Respostas interessantes marcadas com a tag

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TL; DR O maior motivo para adotar esse mecanismo é ter uma estrutura de dados simples que não adota o estilo comum em orientação a objeto, ou seja, há uma preferência pelo estilo funcional. O record usado na forma como ele foi pensando é um tipo com semântica de valor mas que é armazenado como referência e tem tempo de vida descolado de quem o criou. Por ...


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A ideia do tipo record é dar suporte a entidades imutáveis, ou seja, um tipo de referência que irá manter seu valor por todo o contexto que está inserido. Para utilizar uma classe imutável você tem de atender a uma série de pontos, como todas as propriedades apenas terem getters. No caso do record a ideia é ter tudo isso sem implementações de verificação. Só ...


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O método beep() não tem parâmetro algum, e você está passando um argumento quando chama ele. Colocando o parâmetro self que é sempre obrigatório quando está criando um método resolve o problema: class Car: def beep(self): print('Beep') car = Car() car.beep() Veja funcionando no ideone. E no repl.it. Também coloquei no GitHub para referência ...


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Basicamente o mesmo critério que qualquer pessoa deveria adotar quando cria uma aplicação Java ou o critério a ser adotado em outra linguagem, esse conceito é universal e deveria não depender da tecnologia. Claro que pode haver uma certa subjetividade na escolha, mas entre essas duas coisas é uma questão de se encaixar mais com o objetivo, de ser ...


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Primeiro, classes não são necessárias em alguns casos, mesmo que as pessoas usem onde não precisa. Classes devem criar o modelo de objeto que sirva para alguma coisa útil, por isso ele precisa ser muito bem definido antes de codificar. Se for para fazer uma classe que não tenha sentido, então não precisa criar uma classe. Entenda Qual a diferença entre ...


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Na verdade, atualiza o objeto sim. Veja: class Endereco { constructor(rua, cidade) { this.rua = rua; this.cidade = cidade; this.exibirEndereco = function() { console.log(`Endereço: ${rua}, ${cidade}.`); }; } } const avBr = new Endereco('Avenida Brasil', 'Belo Horizonte'); console.log(avBr); avBr.cidade = 'Rio de Janeiro'; ...


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O primeiro erro é aqui: n = NextPrime Você está dizendo que n vai receber a própria classe NextPrime, e não uma instância dela. Para instanciar a classe você deve usar parênteses: n = NextPrime() Mas só isso não é suficiente. A documentação descreve como criar um iterador, mas de forma resumida, há dois métodos que devem ser implementados da seguinte ...


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Bom, a pergunta não foca na implementação específica, como é a de JavaScript, então não falarei tanto dos pontos que JS escolheu assim, ainda que seja a implementação mais popular dessa forma de orientação a objeto. Vou começar pedindo para você ler Qual a diferença entre uma classe e um objeto?. Não existindo a classe o modelo é o próprio objeto. E ...


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Primeiro, elimine essa hierarquia de classes: class Mouse(Computador) Aqui você está dizendo que Mouse é uma sub-classe de Computador, o que não faz sentido. Um mouse é um computador? Não, então esta herança está errada (leia aqui, aqui, aqui e aqui para entender melhor). Outro ponto é que ao plugar o mouse, você deve dizer onde ele está sendo plugado. Ou ...


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Respondendo a sua pergunta a mensagem de erro informa que um dos atributos de sua classe Produto está em loop se auto atualizando recursivamente. Dando uma atenção a mensagem de erro: File "C:\Users\levil\PycharmProjects\pythonProject1\teste.py", line 27, in p1 = Produto('Camiseta', 50) Informa que o criar de uma instancia da classe Produto ...


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Você não instanciou nada Ao fazer p1 = People, você não criou uma instância da classe People. Na verdade você fez com que p1 receba a própria classe People, veja: class People: def talk(): print('hello') # p1 é a própria classe People p1 = People print(p1 == People) # True print(type(People)) # <class 'type'> print(type(p1)) # <...


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De forma genérica, não é. Qual a diferença entre uma classe e um objeto?. Objeto no caso é a instância. Só para deixar algo claro antes: p1 é uma variável. Ela tem um valor, então é um objeto que tem lá, é a instância de alguma coisa. Não precisa ser de uma classe. E de fato em quase todas as linguagens que definem uma classe ela modela um objeto que ...


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O problema na verdade é o this. Este o que? O método estático faz parte da classe e não do objeto, ele existe sem ter um objeto, então o this se refere a qual objeto? Nenhum, isso não pode ser usado. O this só pode ser usado em métodos de instância. O this é um parâmetro oculto, é algo que recebe um objeto nele, um método estático não tem esse parâmetro ...


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Costuma-se pensar erroneamente que tudo aquilo que é delimitado por chaves ({ e }) é um bloco. E isso não é sempre o caso. Obviamente não se aplica aos objetos literais, que também usam as chaves para denotar sua sintaxe. As chaves que seguem class também não são um "bloco" propriamente dito, haja vista que blocos, de acordo com a documentação: Um ...


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Perceba que a classe ErrorHandler extende Error (e portanto deve seguir o contrato estipulado por Error). No entanto, não define nenhuma propriedade statusCode explicitamente, de modo que o tipo para statusCode não existe na definição da classe ErrorHandler. É por isso que definir message não acusa erro. A propriedade message já é definida na classe Error, ...


