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A diferença entre include e require é a forma como um erro é tratado. require produz um erro E_COMPILE_ERROR, o que encerra a execução do script. O include apenas produz um warning que pode ser "abafado" com @. include_once tem a garantia que o arquivo não será incluído novamente se ele já foi incluído antes. require_once é análogo ao include_once ...


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O include não deixa a página mais lenta, mas sim o conteúdo do arquivo que será incluído. A performance depende do conteúdo do seu ficheiro que será incluído, por exemplo, muitos ciclos FOR fazem o script ficar mais lento, uma conexão com o banco de dados com uma query mal construía, etc... O melhor seria procurar como melhorar a performance do seu script ...


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require é idêntico ao include, exceto em caso de falha que também produzirá um erro fatal de nível E_COMPILE_ERROR. Em outras palavras, ele irá parar o script enquanto que o include apenas emite um aviso (E_WARNING) que permite que o script continue. O acréscimo de _once (para ambos os casos) diz ao PHP para verificar se o arquivo já foi incluído, caso ele ...


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Não existe problema em fazer includes dentro de funções, o que muda é apenas o escopo. Se você faz o include dentro da função, o escopo do include fica apenas dentro dessa função, ou seja, seria como se aquele código incluído fosse digitado dentro da função. Essa resposta pode ser encontrada no site do PHP na documentação da instrução include: http://php....


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Você está importando um texto. O que o compilador faz é simplificadamente o mesmo que você copiar e colar o texto que está dentro do include para dentro do texto que está no fonte principal. Por isto a posição em que ele é incluso é importante. Quase sempre quando você não faz logo no início você está com problemas. Ele está importando todo seu conteúdo. ...


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#include <filename> É usado para as bibliotecas padrões da linguagem. Em geral o compilador já sabe onde estão os cabeçalhos do que faz parte da linguagem. Obviamente isso pode ser configurado. Mas como será feito é problema da implementação. Claro que nada impede colocar outras coisas junto, mas não é recomendado. Então #include <filename.h> ...


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Isso não faz sentido, pelo menos não sem uma explicação. Se viu em algum lugar e não explicou porque, ignore, possivelmente é gosto da pessoa. Se tiver uma explicação, aí se você entender os fundamentos poderá avaliar se aquilo faz sentido ou não. Se não usar o include carregará os arquivos auxiliares para aquela aplicação de que forma? Tem outras palavras ...


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A diretiva #include, quando executada, faz com que uma cópia do arquivo cujo nome é dado entre < e > seja incluído no código-fonte. Por exemplo, suponha que definimos as macros a seguir e as salvamos num arquivo denominado macros.h: #define quad(n) ( (n)∗(n) ) #define abs(n) ( (n)<0 ? −(n) : (n) ) #define max(x,y) ( (x)>(y) ? (x) : (y) ) Então, ...


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Se você usa algo dessa biblioteca então tem que usar sim. Dependendo do compilador e suas configurações é possível que ache as funções para linkar. Quando gera warning significa que seu código está errado, mas ele consegue gerar um executável. Se vai funcionar é uma questão de coincidência. Pode funcionar ou não dependendo da operação e do resultado ...


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A primeira coisa a se fazer é separar seu website em 3 arquivos. header.html conteudo.php footer.html Como pode perceber no header terá o cabeçalho e no footer o rodapé. Então no conteudo.php você fará os includes, o header.html no início do código e footer.html no fim, segue exemplo: <?php include 'header.html'; ?> <h1>Nome da pagina</h1&...


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O problema que você mencionou é resultado de dois caracteres especiais usados em UTF para indicar a ordem dos bytes. São chamados de Byte Order Mark (BOM). Em hexadecimal, são a sequência 0xFEFF ou 0xFFFE, dependendo da endianness do arquivo. Em UTF-16 o BOM é necessário para determinar a ordem dos bytes, mas em UTF-8 seu uso não é recomendado (e nem faz ...


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Retire as tags <?php ?> do arquivo menu.php (Você vai deixar só html, e salvar com a extensão php como já estar). e depois ça a chamara normalmente: <?php include "includes/menu.php"; ?> O problema está ocorrendo porque você está tentando imprimir errado no php. Onde se tem: <?php <head> <title>Construção de interface em HTML ...


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Se você quer executar um PHP remoto no seu código: Atenção: isto é um perigo, por uma série de razões, mas lá vai: Para fazer um include "de verdade" com PHP, a diretiva allow_url_include precisa estar on no seu php.ini, assim como a diretiva allow_url_fopen. Se quer apenas o conteúdo do resultado do URL remoto: Se a diretiva allow_url_fopen estiver ...


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Quando se faz um include/require você, obviamente, tem como intenção incluir/requerer um recurso de outro arquivo externo, seja(m) ele(s) local(is) ou remoto(s). Esse(s) arquivo(s) está(ão) armazenado(s) num disco que, para ser(em) lido(s), depende(m) do sistema de arquivos que, por si só, é lento por definição. Com esse pequeno parecer você já sabe que sim,...


