Respostas interessantes marcadas com a tag

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Sua pergunta é muito ampla. Há muitos, muitos cenários possíveis, com várias soluções alternativas, canda uma com vantagens e desvantagens. Ainda assim, vejo três cenários importantes a considerar: você quer voltar seu repositório local a um ponto específico; você quer voltar um repositório público a um ponto específico você quer voltar a um ponto ...


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Você pode dar um git checkout <hash-do-seu-commit>. Exemplo: git checkout c8ccd1c Então você voltará para o estado que estava quando fez esse commit.


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Granularidade dos commits Como já respondi aqui, a principal boa prática é tentar comitar uma funcionalidade por vez, independente se alterou um ou 10 arquivos. Dessa forma seria possível reverter uma mudança em caso de problemas, o que não é tão raro quanto se pensa. Note que alteração em muitos arquivos ao mesmo tempo é sintoma de que poderia dividir a ...


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A documentação "oficial"1 do git tem um recomendações sobre commits e mensagens. São um conjunto de boas práticas pra tornar a nevegação pelo hitórico do projeto mais fácil de assimilar. Apesar de não serem obrigatórias, elas são fartamente aplicadas e replicadas pela internet: Verifique problemas de whitespace no código Essa é fácil, só executar git diff -...


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Não é ideal medir um commit pela quantidade de arquivo ou por sua percepção do tamanho das alterações. No mundo ideal, um commit deveria conter uma, e somente uma, nova funcionalidade ou então uma única correção. Isso possibilita a rastreabilidade de impacto de cada alteração e um possível rollback desse commit no caso dele quebrar alguma coisa. Por outro ...


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git log <arquivo> Para fazer com que o git entenda e siga o arquivo mesmo quando renomeado: git log --follow <arquivo>


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O comando: git commit -m "Teste" Faz o commit apenas dos arquivos modificados e que encontram-se adicionados na área de stage (Changes to be committed) do Git. Ou seja, trata-se apenas dos arquivos que você adicionou usando um comando como este: git add nome_arquivo.txt Ou este: git add . Já o comando: git commit -am "Teste" Faz duas coisas: adiciona ...


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Tive esse mesmo problema, para resolver bastou utilizar o comando abaixo: git reset --hard {hash-do-commit-desejado} Seu branch vai direto para o hash desejado.


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TL / DR: Não existem regras. Porém projetos open source -> presença de pull requests e patches -> tendência de commits menores, que possam ser facilmente revisados por outros desenvolvedores. Projetos comerciais -> Tendência de commits maiores implementando todos os aspectos de determinada feature (mesmo que o desenvolvedor localmente faça vários commits). ...


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A resposta simples é: Você escolhe. A resposta completa seria: depende do sistema de versionamento que pretende usar. O sistema mais usado é o SemVer que usa 3 parametros separados por pontos. Os parametros correspondem Major, Minor, Patch MAJOR nova versão quando a nova API é incompatível com a anterior, MINOR quando se adicionam novos métodos que ...


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Se fizer --force, e outros autores tiverem criado novos commits entretanto, esses commits serão apagados permanentemente. --force é receita para desastre e deve ser evitado a todo o custo. --amend é recomendado apenas se o commit ainda nao tiver sido publicado. Como neste caso o commit já foi publicado, o melhor é criar mesmo um novo commit com os novos ...


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O ideal é separar o desenvolvimento de novas funcionalidades por branches. Dessa forma, você evita esse tipo de problema. Uma metodologia para o desenvolvimento através de diferentes branches é o Git Flow:


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Utilize git add --patch <nome_do_arquivo> (ou git add -p <nome_do_arquivo>). Desta maneira, o git irá permitir que o usuário defina, interativamente, qual parte do código será adicionado para o commit. Então, tecle um dos seguintes comandos: y - aplicar 'stage' ao bloco n - ignorar bloco q - sair; ignorar este e todos outros blocos a - aplicar '...


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Termine o que tiver para terminar e faça o commit normalmente. Depois, certifique-se de que está na master utilizando git checkout master e use git log para visualizar todos os commits que você fez. Verifique quais são os que deseja mudar, e os identifique pelo começo de seu hash, por exemplo: commit 53d51100b6bbcd7c27ae19d8ba5765f76afb9184 (HEAD -> ...


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Sim, existem 2 formas de fazer isso: 1- Especificando o número da revisão do commit do arquivo: git checkout revisao nomedoarquivo 2- Especificando o número de revisões que você deseja reverter o arquivo (número de revisões revertidas depois do ~): git checkout master~1 nomedoarquivo Para maiores informações, olha a referência.


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Só é possivel ter alteracoes pendentes no branch que está actualmente a ser usado. Quando se tem alterações pendentes, e se pretende mudar de branch, é habitual guardar as alteracoes numa stash. Por exemplo, usando o caso de uso na pergunta, se estivermos no branch teste2, podemos guardar as alteracoes numa stash assim: git stash ...


