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Programação reativa é programar com fluxos(streams) de dados assíncronos. Assíncrono significa que não se realiza ao mesmo tempo ou no mesmo ritmo de desenvolvimento (em relação a outra coisa). Isso é importante devido o crescimento da Internet e a demanda por tempo real, a programação precisa ser dinâmica, ou seja; diferente da forma tradicional de ...


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Na teoria, comparar esses dois paradigmas não faz sentido: a programação funcional, a programação imperativa e a programação em lógica (dentre outras) referem-se à maneira como uma determinada computação é descrita - respectivamente, em forma de funções matemáticas (cálculo lambda), em forma de instruções explícitas para a máquina (arquitetura de Von Neumann)...


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A resposta do mgibsonbr é excelente e eu não poderia ter feito melhor. Vou apenas colocar algo um pouco diferente: Claro que aí estão alguns pontos que ajudam entender as diferenças entre elas. Não vou entrar em detalhes sobre cada ponto, daria um livro. O assunto é um pouco mais complexo que isso e há algumas imprecisões para simplificar a exposição. A ...


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A diferença é justamente aonde a chamada recursiva é chamada: Caso ela seja chamada na "cauda" da função, é uma chamada de cauda recursiva. A "cauda" da função é sua última chamada. É a última computação / cálculo feito pela função, e logo depois dela, nenhum tratamento é feito antes de retornar seu valor. Por exemplo, considerando esta função para ...


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Pra falar a verdade, eu acho que o termo "programação funcional" não é muito preciso, e eu preferiria separar os Lisps das linguagens tipadas no estilo ML (Haskell, Ocaml, F#, etc). Dito isso, para responder a pergunta "porque aprender Haskell", acho melhor dividir em duas partes. Programação Funcional em geral Uma coisa que todas as linguagens funcionais ...


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Currying e partial application É extremamente comum encontrar por aí definições e exemplos de currying que na verdade se referem a partial function application, ou aplicação parcial de funções. Para quem, como eu, se interessa por programação funcional sem dominar de fato nenhuma linguagem puramente funcional, geralmente os dois conceitos ficam ainda mais ...


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O paradigma imperativo é aquele que expressa o código através de comandos ao computador. Uma outra característica marcante é a mutação de estado (alterar os valores dos objetos). Funciona como uma receita de bolo. Tem mais informações sobre o imperativo em outra pergunta. O paradigma funcional costuma expressar o código principalmente através de funções e ...


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Uma linguagem tem funções de primeira classe, quando funções podem ser tratadas como valores que podem ser passados, manipulados, retornados... ou seja, é possível operar funções. Este conceito é um atributo da linguagem, ou ela tem ou não tem. Função de alta ordem é uma função que recebe ou retorna uma função. Só é possível definir uma função de alta ordem,...


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Embora o paradigma de programação Imperativo seja o mais popular entre programadores [profissionais], ele é apenas um entre vários meios de se "dar ordens" a um computador. Alem dele e do Funcional, temos também a Programação em Lógica (ex.: Prolog), Dataflow (ex.: o motor interno de uma planilha), Function-Level (os programas não manipulam dados, ...


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Uma função pura é aquela que não provoca efeitos colaterais, ou seja, ela não muda qualquer estado na aplicação. Mas não é só isso, ela precisa sempre gerar o mesmo resultado com os mesmos argumentos, ou seja, ela precisa ser completamente determinística. A filosofia da programação funcional é que estados mutáveis causam problemas. E é verdade, causa mesmo. ...


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Currying (Inglês) é o nome dado à técnica de dividimos uma função que recebe vários argumentos numa série de funções cada uma lidando com um argumento da função inicial. De origens matemáticas, criado por Moses Schönfinkel e mais tarde aperfeiçoado por Haskell Curry. Após aplicada a técnica de Currying uma função aceita o primeiro argumento da função ...


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Resumidamente o imperativo diz como fazer e o declarativo diz o que fazer. Imperativo Este paradigma se preocupa com os detalhes do funcionamento do algoritmo e o declarativo apenas com a semântica correta do que se quer alcançar. Fica claro que é muito difícil programar de forma apenas declarativa. O declarativo deverá ter algum suporte de outros ...


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Pode-se entender um pouco sobre imutabilidade em outra pergunta aqui no site. Ela apenas garante que o estado nunca será alterado no mesmo objeto. Não garante que uma variável tenha sempre o mesmo valor. Esta é uma distinção importante. Usa uma técnica de COW. Inclui quaisquer estruturas que só permitem fazer leitura depois de sua criação. Não estamos ...


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Paradigma Imperativo Na programação imperativa você toma o controle total do que está sendo executado no programa e dita através de comandos, passo a passo, o que deve ser feito. Nesse paradigma, geralmente você trabalha alterando diretamente o estado dos objetos ou estruturas de dados que fazem parte do algoritmo No exemplo abaixo, fiz um algoritmo bem ...


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A sintaxe Permissao::getNome é um method reference, ou seja uma referência ao método getNome da classe Permissao. É diferente de uma chamada ao método, por isso não pode estar no corpo do lambda. Para usar o method reference, basta você usá-lo sem os parênteses. Além disso, o método collect precisa receber algum coletor para ele saber qual deve ser o tipo ...


