Respostas interessantes marcadas com a tag

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Não deve, faça o que for melhor para a legibilidade do código Basicamente essa regra é chamada de Single Entry, Single Exit (SESE) e é uma recomendação importante em linguagens que usam gerenciamento explícito (ou manual) de memória. Especialmente em linguagens que não contam com tratamento de erros por exceções. É importante perceber que o uso de SESE ...


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Atenção: A resposta do @Maniero (para a pergunta do @Maniero :) está claramente correta. Minha resposta é mais curta e direta, mas meramente complementar, com o objetivo de salientar um ponto que considero importante. Para linguagens em um nível mais alto (com gerenciamento automático de memória: C#, Java, JavaScript, Python etc.) na verdade chega até a ...


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As outras respostas estão corretas no uso geral, mas se você quiser ser super estrito e correto, precisa levar a variável arguments em consideração. Veja isso: // Função identidade, com argumento padrão 10. function f(x) { x = x || 10; // if (x == null) x = 10; // x = typeof x !== 'undefined' ? x : 10; return x; } f() // => ...


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Você precisa utilizar a sua contraparte, mb_strtoupper() que vai tratar de unicode: $encoding = mb_internal_encoding(); // ou UTF-8, ISO-8859-1... echo mb_strtoupper("virá", $encoding); // retorna VIRÁ ou $encoding = 'UTF-8'; // ou ISO-8859-1... mb_convert_case('virá', MB_CASE_UPPER, $encoding); Isso se dá porque funções da mb_* operarão nas strings com ...


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Sempre pode afetar a performance. Depende um pouco da tecnologia usada. Da linguagem, da implementação. O mesmo vale para o consumo de memória. Mas este "pode" é relativo. Vou evitar falar sobre o conteúdo da função e me ater puramente ao tamanho dela. Mas não se esqueça que a preocupação do tamanho deve ser mais relevante para facilitar o design e ...


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A resposta depende muito do contexto. Situações em que usar recursão Quando o desempenho for igual ou superior à versão iterativa do código Há várias situações onde usar recursão é mais eficiente. Uma delas é quando se sabe de antemão que não haverão muitos níveis de chamada e a versão iterativa gastaria mais processamento e memória com uma pilha de ...


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TL;DR Este é um tema cuja opinião pessoal influencia muito, mas existem algumas boas práticas gerais que podem ser extraídas para nomenclatura e padronização de métodos. Padrão Cada linguagem sugere ou mesmo limite a nomenclatura dos métodos e funções. Geralmente quando se lida com objetos a preferência é usar o padrão Camel Case, isto é, cujas iniciais ...


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Cada caso é um caso. Toda vez que eu vejo alguma recomendação do tipo "não faça desta forma", "isto é má prática", "evite isso", eu espero a explicação do motivo logo em seguida. Se não houver um motivo pelo qual a técnica deve ser evitada, eu faço com a recomendação o que eu faço com propagandas no Youtube: ignoro em cinco segundos. Vou dar um exemplo no ...


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$.fn.extend Para estender o jQuery (leia-se plugin) existe a função jQuery.fn.extend(). Exemplo: $.fn.extend({ alertar: function () { return this.each(function () { alert($(this).text()); }); }, exibirNoConsole: function () { return this.each(function () { console.log($(this).text()); }); } }); $('.comment').alertar(); ...


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O termo "primeira classe" significa que a função é tratada da mesma forma que qualquer tipo de valor no javascript. Por exemplo, para você atribuir um valor a uma variável, você faz assim: var meuInteiro = 10; var minhaString = "minha string"; var minhaFuncao = function() { console.log('minha função'); } Ou seja, você utilizou a mesma sintaxe nas três ...


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Depende do que você quer. Quer ter um código organizado ou basta "funcionar"? Você pode deixar o erro acontecer no seu ponto final. Ou você pode mostrar antes onde ocorreu o erro verdadeiramente. Código poluído Eu não chamaria de poluição algo que é útil. Poluição é coisa desnecessária. Se você opta por facilitar a manutenção do código, da utilização por ...


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Introdução Não sei se sabe, mas todo código C é compilado para um código de máquina que vai instruir o processador fazer algo. Esse código de máquina é ideal para o computador, mas difícil para o humano entender, por isso temos linguagens de mais alto nível com conceitos que entendemos melhor. Função é um conceito matemático que aplicamos na programação. ...


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Discutindo questão paralela... MEDOS Como a pergunta refere-se a qualquer linguagem, qualquer situação... Me recordei de situações onde o problema não era estilo, elegância, legibilidade, etc. mas o comportamento lógico da função. O uso mal pensado do return, ou a visão de um monte de returns, dá um certo "medo de errar", de surgirem bugs misteriosos... ...


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Em javascript que os browsers atuais (2015) usam teria de ter um if de alguma forma dentro da função. Mas no futuro, com browsers que suportem a nova norma ES6 já é possivel. O que é possível hoje (2015): Hoje em dia, com a versão do JavaScript que os browsers usam isso não é possivel. A solução a usar é verificar o valor dentro da função, como referiste ...


