Respostas interessantes marcadas com a tag

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Comparação C# vs Java C# guarda a informação dos tipos genéricos em vez de descartá-la, diferentemente do Java, isso está correto Sim, no C# não ocorre a Type Erasure que ocorre em Java. No java, internamente, o compilador descarta o fato de que é MinhaClasseEspecifica e trata como Object, fazendo os casts necessários para a sua classe específica. Já no C#,...


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O T em <T> é um placeholder do tipo que ele vai representar para uma determinada variável dentro de uma classe. Ele é usado na declaração de classes e de seus métodos. Exemplo: class MeuGenerico<T> { //T abreviacao de tipo private T var; public MeuGenerico() { } public MeuGenerico(T var) { this.var = var; } public T getVar() { ...


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Termo Um paradigma é um estilo de programação, onde se aplica uma técnica. Então é uma técnica e pode ser um paradigma, conforme literatura especializada e reconhecida. Podemos dizer que é uma forma limitada do paradigma de metaprogramação. A oficialização do paradigma ocorreu em 1989 pelo Musser e Stepanov (da STL), mas a técnica já era adotada pelo menos ...


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Além disso, nunca vi um exemplo em C# que utilizasse "coringas" (wildcards) como Tipo<? extends TipoGenerico>. Isso é possível (ou mesmo necessário) nessa linguagem? Sim, é possível limitar o parâmetro genérico a um tipo especifico da seguinte forma: public class MinhaClasse<TEntidade> where TEntidade : MinhaClassePai{} Por fim, C# ...


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É possível fazer uso de polimorfismo com Genéricos, mas não da mesma forma como é feito com Arrays O motivo pelo qual você não pode criar um objeto ArrayList<Cachorro> em uma referência List<Animal> é por que seria impossível para a JVM evitar que fosse adicionado um ArrayList<Gato> em um objeto ArrayList<Cachorro>. Veja o exemplo: /...


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As perguntas foram respondidas nas duas respostas postadas até agora. Vou acrescentar algo extra que ainda não foi dito. Em C# a concretização do tipo ocorre em runtime e não em tempo de compilação como é o caso do C++, por exemplo. Em C++ o compilador gera uma implementação concreta sempre que um tipo diferente for utilizado. Uma das coisas que se reclama ...


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Em C++ isto pode se chamar template, mas em Java estas classes são chamadas de genéricas. Isso é necessário quando uma classe pode usar a mesma estrutura básica e os mesmo algoritmos com diversos tipos de dados. Pense em algo que pode ser feito igualzinho com Boolean, Integer, Long, Float, etc. Tudo é igualzinho, só muda o tipo do dado que será usado para ...


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Não vou entrar em detalhes sobre o paradigma já respondido em O que é programação genérica?. Para uma comparação mais detalhada só dos genéricos já pode ser vista na pergunta citada. Genéricos são usados em diversas linguagens modernas tais como D, Rust, Swift, TypeScript, VB.NET, Delphi, Objective C, Eiffel, Ada, Hack, F# e outras ...


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Entendendo a sintaxe Considerando a parte importante: <T> Optional<T> empty() T é uma variável de tipo. Isso funciona mais ou menos como uma variável em um template, onde você pode substituir T por um tipo qualquer, lembrando que tipo em Java é sinônimo de classe (não confundir com *tipos primitivos). O primeiro <T> diz: este método vai ...


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Um truque possível é trocar uma instância da sua classe: Foo<Integer> x = new Foo<Integer>(new ArrayList<Integer>()); Por uma subclasse dela (no caso uma classe anônima): Foo<Integer> x = new Foo<Integer>(new ArrayList<Integer>()){}; // Repare no {} ^ Feito isso você pode ...


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Em primeiro lugar, se você precisa guardar tipos diferentes em uma estrutura de dados, você deve definir um supertipo para todos eles. Por exemplo, em vez do seu nó ser uma classe, faça com que ele seja uma interface genérica: interface No<T> { T avaliar(); } Então você pode definir seus nós de modo que eles implementem essa interface, porém cada ...


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Do meu ponto de vista, a principal diferença é que, em Java, você pode entender que o propósito das classes genéricas é somente de fornecer um certo nível de segurança no momento da compilação, "garantindo" até certo ponto que o seu programa não vai gerar uma exceção relacionada à incompatibilidade de tipos em tempo de execução. Ao mesmo tempo, isso alavanca ...


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Essa técnica é chamada de Generics no .net. Uma maneira simples seria assim: // especificando o T na assinatura do método public void FacaAlgo<T>(List<T> lista){} Onde você poderia utilizar assim, por exemplo: Supondo que o método faça isso: public void FacaAlgo<T>(List<T> lista) { foreach (T t in lista) { Console....


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Este é um placeholder para o tipo que será usado. É como se fosse uma super variável. O "valor" dela é o tipo que foi escolhido do uso do método ou classe. Até aí provavelmente você sabe. A questão é que um método estático não tem como saber que tipo foi selecionado para a classe. Afinal o método pertence à classe e não à instância e a classe não é ...


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Arrays covariantes são considerados uma falha da linguagem. Idealmente eles deveriam ser invariantes também. O principal motivo de eles terem sido concebidos como covariantes foi uma tentativa ruim de permitir a implementação de conjuntos genéricos de objetos, em especial para que métodos que trabalhassem com arrays de objetos pudessem trabalhar com arrays ...