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Já foram dadas boas respostas, mas ainda faltou responder a algumas dúvidas do OP, que tentarei tratar aqui Quais os prós e contras da programação funcional [em relação a paralelismo e threading]? A questão aqui não é tanto o funcional vs. imperativo, e sim mutabilidade vs. imutabilidade. Linguagens imperativas tendem a fazer um grande uso de estruturas e ...


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Mais benefícios em relação a que? Em criar classes inteiras para simular o mesmo resultado? Afinal a lambda usa a infraestrutura de classes para funcionar. Então a concisão é provavelmente o maior ganho. E isso não é pouco. Eu diria que junto com a concisão vem a simplificação do código, faz tudo ser definido em um lugar só. E simplificação ajuda evitar ...


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A função reduce, disponível no módulo built-in functools, serve pra "reduzir" um iterável (como uma lista) a um único valor. É um paradigma um pouco mais comum em linguagens funcionais, mas que também é bastante útil em linguagens imperativas/orientadas a objetos como o Python. Mas como assim, "reduz" uma lista? Suponhamos que você tem uma lista ...


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O termo hash "costuma" ser traduzido por espalhamento. Algumas pessoas podem dizer que é triturar (o dado até ficar um pedacinho). Usos Tabela hash A principal finalidade é usar em chaves de tabelas de hash que precisam organizar os dados de uma forma numérica simples. Uma tabela hash consegue localizar um elemento quase sempre em complexidade O(1),...


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Há como construir uma aplicação útil baseada totalmente na programação funcional? Compiladores são úteis? É um domínio onde esse paradigma funciona muito bem. Big Data, Machine Learning são úteis? Programação funcional se dá muito bem com isso. Talvez não em todas nuances dessas tecnologias, mas em várias delas vai muito bem. qualquer comunicação externa ...


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Ambas pegam os elementos de um stream de dados (geralmente uma solução como array ou ArrayList) e cada elemento terá uma ação a ser definida em seguida. A diferença que flatMap() consegue fazer isso em streams que possuem dimensões (ele achata os dados para ficar linear), então cada elementos daquela coleção de dados será usado independente de ele estar ...


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Programação Imperativa A Programação Imperativa é um conceito baseado em estados, definidos por variáveis, e ações que são manipuladoras de estado, procedimentos. Pelo fato de permitir o uso de procedimentos como estruturação, também é conhecido como, Programação Procedural. Exemplos de linguagens: Pascal,C,Cobol,Python Vantagens Eficiência Modelagem ...


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O efeito colateral é o fenômeno que interfere em uma situação além do esperado, que acontece algo por consequência do evento principal. Em computação é isso também, e usamos para dizer que um código afeta algo que está além dele. Isso ocorre quando algo não é autocontido, que falta encapsulamento (no sentido amplo da palavra, não no que normalmente é ...


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Vamos começar do significado das palavras? flat: achatado, plano Então, o flatMap vai mapear e aplanar. O que isso quer dizer? Antes de responder, me permita dar uma volta pra falar de manipulação desses fluxos de dados. Uma das características que tornam mais interessantes o uso de streams é manipular os elementos individuais delas, sem precisar se ...


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Transparência referencial é uma boa propriedade para funções que são internas ao seu programa, porque torna mais fácil de entender o que o código faz. Funções que interagem com o mundo exterior (por exemplo, com um banco de dados) não podem ter transparência referencial. O núcleo de Haskell é uma linguagem puramente funcional. Mas um programa puramente ...


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Você escolheu um artigo um pouco complexo para começar a entender as lambas, hein? :) Poderia ter começado com um mais simples. Em primeiro lugar, você precisa entender o que é uma lambda: trata-se de uma função anônima, que não tem atribuído a ela um nome específico. Isso soa diferente para quem está acostumado a sempre criar funções dando nome a elas, por ...


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Não vou garantir que responderei sua pergunta com a excelência que você espera. Primeiramente nunca é demais aprender algo novo. Pra falar a verdade é até saudável sair um pouco da zona de conforto. Sair dela sempre fará com que voltemos melhores do que quando saímos. Uma coisa é aplicar esse tipo de paradigma no mercado que é totalmente dominado pelo OOP, ...


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Como outros já mencionaram, C# não te dá uma garantia de que uma recursão de cauda vai ser otimizada. Eu sou muito fã de recursão de cauda mas acho que que você está focando um pouco no sentido errado - eu acho que o controle de fluxo flexível é um ponto mais crucial da recursão de cauda do que a imutabilidade e isso muda um pouco a maneira de abordar esse ...


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A função R base Map pode fazer o que quer. Primeiro vou refazer os dados, uma vez que também vou usar uma lista de vetores, não só uma lista de funções. set.seed(123) x <- rnorm(10) y <- x is.na(y) <- sample(10, 3) Agora, o Map vai aplicar várias funções aos vetores x e y, um de cada vez. Map(function(f, x, ...){f(x, ...)}, list(mean, sd, median),...


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Pelo que entendi da linguagem, o uso dela seria algo semelhante ao do matlab. E seria utilizada onde você necessita realizar cálculos matemáticos complexos. No próprio link que você passou sobre programação funcional há o seguinte trecho: Linguagens de programação funcionais, especialmente as puramente funcionais, tem sido mais usadas academicamente ...


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