até que é possível mas não vai fazer o seu código rodar mais rápido, a não ser que o primeiro nível de paralelismo não esteja conseguindo utilizar todo o recurso ocioso do computador. Hoje em dia a forma mais fácil de se criar código paralelo no R é usando o pacote future em combinação com o furrr. ...


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