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Respostas interessantes marcadas com a tag

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Uma linguagem maravilhosa, é só isso que eu tenho pra dizer :P Ok, deixando a brincadeira de lado, é uma linguagem criada pela JetBrains, dona de um IDE que muitos consideram o que tem de melhor no mercado, como o IntelliJ, e o do Resharper, que muitos consideram um plugin indispensável para o Visual Studio, entre outros bons produtos. Ao que tudo indica ...


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Principais diferenças: Em Kotlin funções são first-class citizens, ou seja, a linguagem permite manipular funções com as principais, se não todas, operações disponíveis para outras entidades: passagem de argumentos, retorno de funções, modificações, atribuição de variáveis, etc... Isso nos permite utilizar alguns conceitos da programação funcional como: ...


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São rotinas cooperativas, ou seja, são rotinas (funções, métodos, procedimentos) que concordam em parar sua execução permitindo que outra rotina possa ser executada naquele momento esperando que essa rotina secundária devolva a execução para ela em algum momento, portanto uma coopera com a outra. Isto permite a execução em partes. Um dos grandes benefícios ...


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O que são exatamente Raw Types? De acordo com a especificação da linguagem, em tradução livre: Mais precisamente, um tipo bruto é definido como sendo um dos seguintes: O tipo de referência que é formado tomando o nome de uma declaração de tipo genérico sem uma lista de argumento de tipo de acompanhamento. Um tipo de matriz cujo tipo de ...


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Para realizar esta comparação no Kotlin, passe o parâmetro "ignoreCase" na função equals. Segue abaixo um exemplo: val texto1 = "testando"; val texto2 = "TESTANDO"; var resultado = texto1.equals(texto2, ignoreCase = true); println(resultado);


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val declara uma variável imutável e var declara uma variável mutável, por isso o compilador detectou que você tentou mudar o valor de algo que não pode. Parece que já sabe isso. Mas tem uma pegadinha. O que tem na variável money é apenas uma referência para um objeto Money. Nada impede de alterar o objeto em si. A imutabilidade é apenas do conteúdo da ...


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Kotlin odeia erro de referência nula, uma das maiores críticas que se faz ao Java. Então por padrão não é possível criar código que tente acessar um nulo. Mas pode ser que deseja isto, provavelmente pra ter compatibilidade com algum código do Java, ou talvez porque lhe falte um parafuso :) É aí que entra este operador. Ele tenta acessar o valor da variável, ...


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Linguagens de programação não possuem velocidade. No máximo implementações possuem velocidade, mesmo assim depende de uma série de fatores. As bibliotecas costumam ser um fator muito mais importante para a performance. Não consigo imaginar um motivo para Kotlin ser genericamente mais rápida. Pode ocorrer em algum ponto específico que implementações de Java ...


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Basicamente em Kotlin pode ser usado em membros de tipos e em Java só pode ser usado para variáveis locais, assim como em Kotlin também pode. Provavelmente este é um dos motivos do compilador de Kotlin ser lento, inferir tipo em membros é bem mais complicado. Apesar de ter pequenos detalhes diferentes, funcionam de forma igual. Em Java o final pode ser ...


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var no Java veio para reduzir um pouco a verbosidade da linguagem. O compilador faz inferência do tipo e evita que você tenha que repetir o tipo em algumas situações. Em vez de escrever: ByteArrayOutputStream bos = new ByteArrayOutputStream(); Agora é possível escrever: var bos = new ByteArrayOutputStream(); É uma feature que já existia em diversas ...


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Da forma que você declarou a classe Student, as variáveis name, age e course são apenas parâmetros passados ao construtor. Se você quer que eles se tornem propriedades da classe, você deve adicionar a keyword val ou var antes do nome da variável: class Student( val name : String, val age : Int, val course : String ) Você pode ler mais sobre a ...


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Imagino que está querendo saber porque criaram Kotlin se Scala já resolve esses problemas, ou seja porque criaram um Java melhor que o Java se Scala já faz isso. Se não for isso imagino que a pergunta é duplicata. Talvez o maior motivo seja porque Scala é interessante, mas não é exatamente um Java melhor que o Java. Ela pendeu muito para o lado funcional e ...


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Kotlin não possui operador ternário mas um if pode retornar um valor (ou seja é tratado como uma expressão) e funcionar da mesma maneira, com o detalhe é você é obrigado a ter um bloco else. Como consta na documentação: In Kotlin, if is an expression, i.e. it returns a value. Therefore there is no ternary operator (condition ? then : else), because ...


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Imagino que esteja falando de Extension Functions ou funções de extensão. Elas são usadas para estender funcionalidades em um tipo existente. Você as escreve como funções normais e ela funciona como se fosse uma função do tipo, ou seja, como se fosse um método que aquele tipo possui. O this pode ser usado como em um método normal para acessar o objeto que ...


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Não existe expressões ternárias propriamente ditas em Kotlin (até a versão tual). Creio que o mais próximo do ternário em Kotlin seria isso: val max = if (a > b) a else b Existem também outras implementações descritas nessa pergunta do SOEN.