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A correta é A mesmo. 1 - Qual a diferença entre polimorfismo paramétrico e polimorfismo por sobrecarga?) Veja Sobrecarga de método é polimorfismo?. E + 3 overloads - O que seria isso?. Também respondi em Polimorfismo em linguagem procedural. Ambos são resolvidos em tempo de compilação e são usados em tipagem estática. Mas são mecanismos ...


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Aparentemente não é possível pegar o type da lista em tempo de execução, o que da pra fazer é verificar se ela possui algum objeto inserido e pegar o tipo dele. Exemplo: private Class clazz; Foo(List<T> list) { this.clazz = (list != null && !list.isEmpty()) ? list.get(0).getClass() : null; } Exemplo 1 public static void main(String[] ...


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Isto está declarando uma interface como você já sabe. Também deve entender que ela é genérica. Ou seja, ela poderá trabalhar com diversos tipos de objetos, desde que quando ela for implementada seja usado um tipo seja especificado. Provavelmente você sabe que esse T entre os símbolos de menor e maior e que vem logo após do where é um palceholder. É o que ...


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Não tem muito segredo. Sabe como atualizar array? É a mesma coisa: using static System.Console; using System.Collections.Generic; public class Program { public static void Main(string[] args) { var aluno = new List<Aluno> { new Aluno() { AlunoId = 1, Nome = "Cláudia",Email="claudia@email.com" }, new Aluno() { ...


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No caso de ter uma propriedade ou qualquer variável que precisa ter tipos diferentes, não tem como manter a tipagem estática e a genericidade não cabe neste caso, a não ser que pelo menos possa restringir um pouco, então se pode variar, mas sempre em cima de um tipo comum específico, já dá para fazer algo. Como parece que pode qualquer situação, tem que usar ...


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O ideal é não usar any. Dá para viver sem ele, só que alguns casos pode dar mais trabalho, por isso há raros casos que pode ser interessante usar. any é voltar ser JavaScript e todo problema que isso causa. Toda vez que usa esse tipo está admitindo que não sabe o tipo e o mais adequado é usando tem alguma ligação com JavaScript que não tem tem tipo (...


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O nome do contexto disso é Generics, veja a documentação. T não é uma palavra reservada. T, ou qualquer outro nome dado, significa "parâmetro de tipo". Veja o seguinte método: T GetDefault<T>() { return default(T); } Note que o tipo de retorno do método é T. Com este método eu posso pegar o valor padrão de qualquer tipo desta forma: GetDefault&...


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where T : class é uma restrição genérica e significa que T deverá ser um reference type (uma class, interface, ou um delegate). class StringRepository<string>{} class EnumerableRepository<IEnumerable<string>>{} class DelegateRepository<Func<string>>{} A restrição "oposta" é where T : struct, que significa que T deverá ser um ...


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O tipo do parâmetro que um tipo genérico pode tratar pode ser limitado recorrendo à palavra extends(Bounded Type Parameters). A restrição é feita indicando a classe de que estende e/ou interfaces que implementa. O & é utilizado para separar múltiplos limites. Se um dos limites é uma classe, ela deve ser especificada primeiro.


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É possível usando o operador typeof. Veja a diferença para o GetType(). Não sei se realmente precisa fazer isso, o código fica tão simples que nem precisaria desse método, menos ainda de outra classe. Claro que pode desejar fazer uma abstração, mas precisa ter um motivo pra fazer. using System; using System.Reflection; public class Program { public ...


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Baseado nessa resposta do SOEn, você precisa ter um tipo base comum para poder "estender" esses objetos em coleções. No caso de stringe int, o tipo base comum será, justamente, o object. Então o seu código ficaria dessa forma public class Field { public string Name { get; set; } public object Value { get; set; } public Field() { } ...


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Isto é usado em algo chamado union types (tipos unidos) também chamado de sum types, em oposição a product types ou intersection types (tipos intersecionados*) que usa a sintaxe de &. Não deixa de ser um OU, mas não do jeito que se conhece, não é uma exatamente expressão lógica, embora possa ser vista como uma. Não é executado um OR em tempo de execução....


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Um tipo de união descreve um valor que pode ser um dos vários tipos. Usamos a barra vertical (|) para separar cada tipo, então [ number | string | booleano ] é o tipo de valor que pode ser um número, uma string ou um booleano.


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É possível saber qual é o tipo usando reflexão do tipo. var tipos = foo.GetType() .GetInterfaces() .Where(x => x.IsGenericType && x.GetGenericTypeDefinition() == typeof(IMinhaClasse<>)) .Select(x => x.GenericTypeArguments[0]) .ToArray(); Isso vai retornar um array com o tipo Carro no caso do seu exemplo. Mas suponhamos ...


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Você pode utilizar Generics: Em um método a sintaxe é a seguinte: public void FacaAlgo<T>(List<T> lista){} Para uma classe voce utiliza algo como: public class Classe<T> { public void FacaAlgo(List<T> lista) } O legal é que você pode trabalhar com interfaces e classes abstratas para definir contratos, por exemplo: public ...


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