Respostas interessantes marcadas com a tag

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Sim. não é um ecossistema muito maduro, mas existem opções de frameworks web em Lua: Lapis Sailor Orbit Ophal Lapis e Sailor parecem mais avançados e robustos, além de mais recentes e atualizados.


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Basicamente o repeat equivale ao do ... while de outras linguagens. No while, você está dando a condição para entrar no loop. Se a condição for falsa, as operações realizadas dentro da estrutura não serão executadas nenhuma vez. local i = 1 while a[i] do print(a[i]) i = i + 1 end No repeat, você dá a condição na saída, usando until. Ao menos uma vez, ...


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Sem dúvida nenhuma. Qualquer linguagem pode. Mesmo que houvesse alguma dificuldade no atual ecosistema, e é bom deixar claro que não tem, poderia ser estendido com C para dar esta capacidade. Claro que ela não tem tudo tão prontinho quanto PHP ou outras linguagens. Não existem frameworks tão completos quantos estas outras linguagens (o que pode ser uma ...


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Você pode usar as funções match ou find para achar a string que deseja. Ambas retornam um valor booleano indicado a presença da string string.match("oi\ntchau\nhi\nbye", "hi") Documentação match string.find("oi\ntchau\nhi\nbye", "hi") Documentação find Ambos resolvem seu problema se você quer apenas saber se contém ou não a string procurada. O resultado ...


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E totalmente possivel, mas precisas definir o locale adequado. Para o efeito podes fazer uso da função os.setlocale (locale \[, category\]) que vai definir o locale para o programa: Exemplo: os.setlocale("pt_PT") ou os.setlocale("pt_PT.iso88591") Podes ver o exemplo no Ideone. Se nenhum for definido, o do sistema é utilizado.


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O que deseja fazer não precisa de referência fraca. Se o código é isso mesmo, vai executar algo e encerrar, não precisa fazer nada para a memória ser liberada. Se pretende criar a tabela e que ela seja destruída logo em seguida, coloque em uma variável local. Mesmo que tenha que passar de uma função para outra faça com variáveis locais. Quando nenhuma ...


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Você chegou perto. Mas tem três erros. Você está recebendo os parâmetros de forma indevida. Esta lambda que o table.sort espera recebe apenas dois parâmetros que representam os dois items a serem comparados. Estes itens são valores independentes, você não precisa e nem pode receber a tabela. Da maneira como fez você está recebendo a tabela e pegando os ...


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Faz nada :) Ele inicia um bloco de comandos que devem ser executados em conjunto. O bloco obviamente é terminado pelo end. É muito comum usar com comando, tais como: if (na verdade usa o then no lugar do do), while, for e funções (ainda que neste caso o do é implícito), onde é comum ter várias linhas. É importante notar que ele gera escopo, então as ...


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Pra começar, io.open retorna uma handle para o arquivo (você está jogando ela fora atualmente) local fil, err = io.open("arquivo.txt", "a+") if not fil then error(err) end Depois disso, você pode usar o método lines para percorrer as linhas: for line in fil:lines() do -- ... end Para cada linha, você vai precisar fazer um pouco de manipulação de ...


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Vou colocar duas soluções para você. A primeira é baseada em resposta que eu já lhe forneci. Preste muita atenção ao comentário do lhf, o criador da linguagem. function table.map_length(t) local c = 0 for k, v in pairs(t) do c = c + 1 end return c end a = { move1 = "oi", move2 = "oi2"} for x=1, table.map_length(a) do print(a[...


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ipairs percorre as entradas com índices inteiros numa tabela, em ordem. pairs percorre todas as entradas numa tabela, em ordem arbitrária. No seu exemplo, adicione a.teste=truedepois de criar a tabela ou teste=true na criação. O par teste,true será visitado por pairs mas não por ipairs.


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O primeiro é o operador de membros, ele só separa a quem a função pertence. O segundo é um açúcar sintático, é o mesmo que: function obj.GoGoGo(self, name) end Então ele só coloca um parâmetro a mais para receber o objeto e dar uma notação mais OOP para a linguagem. O mesmo que tantas outras linguagens fazem de forma um pouco mais automática. Chamada: ...


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O gerenciador de pacotes "padrão" da linguagem é o LuaRocks. LuaDist também é usado por alguns.


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Em complemento a resposta do @bigown O LuaRocks permite que você criar e instalar módulos Lua como pacotes independentes. Para quem utiliza sistema operacional Linux, a instalação é bem simples. apt-get install luarocks Para instalar um pacote, você pode fazer da seguinte forma: luarocks install json-lua


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Você pode utilizar o comando string.sub: > string.sub(text, 5, 5) o Esse comando recebe como parâmetros a string, a posição inicial e a posição final. Caso a posição final não seja informada, ele assume como a posição final da string. Exemplo: > string.sub(text, 5) ou vegano


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Lua tem tabelas e não arrays. As tabelas de Lua tem semântica de array e semântica de hash dependendo de como você coloca seus elementos, e isto pode ser um pouco confuso. Um array precisa ter um índice inteiro sequencial preferencialmente iniciando em 1. O tamanho é definido pela quantidade de elementos. Se realmente é um array e iniciar em 1, sabemos que ...


