Respostas interessantes marcadas com a tag

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Um stack (ou pilha), neste contexto, é uma forma otimizada para organizar dados na memória alocados em sequência e abandonados (sim, normalmente não há desalocação) em sequência invertida a da entrada. Um heap (ou monte, ok, ninguém traduz isso) é a organização de memória mais flexível que permite o uso de qualquer área lógica disponível. De que pilha ...


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A tradução de "stack" é pilha, isto é, uma estrutura de dados em que o último elemento a entrar é o primeiro a sair (pense numa pilha de livros). A pilha, portanto, funciona de forma bastante simples - elementos são adicionados/removidos de forma organizada/restrita, o que permite que os processadores sejam otimizados para realizar as operações envolvidas (e....


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Gostaria de apresentar aqui meu entendimento menos técnico do que as repostas dadas acima mas que podem ser de ajuda ao programador que quer apenas saber do que se trata sem se aprofundar no assunto. A memória Stack é utilizada para armazenar argumentos de uma função, procedure, método. Sendo ela estática pré-alocada no start do programa e desalocada no ...


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Definições Pilha Na pilha, são guardados objetos alocados dentro de escopos de funções incluindo variáveis locais das funções, argumentos, endereços das áreas de código sendo executadas antes de outras chamadas de função, retorno de funções. A alocação de memória ocorre de forma sequencial e, como a posição desses objetos é conhecida durante o tempo de ...


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O local em que a alocação da memória é feita é somente determinado pelo seu tempo de vida e não pelo tipo de dado. Em C# existem instâncias de duas formas de valores: value types (o valor em si) e referências para outras instâncias. Existe o conceito de "locais de armazenagem" que podem armazenar valores. Todo valor manipulado por um programa está em um "...


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Gerenciador de tarefas não é uma ferramenta confiável para verificar quanta memória uma aplicação está consumindo. Existem alguns fatores para o grande consumo do Java: O Java é uma plataforma e não apenas um programa executável nativo simples. O runtime do Java é grande para gerir toda a plataforma. E ainda é comum carregar códigos que não serão ...


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O que é É a função para desalocar memória alocada no heap (lá explica porque o heap é necessário). Ela costuma ser usada em par (não necessariamente de forma direta) com malloc(). Recomendação Em códigos além do trivial não tem como evitar o uso do malloc() (e suas irmãs calloc() e realloc(), portanto não dá para evitar o uso do free(). Onde usa o malloc(...


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Resumo Estado (campos) e comportamento (métodos) são coisas distintas e estão em áreas da memória diferentes. Um método não faz parte da composição interna de dados de uma classe ou estrutura. Método é apenas um conceito abstrato de linguagens orientadas a objeto. Na verdade eles são funções ordinárias. Métodos são códigos em uma posição fixa da memória e ...


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Os coletores de lixo (Garbage Collector) clássicos funcionam mais ou menos da seguinte forma: Eles paralisam a execução do aplicativo; Eles escaneiam toda a memória do aplicativo, para identificar quais objetos não podem mais ser acessados, e os liberam da memória; Eles resumem a execução do aplicativo; Essa paralisação é um problema para grandes ...


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Um ponto a se considerar é que código que hoje em dia é um programa completo pode eventualmente ser refatorado para se tornar uma funcionalidade de outro programa maior. Se o programa original não se preocupava em liberar os recursos (por que o SO ia fazer isso por ele), agora ele vai começar a gerar um leak no programa maior cada vez que sua funcionalidade ...


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O método finalize() é uma das coisas mais odiadas no Java. A recomendação em geral é não usá-lo nunca! Em geral, tentar fazer a limpeza de recurso no finalize() não é boa prática porque: Frequentemente, o finalize() é sobrescrito para fazer limpezas desnecessárias, tal como setar referências a objetos para null. O coletor de lixo já é esperto o suficiente ...


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A função void free(void *ptr) serve para libertar memória alocada anteriormente pelas funções calloc, malloc, ou realloc. Deve ser utilizada em todos os casos em que já não seja necessário o uso dum espaço de memória anteriormente alocado. Eu diria que é obrigatório usar. Não no sentido de não funcionar, mas no sentido de manter a integridade da sua ...


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Economia de memória Ele é uma forma de cache sim, mas está mais para compartilhamento. É sempre útil quando você precisa ter várias instâncias de um objeto que possuem basicamente o mesmo valor. Isso obviamente faz mais sentido quando esses objetos são relativamente grandes ou quando há um compartilhamento de grande quantidade deles. É claro que o cache (...


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Sim, o stack não só é mais rápido que o heap mas também é mais fácil manipulá-lo. A alocação no heap se dá basicamente por estes motivos: Um objeto é muito grande para caber no stack. A área reservada para o stack costuma ser fixa (é possível aumentar seu tamanho mas isto não está disponível em todas situações e é um processo complicado e tem desvantagens) ...


