Respostas interessantes marcadas com a tag

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É perfeitamente possível uma tabela possuir relacionamentos com ela mesma. Existem vários modelos de dados que necessitam de tal abordagem: Árvore: cada nó faz referência ao nó pai, sendo que o nó raiz não faz referência a nada, ficando com o campo nulo Lista: cada nó faz referência ao próximo nó, sendo que o último nó não faz referência a nada, ficando ...


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Isto é chamado cardinalidade. De uma certa forma o que está na pergunta praticamente já diz o que é cada um. 1:1 significa que para cada linha de uma tabela será referenciada em uma linha na outra tabela e vice-versa. 1:N significa que para cada linha em uma tabela será referenciada diversas linhas na outra tabela que por sua vez cada linha só pode ter ...


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A diferença essencial entre as duas teconologia é que uma é baseada em esquema (Relacional) e a outra não (Não relacional). Para trabalhar com um banco SQL (Relacional) a primeira coisa que voce precisa fazer é projetar a estrutura do banco, isto é, voce não consegue inserir um dado se não tiver previamente definido os "esquemas" das tabelas, enquanto que ...


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Primeiramente, respostas às suas perguntas: P: Isso pode acontecer sem criar inconsistência? R: Na estrutura atual este modelo permite inconsistência de dados (um telefone sem Cliente, por exemplo). P: há alguma maneira do valor de uma chave primária ser o mesmo valor de uma chave primária de outra tabela? R: Sim, porém em casos muito específicos. Se ...


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Em um servidor de produção, eu não confiaria somente na aplicação para garantir a integridade dos dados. A função de chaves estrangeiras é exatamente de garantir a relação entre as tabelas do Banco. Supondo que um bug no relacionamento de dois models da aplicação seja percebido somente depois de algum tempo no servidor de produção, o tempo para a correção a ...


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De uma maneira geral você não deve aplicar regras de orientação a objeto a um banco de dados relacional. CPF Mas pra falar a verdade achei o exemplo do CPF um pouco esquisito, a não ser que tenha sido exatamente para mostrar um uso errado. Por que precisa new Cpf() na classe? Não consigo imaginar um motivo. Se tiver um pode ser que faça algum sentido ...


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Além de ajudar a descrever o relacionamento nos modelos, as chaves estrangeiras são usados principalmente pra manter a integridade dos dados, ou seja imagine que você tem duas tabelas ligadas por uma chave estrangeira e tem dados na tabela B ligados a uma especifica linha na tabela A, então você, se você tentar deletar esta linha especifica o banco vai lhe ...


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Você pode aceitar a inconsistência eventual numa modelagem física [0,N] como na resposta do @VictorStafusa. Ou então usar um banco de dados que aceita inconsistências no meio de transações. Essa opção não é comum, eu particularmente só conheço o SQLite que faz isso. Como proceder nesse caso? Bem, no SQLite eles chamam essa consistência de chave estrangeira ...


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Não é necessário utilizá-las. Mas se você deve, é uma questão que depende de cada cenário. O papel das constraints é garantir a integridade dos dados no banco. A decisão portanto de utilizá-las ou não, depende de como os dados são gerados. Se você pode garantir que apenas o seu aplicativo, devidamente homologado, cria, altera, atualiza e exclua registros, ...


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Modelagem Conceitual O objetivo aqui é criar um modelo de forma gráfica, sendo este chamado de Diagrama Entidade e Relacionamento (DER), que identificará todas as entidades e relacionamentos de uma forma global. Aqui é evitado qualquer detalhamento específico do modelo de BD. Sua principal finalidade é capturar os requisitos de informação e regras de ...


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Como as respostas já disseram, depende do cenário em que você se encontra e dos requisitos da aplicação. Mas algo que eu gostaria de acrescentar é que, nos casos onde não é necessário ter dados bem estruturados e bem definidos no banco de dados, talvez um SGBD relacional não seja a melhor resposta. Aplicações de uso específico (por exemplo, que processam ...


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O único dado mais próximo de uma explicação fornecido na própria documentação é de que a alteração funciona caso o registro venha de uma tabela "derivada", como no exemplo abaixo, e que isso se deve ao fato de o dado derivado estar materializado em tabela temporária: UPDATE t ... WHERE col = (SELECT * FROM (SELECT ... FROM t...) AS dt ...); Extrapolando ...


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Não existem soluções absolutamente certas em desenvolvimento de software. Então a melhor maneira depende de muita coisa. O que dá para dizer que o a forma considerada mais correta é a primeira por envolver a normalização do dados. Mais correta não significa a melhor. Há situações que você deve fazer o que não é tão correto assim para atingir o melhor ...


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Em teoria, pode. Views no MySQL podem inserir e atualizar registros. Só não podem excluir registros das tabelas envolvidas. Claro que a montagem do padrão MVC em cima de uma View em SQL precisa ser mais criteriosa. Algumas operações terão limitações e você terá que trabalhá-las. O ideal ainda é construir Models em cima de tabelas, com a aplicação tendo ...


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Não dá para dizer que está errado, mas eu não gosto deste tipo de separação na maioria dos casos. Acho que ela é válida se o cadastro é muito grande e as partes costumam ser acessadas de forma independente na maioria das vezes. Aí funciona como uma otimização. Não que ela seja necessária e útil na maioria dos casos. Se a pessoa só pode exercer um papel na ...


