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Respostas interessantes marcadas com a tag

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Sobre o cifrão ser evidente para um atacante: na verdade isto não significa nada. A segurança do seu sistema reside na dificuldade em fazer o ataque, não na dificuldade de descobrir qual algoritmo foi utilizado. Para começo, qualquer algoritmo que tenha um ataque mais rápido do que força bruta está quebrado e não deveria ser usado. Entre os algoritmos que ...


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Seu código me parece correto. Não conheço essa biblioteca específica (estranhei que o workFactor era usado como parâmetro do GenerateSalt, e não do HashPassword, mas aparentemente é assim mesmo), nem sei se a qualidade da sua implementação é satisfatória (muita gente parece a usar, entretanto, então suponho que o nível de escrutínio que ela recebeu seja ok), ...


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Várias funções do PHP são (ou já foram) vulneráveis a bytes nulos, um dos maiores problemas era do include(), que o PHP parava ao encontrar o nulo, o que permitia ignorar a extensão do arquivo. No caso do BCrypt (não sei como anda o Argon2i no PHP), ele irá usar a string até encontrar um nulo. Então: $hash = '$2y$10$/nX1tLiwOsGWL4MhUjfEIOBKLV.Oa/...


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O jBCrypt é simplesmente uma implementação do algoritmo bcrypt, de modo que se: Não houver nenhum bug nessa implementação (não há nenhum bug report); e: Nenhuma vulnerabilidade tenha sido descoberta nesse algoritmo (não foi). Então pode-se dizer que ele continua seguro. O fato dele não ser atualizado há dois anos não significa nada nesse caso, apenas que ...


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Num algoritmo de hash, somente aquilo que está sendo hasheado é secreto. Tudo mais é público (sal, fator de trabalho, outros parâmetros). Esses algoritmos são projetados para manterem a resistência à pré-imagem (i.e. a partir do hash se descobrir a senha) mesmo que tudo o mais sobre ele forem conhecidos. Por isso, o fato de um atacante ver o cifrão no código ...


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Depende do seu objetivo. Há uma série de coisas a se avaliar: Tempo para quebra da senha usando força bruta; Número de iterações para gerar uma sequência de caracteres criptografada; Número de caracteres da sua senha. Por exemplo, Bcrypt não trabalha com mais do que 55 caracteres. O recomendado é o PBKDF2, já que você não gostou da saída do Scrypt. Ele não ...


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Para garantir que fique exatamente igual o bcrypt do gerado pelo laravel, faá um controler para chamar um ajax, uma espécie de webservice, esse controler vocë terá a função para retornar public function getBcrypt($secret) { return bcrypt('secret'); } no seu arquivo php você pode chamar essa url via curl ou ajax, vai gerar o código criptografado ...


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Como você não respondeu @Andrei Coelho, eu consegui fazendo assim: $arrComb = []; foreach ($request->btnNumber as $nr => $val) { $arrComb[$nr] = explode(",", $val); } $senha = $request->senha; $max = (1 << strlen($senha)); $arrAux = []; for ($i = 0; $i < $max; $i++) { $arrAux[] = str_pad(decbin(...


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Se a senha final está em hashing crypt, SIM! Pois é impossível descriptografa-la para fazer uma análise de cada caractere. Então, você terá que encriptar todas as senhas possíveis e validá-las. Mas você pode otimizar essa validação com SQL. $senhasPossiveis = array( "sajEeYaHYyeSU"; "saepDgtryRTsw"; "saQ30SFLolsHo"; "saIie8xFtO5cg"; "...


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O limite é de 72 bytes, não de 51. O limite de 51 é errado, ou é uma confusão, ou as implementações recentes não seguem a original. Na verdade, me parece que esse limite tem origem do limite do Blowfish, o Blowfish é um algoritmo de encriptação onde o tamanho da chave era de 448 bits (56 bytes), tal algoritmo é usado pelo BCrypt. A versão do Bcrypt 2A (e ...


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O hashPassword inclui o salt utilizado. Eu praticamente respondi isso em outra questão, mas como a pergunta não era especificamente sobre isso, então acho que posso responder aqui também. A mesma forma que "funciona no Node" é mesma que funciona em qualquer lugar, já que ele implementa o mesmo BCrypt. O BCrypt é determinístico. Por esse motivo terá o mesmo ...


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O parâmetro deve ser do tipo bytes, você pode chamar ele de duas formas, dando um cast pra bytes hashed = bcrypt.hashpw(b'teste',bcrypt.gensalt()) ou usando um encoding: hashed = bcrypt.hashpw('teste'.encode("utf-8"),bcrypt.gensalt())


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Descobri a solução, gerar um salt estático passando uma String: public static String salt = "string aleatória"; Ou não fazer o hash durante o login: public Result fazLogin() { DynamicForm formulario = formularios.form().bindFromRequest(); String email = formulario.get("email"); String senha = formulario.get("senha"); Optional<Usuario&...


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Sou iniciante, mas acredito que o codigo abaixo te ajudaria: controller.updateUsuario= function(req, res){ var Usuario= app.models.usuario; var _id = req.body._id; var dados = { "nome" : req.body.nome, "email" : req.body.email }; // Atualização de cadastro if(_id){ Usuario.findByIdAndUpdate(_id, dados).exec() .then( ...


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O problema é que o findByIdAndUpdate, assim como a maior parte das funções da família update do mongoose, não instanciam o Model e por isso, não executam: defaults setters validators middleware Há uma nota sobre isso no final da documentação do método findByIdAndUpdate [1]. O recomendado é substituir com: Model.findById(id, function (err, doc) { if (err)...


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