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É um pouco parecido. Em Kotlin, classes não podem ter campos (fields), ou seja, elas só podem ter propriedades. Mas, para nossa alegria, a linguagem conta com um mecanismo de backing field implícito (chamado field) para quando for preciso usar modos de acesso personalizados. Sua classe, em Kotlin, poderia ser escrita assim: class Article(content: String) {...


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Para este código aparentemente: var content: String get() = this.content.toUpperCase(); set(value) { if (value != "") { field = value } } Obviamente fiz um stter também só para demonstrar já que ele tem um o field. É melhor que no C#, e muito melhor que no Java que nem tem um mecanismo próprio. Claro que você pode ...


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Indica que o tipo pode ser nulo. Em Kotlin os tipos não podem ser nulos por padrão. Mas em Java eles podem, pelos menos os tipos por referência. Então precisa ter um tipo que permita interoperar com essa condição do Java. A linguagem precisa respeitar a decisão do Java e por isso para dar mais robustez ao seu próprio código e até ganhar performance é ...


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Provavelmente a forma mais simples seria: public lateinit var prop: String fun init(param: String) { valor = Executa(param) } Kotlin tem propriedades de forma muita parecida com as propriedades de C#, com uma sintaxe melhor, então pode parecer que ali tem um campo, mas é uma propriedade, mesmo que não tivesse o lateinit. Coisas como setContentView() ...


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Kotlin possui um mecanismo um pouco diferente. Dentro de uma classe: companion object { fun getDragonGlass() : String = String.valueOf("All the dragon glasses.") } Chamaria como no Java: Classe.getDragonGlass() Existem variantes desta sintaxe. Há quem considere essa sintaxe verbosa demais. Outros defendem que isto passa o conceito melhor e que ajuda ...


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Exatamente, esse "tradicional" bem entre aspas. A forma que chama de tradicional vem do estilo C, que é considerado ruim por muitos. Complica o compilador porque gera contexto para o parser, dificulta a inferência de tipos, exige uma palavra chave antes da declaração quando não quer dizer o tipo (embora Kotlin errou nesta, na minha opinião*). Muitas ...


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É uma biblioteca para Kotlin voltada especificamente ao desenvolvimento de aplicações Android, com o objetivo de deixar o código mais simples e legível, dispensando o programador de ter que se envolver com os detalhes mais profundos do SDK Android para Java. Você encontra uma descrição mais detalhada com exemplos em: https://www.thiengo.com.br/iniciando-com-...


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Apenas para complementar, na versão 1.1 surgiu a extensão takeIf, que junto com o elvis operator (?:) pode contribuir nesse caso. Sua expressão ficaria: Log.wtf(GOT, "Run!".takeIf { valirianSteel == 0 && glassOfDragon==0 } ?: "Run too!") É um pouco diferente do habitual caso esteja cansado do if/else padrão.


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Em Kotlin se usa essas estruturas como expressões tb: Log.wtf(GOT, if(valirianSteel == 0 && glassOfDragon==0) "Run!" else "Run too!");


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Kotlin trabalha com um controle de fluxo diferente, chamado when. Seu código, usando o when, poder ser assim. Obviamente que o código poderia ser diferente, mas entendo que sua dúvida seja somente sobre o uso de switch. fun main(args: Array<String>) { val month = 8 val monthString = when(month) { 1 -> "Janeiro" 2 -> "...


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Os métodos que fazem sentido ter esta opção, e não só o equals() o fazem através de um parâmetro indicando a ignorância de caixa (ignore case). Veja a documentação do equals(). Veja também a documentação da String de Kotlin. Observe que boa parte dos métodos tem este parâmetro. Nesse ponto eu não sei se gostei da decisão do Kotlin já que parâmetros ...


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Isto nada tem a ver com Kotlin ou outra linguagem, é só uma convenção que se costuma usar para indicar que a variável é booleana, é para dar legibilidade mostrando a semântica dela. Tão pouco tem a ver com set, embora possa ser usado nele. Alguns consideram uma forma disfarçada de notação húngara, outros consideram que não porque mostra o significado real ...


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Sim, pode. É um recurso propalado pela Google que a nova linguagem do Android seja interoperável com Java; você pode criar uma classe em Java e outra em Kotlin, cada uma irá ser compilada para um arquivo .class, e uma pode chamar a outra no código (Kotlin chamar o Java ou o Java chamar Kotlin). Você pode inclusive ir adotando o Kotlin aos poucos no seu ...


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Também chamado de registro, é para ser uma estrutura simples basicamente com dados, sem comportamentos, a não ser os necessários para a infraestrutura básica da linguagem, como comparação (equals()), hash (hashCode()), métodos acessores para os campos definidos (compatíveis com Java Beans), cópia (copy()) e stringificação (toString()), além do construtor, ...


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De acordo com o GitHub dele é uma biblioteca para facilitar o desenvolvimento para Android com mecanismos para Intents, Dialogs e toasts, Logging, Resources e dimensions e ainda corotinas, uma deficiência de Kotlin. Também conta com uma DSL para layouts. Exemplo: verticalLayout { val name = editText() button("Say Hello") { onClick { toast("...


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