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Estou supondo que você está conectado no Oracle diretamente e não esteja fazendo isso através de uma linguagem de programação como Java ou .NET. Dito isso, seguimos. Você não precisa ficar preso a procedures para declarar blocos de código com commits ou rollbacks. Você pode usar diretamente na sua IDE SQL preferida. Veja esse exemplo roubado do ...


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O standard/ideal é dizer ao git para não seguir modificações desses ficheiros. Isso faz-se com o commando: git update-index --assume-unchanged <filename> O ficheiro vai continuar a fazer parte do repositório, mas as alterações locais não serão consideradas durante o commit. Quando quiseres que o git volte a seguir modificacoes, usa a flag --no-...


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Basta passar o commit ID na hora de criar o branch: git checkout -b BRANCH_NAME COMMIT_ID Exemplo git checkout -b teste 5d6b8da2f0e32a100087eecb73fc2dd47579748f Com isso, um novo branch "teste" será criado com baseado no commit abaixo: 5d6b8da2f0e32a100087eecb73fc2dd47579748f


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Isso acontece porquê o HEAD do repositório local está atrás do remoto, isso siginifca que o git não vai deixar você enviar o novo conteúdo sem que você deixe claro que é isso o que deseja. Solução 1 (Recomendada) Trabalhar em uma branch separada (ou em caso de já ter trabalhado na branch principal, use o git stash para separar as branchs). Supondo que está ...


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Ao invés de você precisar fazer um git add <meu arquivo> (que adiciona o arquivo para realizar o seu commit) e depois fazer um git commit -m <minha mensagem de commit> (que commita sua alteração atribuindo uma mensagem a ela), o git commit -am <minha mensagem de commit> já faz esses dois passos de uma só vez.


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Se o commit que introduziu o arquivo se chama <ruim> (localiza-o com um git log --stat), reconstrua seu historico a partir do commit antes de <ruim> (suponho que você esta no ramo que introduzio o commit ruim): git rebase -i <ruim>~1 Um arquivo texto va aparecer num editor de arquivo. Ele lista todos os commits que usar para refazer ...


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Sim, podes usar #<issue-number> na mensagem do commit, tal como no GitHubt. Exemplo retirado da documentação: fixes #6, resolve ticket #5 and see ticket #9 and ticket #5 in the tracker Documentação: Resolve issues automatically when users push code Ceritifica-te que em Settings > Hooks aparece um hook chamado Issues.


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Supondo que voce encontre uma exceção durante o seu processamento, você poderia fazer um rollback nessa linha: PROCEDURE SP_FAZ_ALGO ( pUSU_STATIVO IN OUT USU_USUARIO.USU_STATIVO %TYPE, pUSU_CDUSUARIOIN OUT USU_USUARIO.USU_CDUSUARIO%TYPE, ) IS sCreateUser Varchar(200); bUsuarioExiste Number; eUsuarioExiste Exception; ...


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Me parece um caso onde revert e cherry-pick podem ser bem usados, sem os branches não forem tão diferentes entre si. Pegue no histório os hashes dos commits feitos no branch errado e faça uma lista. Depois ainda no branch errado faça: git revert <hash> para cada um na ordem inversa (do mais recente pro mais antigo). Isso vai fazer com que o código ...


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Um repositório git é um banco de dados de uso específico. Ele mantém commits (sua principal estrutura de dados), branchs (que contém nome e referência a um commit) e tags (contém as mesmas informações que um branch). A diferença entre tag e branch não está no escopo desta resposta Existe uma estrutura semelhante a um commit especial chamado de head. Ela ...


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O git commit -m define apenas o commit das changes que estão previamente adicionadas na sua árvore, combinando isso a opção -m, que espera uma mensagem para dar vida ao seu commit. Utilizando o -a voce além do commit e mensagem, adiciona todos os arquivos que ja são trackeados pelo git, cuidado, pois a opção -a não adiciona arquivos criados no momento, ...


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Recomendo usar um alias no .gitconfig para consultar esse tipo de informação. Coloque no seu ~/.gitconfig, na seção de aliases: [alias] ll = log --pretty=format:"%C(yellow)%h%Cred%d\\ %Creset%s%Cblue\\ [%cn]" --decorate --numstat Pronto, agora git ll vai dar um relatório de cada commit com a lista de arquivos alterados por ele, parecido com: afe7f7c ...


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Se o arquivo estiver como ignorado, você pode forçar a adição desses arquivos: git add --force -- arquivo1 arquivo2 git commit -m "adicionar arquivos anteriormente ignorados" git push Se quiser adicionar todos os arquivos para um commit, exceto um único arquivo: git add -u git reset -- pasta/arquivo.txt Veja mais na Documentação.


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