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Há duas opções pra você aqui: a sem integridade referencial e a com. A sem com certeza é mais simples, se você não se importar com a falta de chaves estrangeiras, mas se achar isso indispensável há uma alternativa com elas - no entanto você não vai escapar de criar uma tabela adicional para cada entidade do seu modelo. Pra começar, crie os modelos básicos: ...


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Minha opinião pessoal é que o benefício não compensa o efeito em cascata das atualizações e validações de integridade em uma grande massa de dados. Vários DBMSs implementam planos de execução onde a dependência entre estruturas é levada em consideração. Aumentando a complexidade dos relacionamentos descritos pelas chaves estrangeiras, você pode estar ...


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Eu faria da seguinte forma: Uma tabela com a categoria de produto; Uma tabela com as características que um produto de uma dada categoria possui; Uma tabela com os dados de cada característica para um produto; Pode parecer um tanto prolixo, mas fica uma estruturação bem consistente. Minha sugestão de campos: CREATE TABLE product_categories ( id INT ...


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Você pode colocar o que quiser um um model. Ele representa dados organizados de tal forma que pode ser utilizado pelo controller para produzir views. É comum que os modelos representem tabelas de um banco de dados. Neste caso é comum que o modelo se encarregue de leitura e escrita no banco de dados. Mas isto não é um requisito. Uma view do SQL representa ...


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TL;DR Chaves estrangeiras tem tudo a ver com manter a consistência dos dados. Restrições Definir uma chave estrangeira cria uma ligação entre um registro da tabela de origem com um registro da tabela de destino. Em geral, se um campo é uma chave estrangeira, cada registro contém naquele campo um identificador válido que referencia um registro ...


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Existem seis tipos de cascades (CascadeType) na especificação do JPA. São eles: ALL = Realiza todas as operações em cascata DETACH = Realiza a operação detach em cascata MERGE = Realiza a operação merge em cascata PERSIST = Realiza a operação persist em cascata REFRESH = Realiza a operação refresh em cascata REMOVE = Realiza a operação remove em cascata ...


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Basicamente falta índice nos nomes para melhorar a performance: CREATE TABLE IF NOT EXISTS `cidade` ( `id` int(11) NOT NULL AUTO_INCREMENT, `nome` varchar(255) NOT NULL, `estado_id` int(11) NOT NULL, PRIMARY KEY (`id`), KEY `nome` (`nome`), KEY `estado_id` (`estado_id`) ) ENGINE=InnoDB DEFAULT CHARSET=utf8; CREATE TABLE IF NOT EXISTS `...


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Do jeito que está, na tabela vendas não dá para saber em qual equipe o vendedor estava quando a venda foi realizada, uma vez que ele pode mudar de equipe depois de fazer a venda. A solução mais simples para isso (existem outras) seria simplesmente acrescentar um campo id_equipe na tabela vendas que corresponde a equipe na qual o vendedor estava quando a ...


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O problema do seu modelo de dados é que não há histórico de equipes na qual um vendedor fez parte. Ou seja, se o vendedor fez parte de 10 times ao longo do histórico dele, as vendas serão contabilizadas levando-se em conta apenas o time atual. Resumindo, seu modelo atual é esse: O ideal seria que, na venda, fosse informado o produto, o vendedor e, ...


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Você não pediu a opinião pessoal, perguntou se era uma boa prática. Além disso O StackOverflow não se propõe a responder perguntar baseadas em opinião pessoal e recomenda que não se façam perguntas deste tipo e muito menos que sejam dadas respostas baseadas em opiniões pessoais. Não, não é uma boa prática. É realmente uma péssima prática. Não é uma opinião ...


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Isso por si só não é uma prática ruim. No mundo de bases de dados relacionais que interagem com sistemas orientados a objetos (acredito ser o seu caso), o maior desafio de design para a base é como montar um schema que faça sentido e que seja fácil de manter. A discussão sobre se é melhor repetir informação ou não no banco, e o quanto repetir, trata de um ...


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Você tem que olhar para o modelo físico. Por exemplo: CREATE TABLE casa ( id INT, endereco VARCHAR(200), PRIMARY KEY (id) ); CREATE TABLE pessoa ( id INT, nome VARCHAR(200), PRIMARY KEY (id) ); CREATE TABLE moradia ( id_pessoa INT, id_casa INT, PRIMARY KEY (id_pessoa, id_casa), FOREIGN KEY (id_pessoa) REFERENCES ...


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Estritamente falando de fato colunas mutualmente exclusivas não são desejáveis e pode sim ser considerado errado. Isto não quer dizer que você nunca deva fazer e que os resultados adequados não podem ser obtidos se fizer "errado". Nem sempre vale à pena complicar a modelagem por causa de um detalhe para dizer que fez o "certo". A regra pela regra nunca é ...


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O Rails somente não garante integridade dos dados. Em especial, a validação de uniqueness não garante que não sejam criados registros duplicados em caso de acessos concorrentes. O próprio Rails Guides menciona isto em http://guides.rubyonrails.org/active_record_validations.html#uniqueness. Este artigo, em inglês, explica mais como isto pode ocorrer. Além ...


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São definidas algumas "regras" de normalização de dados, mas estas não vem do paradigma do OO, o banco de dados deve estar de acordo com essas normas para garantir economia de espaço, manutenção, etc. Veja mais aqui: https://pt.wikipedia.org/wiki/Normaliza%C3%A7%C3%A3o_de_dados


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