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Eu havia perguntado em comentário porque no começo estava abstrato demais, ainda continua um pouco abstrato do que quer de fato, mas vamos lá as opções. Isto não é possível. O return tem duas funções: estabelecer uma valor obtido por uma expressão contida nele, no caso usou apenas uma variável que será usado como resultado da função em algum outro lugar ...


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Desde que comecei desenvolver softwares (faz muito tempo) vejo pessoas falando de formas de avaliar quando uma função ou método é grande demais. Eu comprei todas estas formas até um certo dia. Isto é normal, isto é o que desenvolvedores inexperientes e ainda ingênuos fazem. Mas um dia descobri que não existe solução mágica e principalmente que não existe ...


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Existem dois objetivos: Recursão: é uma maneira de possibilitar que expressões de função sejam recursivas. O nome definido para essas funções só está disponível dentro delas próprias, e pode ser usado para chamadas recursivas. Expressões de função anônimas não permitem recursão. Depuração: Nos debuggers de JS mais usados, essas funções são identificadas ...


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É possível fazer um cache do dado, que é o princípio básico da memoização, algo assim: function fibonacci($n) { static $cache = array(); if (isset($cache[$n])) { return $cache[$n]; } $a = 0; $b = 1; $c = 1; for ($i = 1; $i < $n ; $i++) { $c = $a + $b; $a = $b; $b = $c; } $cache[$n] = $c;...


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Declaração Declaração é algo que o código faz para mostrar ao compilador que um identificador existirá no código. Pode ser uma variável, função, label, estruturas de dados (como classes, por exemplo), entre outros. Em geral ela só ocorre uma vez no código (em algumas linguagens até é possível declarar mais de uma vez em arquivos diferentes, como ...


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A classe deve ser criada se fizer sentido, se o conteúdo tem algum significado especial, quando os membros realmente são relacionados e faz parte de um objeto único. Normalmente quando será usado em mais de um lugar. Não crie uma classe só para agrupar um conjunto de valores não relacionados. A tupla é mais adequada quando só serve para retornar mais de um ...


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Vamos considerar o trecho de código que você colocou na pergunta, apenas atribuindo o retorno da chamada a uma variável, para simplificar a explicação: def fibonacci(n): if n <= 1: return n else: return fibonacci(n-1) + fibonacci(n-2) resultado = fibonacci(5) A memória no computador possui um endereço e um valor. Para fins ...


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Apenas como curiosidade (já que o padrão que está valendo ainda é o da versão 5). O ECMAScript 6 (Codinome Harmony) inclui uma proposta de sintaxe para parâmetros com valores padrão. Você já pode experimentar a nova sintaxe no Firefox. De acordo com a Wikipedia a data de lançamento esperada para o novo padrão é Dezembro de 2014: function multiply(a, b = 1)...


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Se usou uma vez, viu o aviso e continuou usando, está cometendo um erro. Buffer overflow A função gets() recebe uma variável que funciona como um buffer. Ou seja, uma variável é criada e passada para a função que colocará um valor nela. Quando a variável é criada, ela tem um tamanho específico. Essa função não tem nenhuma medida para garantir que o valor ...


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Não é a mesma coisa, mas quase. A funcionalidade de ambos é a mesma. É uma diferença entre terminologia de paradigma imperativo e orientado a objeto. A função é um algoritmo, um conjunto de instruções que faz algum processamento, mínimo que seja. Em geral funções produzem algum resultado. Funções podem receber argumentos. O método é a mesma coisa com a ...


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Um motivo é o encapsulamento. Se a função interna será chamada só por esta função não tem porque colocar fora. Colocando dentro garante que ninguém mais pode chamar. Uma coisa que eu noto é que as pessoas aprendem programar sem entender o que está fazendo e uma das coisas que as pessoas não entendem é a função da função (trocadilho intencional :) ). Funções ...


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Concordo com a resposta do utluiz, gostaria somente de dar o seguinte complemento: Considerando que uma linguagem de programação sendo usada possua os dois recursos... Possuir os dois recursos não basta, também é importante saber se eles são implementados com eficiência e se são usados extensivamente em programas escritos naquela linguagem. Quanto à ...


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Eu produzo em OOP, e aprendi a dividir em métodos. Assim podem ser reutilizáveis sempre que necessário... **DRY** Na minha opinião, funções grandes geram código sujo. A chance de você ter funções muito similares é grande. Forma procedual por exemplo:1) function criarLink() Uma função para criar um link, vai verificar o protocolo corrente HTTP | HTTPS, ...


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Middleware é todo o tipo de função que está entre um pedido HTTP e a resposta final que o servidor envia de volta para o cliente. Por exemplo, usando Express.js, um pedido GET simples teria esta código: var app = express(); app.get('/', function(req, res, next) { res.send('Hello World!'); }); se quiseres fazer um log do tipo de request e do url de um ...


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No Javascript, toda função, independente dos argumentos especificados em sua assinatura, possui um objeto arguments. Esse objeto contém todos os argumentos passados para a função. Mas a princípio ele é do tipo object, então é comum fazer isso para transformá-lo em um tipo Array: function minhaFuncao() { var args = [].slice.call(arguments, 0); for (var i ...


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resposta rápida seria em relação a Manutenibilidade do código, o fato de existir apenas um return ajuda a mapear com facilidade o fluxo dentro do método ou função


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