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Mude as seguinte linha: $d += $cpf{$c} * (($t + 1) - $c); para $d += $cpf[$c] * (($t + 1) - $c); E a seguinte: if ($cpf{$c} != $d) { Para: if ($cpf[$c] != $d) { Como a própria mensagem diz: ... curly braces is no longer supported traduzindo: colchetes não são mais suportados Ou seja, isso {...} para acessar arrays (ou até caracteres de strings) não é ...


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Seu código está entrando em loop, isso porque a sua propriedade interna nome também é um setter. Então quando você faz faz uma atribuição em self.nome, como é feito no construtor da classe, ele chama o @nome.setter, que por sua vez faz novamente uma atribuição em nome e chamada novamente o @nome.setter entrando em um loop infinito, até gerar exceção. Para ...


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Como faço para retornar o valor de x.value usando o "apontador" pptrx? Acho que já tem uma boa explicação acima. Mas vou repetir a seguir. Enquanto fazia alguns testes com ponteiros deparei-me com a seguinte questão: como funciona um ponteiro para ponteiro tratando-se de classes Sobre o título em si é importante entender que o fato de serem ...


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Programação envolve entender completamente o problema e as técnicas usadas. Sem informações precisas sobre o problema não dá para ter certeza se está certo ou errado. Decorar fórmulas para fazer, certamente está errado. UML, provavelmente, está fazendo aprender algumas coisas do jeito errado (por exemplo vai aprender falar atributo onde tem um campo na ...


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fstream serve para ler e escrever em arquivos (pode até criar se não existir), não serve para deletar arquivos. Em condições normais não há problema algum nisso, pode usar. Algumas pessoas preferem deixar mais claro o que está fazendo em cada caso quando só faz uma das operações. É possível inclusive configurar o fstream em cada momento para só aceitar ...


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Esse problema tem mais a ver com JavaScript do que com o TypeScript. Embora JavaScript não tenha classes abstratas, quando o TypeScript for compilado e gerar código JavaScript, classes marcadas com abstract serão “transpiladas” para classes “normais”. O static, contudo, está presente no JavaScript e seu comportamento será mantido no código gerado. De acordo ...


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Note que o seu script executa a função iniciaModal imediatamente (assim que esse trecho é avaliado). Note também que você inseriu o <script> no <head>, o que evidencia que o script terá sido executado antes do DOM estar pronto para a manipulação (ou sequer carregado). Isso significa que quando o runtime do JavaScript executar a função iniciaModal,...


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Bom, se você definisse o método dentro da classe, o que me parece mais natural, bastava fazer: self.produtos Dentro da definição da classe, sempre que você quer chamar uma instância hipotética da classe você usa a key-word self. No entanto, como está usando fora, creio que você cometeu um erro conceitual por não ter assimilado a diferença entre classe e ...


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O operador ptrx->value na verdade é o mesmo que (*ptrx).value, eu até vou colocar no código abaixo. Então para acessar um ponteiro deve dereferenciá-lo dessa forma, a seta é só uma facilidade, portanto usa a forma normal e depois pode até usar a seta normalmente para a outra indireção. #include <iostream> using namespace std; class A{ public: ...


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A mensagem já descreve o problema: 'MemberExpression' does not contain a constructor that takes 0 arguments Ou seja, não tem um contrutor com 0 argumentos Se olhar o código fonte aqui: https://github.com/microsoft/referencesource/blob/master/System.Core/Microsoft/Scripting/Ast/MemberExpression.cs Vai encontrar isso: public class MemberExpression : ...


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Esse comportamento ocorre porque você definiu a uma variável de classe random como o valor retornado por rd.randrange(-1000, 1000) ou seja esse valor será o mesmo para todas as instancias e como é feita apenas uma chamada rd.randrange(-1000, 1000) ao definir a classe NeuralNetwork ele permanece o mesmo. Uma solução caso sua intenção seja gerar um valor ...


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Se tem uma lista definida e imutável utilize enum, exemplo: public enum Genres { Acao, Plataforma, FPS, Aventura, Corrida } public enum Plataforms { PS4, PS5, XboxOne, XboxSeriesX } e por fim: public class Jogo { public string Name { get; set; } public Genres Genre { get; } public ...


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Uma função construtora não deixa de ser uma função como qualquer outra, que pode ter qualquer código válido, não apenas declaração de constantes. Por exemplo: function Teste(x, y) { // posso ter código "normal" que qualquer função teria const result = Math.pow(x, y); if (result >= 0) this.nomeAtributo = result; else this....


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Como bem observado na pergunta, o princípio do "Open/close" do "SOLID" pode ir na contra-mão do uso de membros de escopo global ou públicos (public na maioria das linguagens). O que diz o princípio do "Open/close"? In object-oriented programming, the open–closed principle states "software entities (classes, modules, ...


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Considerando que não seria um problema ter uma variável "estática" na classe de origem, uma solução seria usar o "companion object": /** * You can edit, run, and share this code. * play.kotlinlang.org */ fun main() { var outraClasse = OutraClasse() outraClasse.printVariavel() } class UmaClasse() { companion object { ...


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