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O problema é que ele está interpretando as tags HTML como parte da sintax do PHP, já que você colocou tudo dentro do <?php ?>. Para mostrar um conteúdo HTML no PHP você tem 2 alternativas, sendo elas: Coloque o echo logo depois da tag de abertura do PHP, para que ele identifique as tags do HTML. Tire as tags de abertura/fechamento do PHP - caso você ...


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Não ocasiona problemas. Pelo menos conheço do PHP 5.0 para cima e nunca tive problemas com isso. include/require dentro de funções podem ser feitos normalmente. A diferença é que ela vai ficar "presa" dentro do escopo daquela função. Perigos Uma coisa que talvez você quisesse evitar é que um arquivo que é incluído dentro de uma função ter acesso a ...


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Esse tipo de problema também costuma acontecer por causa da codificação dos documentos. Experimente abrir os arquivos utilizados com o Notepad++ e converter para UTF-8 sem BOM, escolhendo a opção abaixo Basta clicar na aba "Formatar" para abrir essa opção


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Provavelmente é isto que você procura: include( $_SERVER['DOCUMENT_ROOT'] . '/config.php' ); Assim você tem o caminho absoluto de include em relação ao disco, e não ao URL do site. Se tiver curiosidade de entender, use esta linha num script de teste: echo $_SERVER['DOCUMENT_ROOT']; O resultado será algo como /var/www/httpdocs em Linux, ou algo do tipo c:...


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O comando faz a inclusão de código baseado em uma variável, portanto o PHPStorm, que é um IDE que tenta analisar o máximo do que pode acontecer com o código, não pode ir adiante na análise disto, só durante a execução teria condições de saber o que será incluso aí. Ele dá ciência a isto. Este código tem vários outros problemas. Já começa com um condição de ...


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Pode utilizar com match var str0 = 'abc123de45' console.log((str0.match(/[0-9]{5}/) != null)); var str1 = 'abc12345de'; console.log((str1.match(/[0-9]{5}/) != null));


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Pra que serve o #include? O #include é uma diretiva de preprocessador, isto é, uma transformação do texto do programa que ocorre antes da análise sintática propriamente dita. Ela recebe um nome de arquivo como parâmetro e substitui a si mesma pelo texto do arquivo mencionado: assim, uma linha desta forma: #include <stdio.h> Vai ser substituída pelo ...


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Nesse arquivo aqui: <div> <? php // <<<<<<<< if(isset($_POST['cpf'])){ echo "<table>"; echo "<tr>"; echo "<th>NOME</th>"; //... </div> a tag de abertura do php dever ser <?php // codigo ?>


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Isso acontece porque gets retorna não só o texto digitado, mas também o caractere \n correspondente ao ENTER que você digita. Isso pode ser visto se você verificar o tamanho da string e seus codepoints*: print "Digite uma palavra: " WORD = gets.downcase p WORD puts WORD.length print WORD.codepoints Se você digitar "bola" e der ENTER, a saída será: "bola\n"...


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Correto em se trabalhar com OPP, é definir seus arquivos de configurações em uma pasta chamada Config, o diretório Controller, como o próprio nome já diz é para enviar e receber comandos para a view ou model. E seu arquivo de conexão está no lugar totalmente errado. Includes com paths relativos são problemáticos require_once '../../controller/conexao.php' ...


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Ou seja: public class Pessoa { [Key] public int PessoaId { get; set; } public int EnderecoId { get; set; } public virtual Endereco Endereco {get; set;} } public class Endereco { [Key] public int EnderecoId { get; set; } public int MunicipioId { get; set; } public virtual Municipio Municipio { get; set; } } public class ...


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Tratamento de erro: include: se o arquivo não existe, a um warning (E_WARNING) é lançado mas sua aplicação continua funcionando. require: se o php não localizar o arquivo, um fatal error é lançado (E_COMPILE_ERROR). neste caso o script para. require & include são funções do "tipo" statement. A semântica correta do uso destas funções é: include 'file....


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Use debug_backtrace() ou debug_print_backtrace, ele pode detectar tanto include, require, include_once, require_once, quanto escopo de funções e classes. Usando debug_backtrace(): Arquivo /foo/a.php: <?php function a_test($str) { echo "\nOlá: $str"; var_dump(debug_backtrace()); } a_test('amigo'); ?> Arquivo /foo/b.php: <?php ...


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O pouco do código mostrado indica claramente que não deve haver essa separação. Aparentemente todo o código tem uma relação direta e é importante que ele esteja junto. Uma separação só deve ocorrer se houver um motivo para isso, precisa ter um funcionalidade à parte, o que não ocorre nesse caso. O arquivo deve funcionar como uma unidade lógica. Ele funciona,...


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Talvez seja porque está comparando uma string com um inteiro, só para garantir, converte para inteiro antes de comparar e faz uma comparação de valor e tipo '===' (três sinais de igual). Também alterei $permt=$svc['nivel'].""; para $permt=$svc['nivel']; $permt=intval($permt,10); var_dump($permt); // para debugar se continuar dando erro. if($permt===1) { ...


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