Respostas interessantes marcadas com a tag

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A frase citada acima do SOen está correta. De acordo com o John Chambers, criador do r, Tudo o que existe no R é um objeto. Tudo o que acontece no R é o chamado de uma função. Isso cria a curiosa situação de que uma função é, ela mesma, um objeto. Veja a diferença entre o data.frame no pandas (python, orientado a objeto): import pandas as pd df = ...


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Primeiro vamos ver o que diz a documentação da função str_extract_all: Extract All Pieces Of A String That Match A Pattern. Extrai todas as partes de uma string que correspondem a um padrão Pois bem, a regex que você usou tem como padrão a letra f: regex(pattern = 'f', ... Um ponto importante a se notar é que esta regex não possui o metacaractere ...


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Essa pergunta depende de alguns fatores como a tarefa de análise que se deseja realizar e o tamanho do conjunto de dados, isto é, o quanto ele é grande em relação à memória RAM (e as vezes o HD) do computador onde se pretende realizar a análise. Existem alguns casos a se considerar: Quanto ao tamanho do conjunto de dados: Conjuntos de dados maiores que a ...


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O Hadley criou recentemente o dplyr, uma versao bem mais rapida e com sintaxe mais intuitiva que o plyr. (links para o CRAN e para o anuncio no blog do RStudio) No dplyr ficaria assim library(dplyr) group_by(df,vendedor)%>%summarise(Total=sum(vendas)) vendedor Total 1 A 3300 2 B 440 3 C 1020 4 D 200 E agrupando por ...


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Atenção: update no magrittr 1.5 A partir do magrittr 1.5, o ponto (.) do operador %>% funciona com chamadas aninhadas. Dessa forma, ele substitui corretamente o ponto dentro de row.names(.) e agora o exemplo funciona normalmente sem qualquer modificação. dados <- mtcars %>% mutate(nomes=row.names(.)) head(dados) mpg cyl disp hp drat wt ...


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Traduzindo daqui. R possui muitas funções *apply que estão bem explicadas no help (e.g. ?apply). Como existem muitas, alguns usuaRios novátos podem ter dificuldades em decidir qual é apropriada pra sua situação ou até mesmo lembrar de todas. apply - Quando você quer aplicar a função às linhas ou colunas de uma matriz. # Matriz de duas dimensões M <- ...


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R é uma linguagem especializada cujo sweet spot são problemas de análise de dados em memória (um conjunto extremamente significativo de problemas). Dito isso o ecossistema do R é grande e diversas soluções estão surgindo para tratar problemas com volumes enormes de dados. Tenha em mente que problemas de Big Data utilizam sim técnicas específicas (e muitas ...


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Eu não conseguiria explicar melhor que o Guilherme Bernal porque isso ocorre. Por essa razão, vou me limitar ao como contornar a situação dentro do R. Para entender como o R "vê" 0.1, 0.05, 0.1 + 0.05 e 0.15, use o comando format format(c(0.1, 0.05, 0.1 + 0.05, 0.15), digits = 20) [1] "0.100000000000000005551" "0.050000000000000002776" [3] "0....


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A função order não retorna o vetor original ordenado, mas retorna um vetor com as posições para que x fique em ordem crescente. Dessa forma, para obter de volta o vetorx ordenado, você tem que colocar x[order(x)]: x[order(x)] [1] -6 -2 4 5 7 9 Ou, em ordem decrescente: x[order(x, decreasing=TRUE)] [1] 9 7 5 4 -2 -6 Caso você queira fazer isso ...


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Vou explicar com um exemplo. > objeto_fora_da_funcao <- 1 > f <- function() { objeto_fora_da_funcao <- 10 return(objeto_fora_da_funcao) } Saídas > f() # [1] 10 > objeto_fora_da_funcao # [1] 1 Agora, vamos mudar <- por <<- dentro da função f: > objeto_fora_da_funcao <- 1 > f <- function() { ...


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Primeiramente, é legal dizer que esse é um problema famoso de machine-learning. Ele está disponível como desafio do Kaggle, de onde também é possível baixar o banco de dados. Inclusive, é de lá que eu baixei os dados para escrever a resposta. Vou mostrar uma metodologia bem simples para treinar um classificador para esse problema. A resposta é bem um hello ...


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A sua função foi vítima do cancelamento catastrófico. Isso pode acontecer quando se subtrai dois números próximos e de mesmo sinal, no caso da sua função: sum(x2^2) [1] 1e+27 sum(x2)^2 / length(x2) [1] 1e+27 No caso da fórmula usada na função variancia isso ocorre normalmente quando a variância do vetor é muito menor que sua média. Vou propor duas ...


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Há um tempo atrás montei essa função pra tirar acentos. Nunca me deixou na mão. rm_accent <- function(str,pattern="all") { # Rotinas e funções úteis V 1.0 # rm.accent - REMOVE ACENTOS DE PALAVRAS # Função que tira todos os acentos e pontuações de um vetor de strings. # Parâmetros: # str - vetor de strings que terão seus acentos retirados. # ...


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As funções do tipo read.csv que o R possui carregam na memória RAM o conteúdo dos arquivos que estão sendo lidos. Assim, há três maneiras principais de se trabalhar com dados grandes que não cabem na memória do R: Aumente a sua memória RAM Tome uma amostra dos seus dados Leia os dados a partir do disco, sem carregá-los na RAM A solução 1 seria a ideal. ...


