Respostas interessantes marcadas com a tag

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É possível, basta fazer: import Banco.* Que importará todas as classe do pacote Banco. Perceba entretanto que de acordo com o JavaBeans, pacotes devem ter a primeira letra minuscula, que é justamente para diferenciar das classes. Então o mais apropriado seria mudar seu pacote de Banco para banco. Seu código ficaria assim: import banco.*


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O composer simplifica e unifica a distribuição de código no PHP, não existe muita diferença, porem os bundles para Laravel 3 em sua maioria não são compatíveis com o Laravel 4. Pelo composer, cada pacote que deseje instalar é uma dependencia do projeto, então, editando o arquivo composer.json, você deve adicionar o pacote em questão na sessão require, para ...


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Em relação a memória não há diferença, a instrução import serve apenas para dizer onde se encontram as classes utilizadas. Porém há uma vantagem em usar importando diretamente a classe. Caso existam classes com o mesmo nome em dois pacotes ocorrerá um conflito em relação a qual classe está sendo referenciada. Por exemplo, utilizando os pacotes javax.swing....


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Este erro ocorre devido a 3 possíveis fatores: Erro de digitação O pacote não esta disponível Está tentando usar um pacote dev O primeiro erro é fácil de entender, o problema é o segundo, não fica muito claro o que é "package" ou aonde devemos deixa-lo disponível, a principio achei que o composer consultava o github e/ou bitbucket, mas na verdade não é ...


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Sim, dá fazendo isto: import Banco.* Esta forma importa todas as classes existentes no mesmo pacote. Documentação.


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Importe assim: import Banco.* É só colocar .* depois do ultimo pacote que você deseja importar


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Desde o Java 6, você pode usar os métodos estáticos printBase64Binary e parseBase64Binary da classe DatatypeConverter. Veja um exemplo: String base64 = DatatypeConverter.printBase64Binary("Blá = 1".getBytes("UTF-8")); System.out.println(base64); String original = new String(DatatypeConverter.parseBase64Binary(base64), "UTF-8"); System.out.println(original)...


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Resumidamente o uso de til (~) oferece correções de correção de bugs e o circunflexo(^) oferece uma nova funcionalidade compatível com versões anteriores. Veja essa imagem que encontra-se em Semantic Versioning Cheatsheet: Veja uma demonstração na tabela: Referência Byte Ancher - Semver explained(en)


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Não, a não ser que importe tudo mesmo, até alguma coisa que pode não querer que importe. Nada impede que tenha conflitos de nomes nas classes que forem importadas e você pode nem perceber até usar. Usando o nome explicitamente você seleciona melhor o que será importado. O uso do * garante que tudo será importado, até mesmo o que ainda não existe. Se criar ...


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Os arquivos .lock nesses dois casos são gerados automaticamente pelo gerenciador de pacotes (composer ou yarn) para garantir qual a versão exata seu código está utilizando. Nos arquivos .json correspondentes, você geralmente tem uma constraint de versão, que quando você atualiza (usando o composer update por exemplo) irá baixar a versão mais recente daquela ...


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De maneira simplificada o TIL (~) aceita somente as minor version mais recentes (o número do meio). ~1.2.3 vai aceitar todas as versões 1.2.x mas vai rejeitar 1.3.0. Já o CIRCUNFLEXO (^) aceita as mais recentes Major Version (primeiro número) . ^1.2.3 vai aceitar qualquer release 1.x.x incluindo 1.3.0, mas vai rejeitar as 2.0.0. FONTE e link do ...


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Você pode começar tentando a busca na ajuda dos pacotes instalados na sua máquina, por exemplo ??"nome_da_funcao". Entretanto, isso só vai funcionar se (i) o pacote estiver instalado e (ii) a função tiver página de ajuda. Outra solução é buscar diretamente na documentação, pelo RSiteSearch: http://search.r-project.org/ Você consegue utilizar a busca ...


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Quando você marca como dependência o Delphi ira somente compilar o ORM.bpl antes dele. O que você deve fazer é adicionar o DCP do pacote ORM em Runtime packages. Para isso entre em Options de seu projeto e procure por Runtime packages. Lembrando que caso esteja usando uma versão Delphi XE ou superior, tem que se atentar para o Target. Um coisa importante, ...


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Eu conheço os script do Damico, mas particularmente eu prefiro a solução que eu vou apresentar aqui. Por conta de os dados da PNAD serem fornecidos como microdados, basta ter o dicionário da pesquisa que a leitura é trivial utilizando qualquer leitor com delimitador. Por razões de desempenho vou utilizar aqui o data.table e uma função em C++ do pacote desc ...


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Recomendo utilizar o script criado pelo Damico e Djalma, o qual pode ser encontrado aqui. Já trabalhei bastante com ele e funciona perfeitamente. Você obtém os dados via: download all microdata.R, e então efetua a análise com single-year - analysis examples.R. Lá você também encontrará scripts para a PME, POF e PISA.