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Você não consegue acessar um endereço aleatório assim, na maioria das situações. Hoje há proteção para acesso à memória. Em alguns casos você conseguirá acessar fazendo: #include <cstdint> uintptr_t p = 0x0001FFFF; int value = *reinterpret_cast<int *>(p); Nada garante que o acesso funcionará como você espera. O resultado pode ser diferente ...


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Não usam porque não é para usar mesmo. Deve existir um forte motivo para usá-los diretamente em código de aplicação em produção e raramente existe este forte motivo. Em geral o System.gc é usado em códigos de teste ou que precisem de otimização extrema (mesmo estas eu tenho minhas dúvidas), isto não é nada comum. Chamá-lo causa problemas. Não vou entrar em ...


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Algumas concepções que você formulou estão erradas. Structs não existem obrigatoriamente na pilha. Uma struct é um conjunto de dados que é armazenado na forma de valor, ao invés de uma referência que aponta para outro lugar. Ela é codificada diretamente no contexto ao qual está associada, ou que será utilizada (quem decide isso é a CLR): se for uma ...


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Dados estáticos, não só variáveis, constantes e códigos também, são armazenados em um heap especial, chamado de High Frequency Heap. É uma área gerenciada pelo .NET, mas seu conteúdo não é coletado. Ali é armazenado o que a aplicação precisa por toda sua vida. Dados estáticos são armazenados lá desde sua primeira utilização até a aplicação terminar, ao ...


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É possível ter controle sobre o coletor de lixo, isso apenas não ocorre com o Java na sua implementação padrão, até onde eu sei, também por força de especificação. Vou responder baseado no contexto da pergunta. A especificação não dá detalhes sobre o funcionamento do GC, não exige que ele funcione ou deixe de funcionar em determinado momento, que ele seja ...


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Booking Isso é detalhe de implementação, mas até onde eu sei todas elas guardam o tamanho que foi alocado antes do objeto. Então o ponteiro que é retornado para você é para o início do objeto, mas não para o início onde houve a alocação para ele. Há um cabeçalho. Esse cabeçalho costuma conter o tamanho alocado ali e mais alguma informação. É muito comum ...


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A resposta é não, não tem efeito algum na performance. Se a ideia é libertar memória, também não terá consequência, ela só será libertada quando o GC determinar que é a melhor altura para isso. Tentar forçar a libertação de memória pode até provocar perdas de performance.


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A resposta aceita é muito boa, mas um mergulho mais fundo em alguns pontos abaixo. Editado: Removi a recomendação sobre a string na struct, não fazia sentido. Dessa forma, como se diferencia de forma mais correta tipos valor e tipos referência? Tipos de valor são considerados os literais ou os tipos que implementam deep copy. O número 3 a string "xpto" ...


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Não. Como o próprio nome diz o primeiro limpa todos os elementos (torna os elementos null) e o ArrayList passa ter zero elementos (o size é mudado) e você pode continuar manipulando-o. Não quer dizer que vai economizar memória. O segundo destrói a referência nesta variável (coloca uma referência para 0) impedindo que ela acesse o objeto ArrayList e ...


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Depende do que você quer dizer com "deleta". Se quer que o valor seja apagado, você pode no máximo zerá-lo, ou seja fazer meu_byte = 0;. Se quer liberar a memória depende de como foi alocado. Neste caso específico está alocado no stack portanto a liberação só ocorrerá quando esta variável sair de escopo, ou seja sair do bloco de execução (o que está entre ...


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Supondo que você atribuiu a memória dinamicamente usando malloc() você libera-lo usando free(). Se a memória foi alocada estaticamente, você não pode libertá-la. Segue o código Assembly de um pedaço de código escrito em C. 00401334 /$ 55 PUSH EBP ; Inicio da pilha 00401335 |. 89E5 MOV EBP,ESP ...


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Olá @Reginaldo Soares, Para entender corretamente o funcionamento de um Canonicalized Mapping, vamos primeiro entender a acão do Garbage Collector e os tipos de referência que existem em Java. Em Java não liberamos memória programaticamente Como já é sabido pelos programadores, Java é uma linguagem em que não se faz necessário a alocação e desalocação de ...


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Porque é assim que a linguagem foi projetada. Isso pode ser visto na documentação oficial: https://docs.oracle.com/javase/7/docs/api/java/lang/System.html#gc%28%29 Agora é claro que isso levanta a pergunta: por que a linguagem foi projetada assim? Isso tem a ver a tanto com a filosofia da linguagem (não interessa ao programador Java o gerenciamento ...


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Neste caso porque a variável é local, ela é destruída no final do método. Até poderia ser útil se essa lista for muito grande e se esse FazAlgumaCoisaDemorada() precisar de muita memória. Aí é provável que o GC seria acionado em algum momento no meio dele e o ideal é que ele possa liberar o máximo de memória possível. Mas isso é uma circunstância bem ...


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Acho que vai querer saber como o computador trabalha com o código. A maneira exata de como o sistema operacional carrega um executável despende do sistema operacional. O próprio formato do executável também depende. Memória virtual Nos SOs modernos existe um sistema de memória virtual. Quando um comando manda carregar um executável normalmente ele mapeia ...


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