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Por que a grande maioria das linguagens de programação representa pontos flutuantes usando o padrão IEEE754 ou algo similar. O ponto é que os números são representados da seguinte forma: (1.M) × 2E Sendo que M e E são inteiros escritos com um número fixo de casas. Sendo assim: 0,0510 = 0.0000110011001100110011001100110011... (vira uma dízima) 0,...


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Primeiro eu inverti a orientação do gráfico, colocando as barras na horizontal: fator_tecnologico_graph <- barplot( fator_tecnologico, beside = TRUE, horiz=TRUE, las=1, xlim=c(0,110), cex.axis = 0.7, cex.names = 0.6, legend.text = rownames(fator_tecnologico), args.legend = list("bottom", bty="n", cex = 0.7), col=rainbow(4), ...


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Outra opção é utilizar o pacote data.table: df <- data.table(df) df[,sum(vendas), by=vendedor] df[,sum(vendas), by=data.table(vendedor, regiao)] Pacotes como o plyr e o data.table foram criados para facilitar e agilizar esse (e outros) tipos de análises, entao se o teu banco for grande ou tiver que fazer muitos agrupamentos, talvez valha a pena dar uma ...


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No R, o comportamento padrão do data.frame é transformar textos em fatores. Isso pode gerar resultados inesperados quando números, durante o processo de importação/manipulação de dados, são erroneamente interpretados como textos e transformados em fatores. Em geral, ao trabalhar com data.frames, é interessante colocar a opção stringsAsFactors = FALSE para ...


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Sim, tem como. No fundo é só questão de arrumar a disposição dos gráficos na tela. Se você acessar o help da função layout (?layout), lá tem um exemplo justamente de gráfico de dispersão com histogramas marginais (último exemplo do help): x <- pmin(3, pmax(-3, stats::rnorm(50))) y <- pmin(3, pmax(-3, stats::rnorm(50))) xhist <- hist(x, breaks = ...


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library(XML); library(httr) url = "http://www.encontroabcp2014.cienciapolitica.org.br/site/anaiscomplementares?AREA=8" site_gt = GET(url) site_gt = content(site_gt, as = "text") site_gt <- htmlParse(site_gt, encoding = "UTF-8") resumos_gt = xpathSApply(site,'//div[@style="display:none;"]', xmlValue) resumos_gt Solução foi primeiro ler o conteúdo ...


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Através do comando paste: paste("Olá", "mundo!", sep=" ") [1] "Olá mundo!" paste("Olá", "mundo!", sep="-") [1] "Olá-mundo!" Utilize o comando ?paste para acessar o help da função e aprender suas outras particularidades.


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A função rle é perfeita para isso. Ela conta exatamente o número de comprimentos e valores de sequências em um vetor: x <- c(1, 1, 0, 0, 1, 0, 1, 1) contagem <- rle(x) contagem$lengths[contagem$values==1] [1] 2 1 2 Inclusive, embora isto não tenha sido pedido na pergunta original, esta função poderia ter sido usada para contar os tamanhos das ...


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O que é função anônima em R? Uma função anônima Anonymous Function (também conhecida como expressão lambda) é uma definição de função que não está vinculada a um identificador. Ou seja, é uma função criada e usada, mas nunca atribuída a uma variável. Ou seja, R não possui uma sintaxe especial para criar uma função nomeada: quando você cria uma função, usa o ...


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Você pode utilizar a função lockBinding: Por exemplo: pi <- base::pi lockBinding("pi", globalenv()) Isso vai travar a variável pi na constante base::pi interna no global environment. Assim se você tentar definir uma nova variável pi no ambiente global com outro valor, o sistema não irá deixar: pi <- 5 Error: cannot change value of locked binding ...


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Pode também usar o pacote stargazer library(stargazer) stargazer(tabela, summary=FALSE) Resultado:


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Há duas soluções. Se você quiser omitir todos os NA do data.frame, você pode usar a função na.omit. Por exemplo, suponha um data.frame com duas colunas, em que há NA's nas duas. ### Construindo um data.frame de exemplo ### set.seed(1) df <- data.frame(x=rnorm(100), y = rnorm(100)) df[sample(1:100,20),1] <- NA df[sample(1:100,20),2] <- NA O ...


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Se você se refere ao needle plot, isto é, plotar as variáveis como barras saindo do eixo zero (ou mínimo), basta colocar o parâmetro type = h no plot. Por exemplo: with(economics, plot(date, unemploy, type="h")) Como você mencionou histograma,talvez você queira ver os pontos de uma única variável ao longo de uma linha. Para isso você pode usar o dotplot ...


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Isso pode ser feito de várias formas, como pode ser visto pelas várias respostas. Uma maneira sem usar pacotes adicionar é usar tapply: > tapply(df$Quantidade, list(df$Day.of.Week, df$Hour), sum) 10 11 12 13 14 15 16 20 21 0 NA NA NA NA NA NA 4643 NA NA 1 4502 4725 NA NA NA 4601 NA NA NA 2 NA NA NA ...


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Outra forma que serve para qualquer objeto do R, e não somente listas, é não selecionar o elemento que você quer remover e atribuir de volta ao objeto original: x <- x[-2]


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Pra primeira parte da questão, o código abaixo pode te ajudar library(dplyr) dados <- c(18,19,19,19,19,19,19,19,19,19,19,19,20,20,22,23,24,26,26,30,32) tabela <- data.frame(t(table(dados)))[,-1] tabela$dados <- as.numeric(levels(tabela$dados)) tabela <- tabela %>% mutate(Fr = 100*Freq/sum(Freq), Fac = cumsum(Freq), Xi.Fi =...


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