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Sim, tem como. No fundo é só questão de arrumar a disposição dos gráficos na tela. Se você acessar o help da função layout (?layout), lá tem um exemplo justamente de gráfico de dispersão com histogramas marginais (último exemplo do help): x <- pmin(3, pmax(-3, stats::rnorm(50))) y <- pmin(3, pmax(-3, stats::rnorm(50))) xhist <- hist(x, breaks = ...


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Para produzir o gráfico acima basta seguir o exemplo abaixo: install.packages('ggplot2') library(ggplot2) install.packages("reshape") library(reshape) install.packages("scales") library(scales) #................. # Exemplo de dados df <- read.csv(textConnection("Segment,Alpha,Beta,Gamma,Delta A,1416649,590270,236108,...


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Veja se o seguinte é o que pretende. Eu incluí o pacote ggpubr para rodar os nomes das espécies no eixo x. library(ggplot2) library(ggpubr) ggplot(dados, aes(specie, depletion_rate)) + geom_col(alpha = 0.5, aes(colour = trophic, fill = trophic, group = trophic)) + rotate_x_text(angle = 55) Se quiser mudar as cores use as ...


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Até onde sei, pacotes gráficos mais avançados do R, como lattice e ggplot2, não possuem uma maneira fácil de colocar números em cima das barras do histograma. Imagino que dê pra fazer, mas é um trabalho bastante grande, justamente para desencorajar este uso. Isto se deve ao fato de quase ninguém atualmente achar que histogramas necessitam vir acompanhados de ...


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Veja se os códigos abaixo te ajudam. Eu criei três amostras x, y e z, cada uma com distribuições normais diferentes, e plotei uma ao lado da outra. Perceba que primeiro criei x e y, só para depois adicionar z. Note também que a função facet_grid não exige nenhum parâmetro para deixar os eixos y na mesma escala. # dados originais n <- 1000 x <- ...


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É possível fazer com as funções base, colocando cores semi-transparentes: h1<-hist(grupo1) h2<- hist(grupo2) plot(h1, col=rgb(0,0,1,1/4), main = "Histogramas", xlab = "x", ylim =c(min(min(h1$counts), min(h2$counts)), max(max(h1$counts, max(h2$counts)))), xlim=c(min(min(h1$breaks), min(h2$breaks)), max(max(h1$breaks, max(h2$breaks))...


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Essa pergunta não é trivial mas é importante porque nunca tinha aparecido por aqui. O que você quer exatamente é fazer um plot controlando você mesmo a largura dos bins. O geom_histogram tem o parâmetro barwith, entretanto esse parâmetro é um valor único e não resolveria o seu problema. No seu caso você deve definir os breaks manualmente, alterar a escala x ...


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Você está passando FALSE para o parâmetro axes da função hist (que controla se os eixos aparecem ou não). Remova o axes = F, ou troque para axes = TRUE, e os eixos serão desenhados.


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Normalmente a escala do gráfico deveria ser determinada automaticamente de modo a que todos os valores sejam visiveis. Aparentemente, no teu caso, isto não está a acontecer. Podes forçar uma escala usando o método setRange(int x, int y). No teu caso podes tentar: int grayScale[255] = {0}; //faco meus bang pra montar o array QVector<double> x(255),y(...


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O truque aqui é perceber que é possível fazer um histograma tradicional e salvar as informações referentes à sua construção em um objeto. Por exemplo, pontos <- c(0.6666667, 1.0000000, 0.3333333, 0.6666667) histograma <- hist(pontos) str(histograma) List of 6 $ breaks : num [1:5] 0.2 0.4 0.6 0.8 1 $ counts : int [1:4] 1 0 2 1 $ density : num [1:4]...


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Contar Pixels Como a função inRange() é utilizada, os pixels podem ser contados com a função countNonZero(). Então a quantidade de pixels obtido em cada inRange podem ser obtidos da seguinte forma: pixelsAsfalto = cv2.countNonZero(somenteAsfalto) pixelsTerra = cv2.countNonZero(somenteTerra) pixelsVerde = cv2.countNonZero(somenteVerde) E a quantidade ...


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Com o gráfico de barras é possível usar o log10 no eixo y, já com o histograma desconheço. library(ggplot2) library(gridExtra) grafico_1 = ggplot(h1, aes(x=breaks, y=counts))+ geom_bar(stat="identity") + xlab("Dados") + ylab("Frequencia") grafico_2 = ggplot(h1, aes(x=breaks, y=log10(counts)))+ geom_bar(stat="identity") + xlab("...


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A comparação que tem no for: if(frase[num] <= alfabeto[num])az++; Não lhe contabiliza as letras corretamente, pois apenas está a comparar se a letra que tem é menor que a letra em que vai no alfabeto, e não se existe no alfabeto. No entanto o erro que está a obter vem do ultimo printf em: printf ( "\n\n\tTemons %d letras \"%s\"\n\n" , az, ...


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Isto é resolvido com o pacote ggplot2. Em primeiro lugar, eu construo um data frame com tudo o que necessita ser plotado, com nomes que tenham algum significado neste contexto: dados <- c(1L, 5L, 3L, 3L, 5L, 3L, 4L, 1L, 2L, 2L, 7L, 3L, 2L, 2L, 3L, 3L, 2L, 1L, 5L, 4L, 4L, 3L, 5L, 2L, 6L, 2L, 1L, 2L, 5L, 5L, 5L, 3L, 6L, 4L, 5L, 4L, ...


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