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Para saber se a palavra inteira está na string, pode usar assim: procuro = "tchau" dentrode = "oi\ntchau\nhi\bye" string.match( "\n" .. dentrode .. "\n", "\n" .. procuro .. "\n" ) Explicação: Usamos "\n" adicionais em procuro para pesquisar apenas palavras inteiras; Da mesma forma, adicionamos os "\n" em dentrode, pois se você procura a palavra inteira e ...


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Pelo que eu entendi, você está colocando tabelas dentro de tabelas, e para chamá-las, você precisa passar a numeração dela! Um exemplo: for i = 1, #dados do print("NOME: ".. dados[i].nome) print("SEXO: ".. dados[i].sexo) print("IDADE: ".. dados[i].idade) print("\n") end


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Você deve verificar se a bola está no chão antes de aplicar a força. Isso impedirá que a bola voe infinitamente, como está acontecendo. Para isso, você pode verificar se a velocidade em y da bola é zero (ou seja, a bola está no chão), antes de aplicar a força. Deve ter outras opções melhores (não sei muito de LÖVE), mas deve resolver. Deve ficar algo do ...


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Uma abordagem mais tradicional para verificar a duplicidade conforme eu já havia feito em outra resposta sobre C. a = {{a=1, b=2}, {a=2, b=3}, {a=1, b=2}, {a=3, b=2}, {a=1, b=2}} for i = #a, 2, -1 do for j = i - 1, 1, -1 do if (a[j].a == a[i].a and a[j].b == a[i].b) then table.remove(a, i) break end end end -...


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É totalmente consistente. Você percebeu que este passo 6 faz dois testes? Primeiro ele executa test("masuia") e por isto a primeira linha é impressa. Até aí você deve estar achando tudo certo. Depois ele executa novamente o teste chamando o resultado da função test("masuia"). Qual é este resultado, ou seja, qual é o valor retornado? Nenhum, ou seja, nil. ...


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*Obs.: statement é uma instrução não expressiva.* Basicamente semicolons (os símbolos ;) separam statements, mas na versão 5.2 há uma simples mudança. Velho funcionamento Até a versão 5.1, os semicolons separam statements, podendo aparecer apenas depois do fim opcional de um statement. Não necessariamente que semicolons separam statements. Novo ...


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Sendo a versão 5.3 (apesar que não entendo muito) pode usar o módulo utf8 e terá as funções: utf8.char utf8.charpattern utf8.codepoint utf8.codes utf8.len utf8.offset Também existe um módulo starwing/luautf8 que possibilita ter algumas funções a mais (o autor afirma ter testado com Lua 5.2.3, Lua 5.3.0 and LuaJIT). Para instalar use o comando (se tiver ...


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Citando o manual: O comando local function f () corpo end é traduzido para local f; f = function () corpo end não para local f = function () corpo end (Isso somente faz diferença quando o corpo da função contém referências para f.)


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A introspecção ou introspecção de tipos, permite ao programa examinar a estrutura de um tipo ou objeto em tempo de execução. Por exemplo, em tempo de execução, é possível saber se um tipo X tem um método/função específica. Um exemplo em python seria: class foo(object): def __init__(self, val): self.x = val def bar(self): return self.x # dir ...


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Seria isso que você quer? local n = 0 for k,v in pairs(a) do n = n+1 falas[n] = k end Exemplo no ideone. Fonte: essa pergunta no SOen.


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Pode ser interessante abrir o arquivo em uma variável e editar o arquivo por ela no final da execução: dofile("tester.lua") arquivo = assert(io.open("tester.lua", "w"), "Falha ao abrir arquivo") -- O assert é apenas caso possa dar algum erro, mas caso prefira, descomente a linha abaixo e comente essa! --arquivo = io.open("tester.lua", "w") io.write("blabla")...


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Se você confia nesse string, então use t = loadstring("return {"..toset.."}")() Depois você pode verificar o conteúdo de t com for k,v in pairs(t) do print(k,v) end


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Resolvendo o problema. O melhor código para inserção dos dados, do modo que eu os recebi, na tabela, é o seguinte: filecontents = texto1 entries = {} do -- insere os dados do arquivo de texto na tabela function entry(entrydata) table.insert(entries, entrydata) end -- carrega os dados do arquivo na forma de código Lua thunk = load(...


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Sua função na verdade tem 4 argumentos. O código function vec:func(x, y, z) print("vec:func:", x, y, z) return "return: OK" end é açúcar sintático para vec.func = function(self, x, y, z) print("vec:func:", x, y, z) return "return: OK" end Tem duas coisas que você pode fazer: se sua função não precisa do self, você pode fazer ela receber só 3 ...


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