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Me parece que o pacote onde estarão os arquivos será sempre o mesmo. Desta forma, basta utilizar o código abaixo: Reader in = new InputStreamReader(getClass().getResourceAsStream("/com/app/json/file.json") ); Object o = JSONValue.parse(in); Caso contrário, você pode escrever uma função que receba o nome do pacote e transforme para um caminho válido dentro ...


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Como complemento à resposta que já foi dado, recomendo o uso da instalação do pacote desejado diretamente pela linha de comando, pois o Laravel, por possuir muitas dependências, faz com que o Composer leia todas elas, verificando biblioteca por biblioteca, para ver se existe uma nova versão. Há casos onde esse comportamento não é desejado, por exemplo, ...


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Olha uma forma muito simples é copiar o conteúdo da pasta C:\Users\User\Documents\R\win-library\3.2, ou no lugar de 3.2 sua versão do R e colar no novo computador que possui o R sem os pacotes, tendo cuidado com a compatibilidade da versão do R do computador de origem e de destino. Outra forma e no seu script testar se possui os pacotes e se não tiver ...


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No diretório em que está o código do seu pacote, deve existir um arquivo de metadados chamado DESCRIPTION. Neste arquivo, um dos campos que pode ser incluído é o Imports, que indica que seu pacote depende de outro(s) pacote(s) para funcionar. Por exemplo, seu arquivo poderia conter o seguinte: Imports: raster, sp Veja que o seu pacote não instala ...


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Larissa, como você esta compilando na mão, tem que levar em conta algumas considerações: 1° Você escreve o código nos arquivos .java, mas antes de criar o executável JAR deve compilar os arquivos .java em .class. 2° Deve-se criar um arquivo que indique ao JAVA onde está o seu método public static void main(String[ ] args), este arquivo é ...


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Só usar –RemoveDependencies. PM> Uninstall-Package NomeDoPacote –RemoveDependencies Se eu selecionar tudo e dar um Del e depois ir na pasta Packages e apagar tudo e depois no Package.config, isso é sinal de dor de cabeça ou não? Não, é justamente isto que o nuget faz. Remover a referência do projeto, apagar a pasta em packages e depois remover do ...


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Recentemente tive o mesmo problema com o Newtonsoft. Consegui resolver atualizando. Update-Package Newtonsoft.Json


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No caso 1 FindClass pegará a referência da classe a partir do nome dela, ou seja, pra você pegar a referência da classe você deverá saber o nome dela e sua assinatura completa. Exemplo da classe String: Nome String Assinatura completa java.lang.String - porém deve-se substituir os pontos por barras "java/lang/String" No caso 2 GetObjectClass pegará a ...


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Como obter o APP Package Name do Android no JNI? Abaixo, mostro um exemplo completo de implementação, de como obtê-lo se forma simples em uma library. Obtemos o context através da jstring context na library. JNIEXPORT jstring JNICALL Java_com_simple_example_MainActivity_Native_Hello(JNIEnv *env, jclass clazz, jstring context) { jclass cls = (*env)->...


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O seguinte cabeçalho do roxygen2 importa corretamente o método que você precisa: #' Hello #' @export #' @importFrom rgeos coerce hello <- function() { a = matrix(1, 2,2) as(a, "gpc.poly") } Isso é um pouco estranho: para a função as funcionar corretamente ela precisa da função coerce do pacote rgeos. Lembre-se que o pacote precisa estar ...


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A data que está passando pode ser que conste a hora, dessa forma não trazendo o retorno esperado. Utilizando a função Trunc do oracle, poderá resolver seu problema. Não cheguei a testar, mas se você alterar os trechos abaixo: Atual: || rtrim (' WHERE DT_VIGENCIA >= to_date('''||p_tbl_paramSet('parametros').param('pDataInicial').ocorrencia(1)....


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O package da sua classe MainActivity está errado. Altere o atributo "name" da sua classe MainActivity no seu AndroidManifest.xml ficando da seguinte forma: Antes: <activity android:name=".MainActivity" android:label="@string/title_activity_main" > <intent-filter> <action android:name="android.intent.action.MAIN" /> ...


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Atualmente o npm não permite duas versões do mesmo pacote, visto que no package.json os pacotes são gerenciados por nome. No caso das subpastas, o npm não as gerencia como se fossem submódulos, como o git faz, por exemplo. Tudo que o npm toca está registrado no package.json. Se quiser ter pastas diferentes para módulos que pretende usar como dependência de ...


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Mais algumas alternativas: Pode parecer óbvio, mas simplesmente pesquisar por "R função" no Google é quase sempre suficiente para funções de pacotes que estão no CRAN, salvo funções com nomes muito simples/repetidos. O site http://www.inside-r.org/ possui a documentação de todos pacotes no CRAN, e normalmente é onde você vai parar se usar o método acima. ...


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Quando você coloca seu pacote como dependência do projeto, precisa especificar se quer alguma constraint de versão. Se você ainda não versionou essa dependência, precisa configurar para usar um branch dele como dependência. Usando uma constraint de versão: "require": { "php": ">=5.3.0", "[vendor]/[nome do repositorio]": "^1.0" } Usando um ...


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