Em Engenharia de Software, muito ouve-se a respeito do termo Artefato de Software. Pesquisei a respeito e encontrei a seguinte definição:

Um artefacto ou artefato é um dos vários tipos de subprodutos concretos produzido durante o desenvolvimento de software. Alguns artefatos (por exemplo, casos de uso, diagramas de classes e outros modelos UML, requisitos e documentos de projeto) ajudam a descrever a função, arquitetura e o design do software. Outros artefatos estão relacionados com o próprio processo de desenvolvimento - tais como planos de projetos, processos de negócios e avaliações de risco. Podem ser manuais, arquivos executáveis, módulos etc.

O termo artefato em conexão com o desenvolvimento de software é amplamente associado com métodos ou processos de desenvolvimento específicos, por exemplo, o Processo Unificado. Este uso do termo pode ter sido originado com esses métodos.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Artefato_(desenvolvimento_de_software)

Ainda não consegui entender. O que é um Artefato de Software?

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    Na faculdade me disseram que um artefato era ou um documento ou um modelo. A diferença de um pro outro - caso não esteja claro - é que um documento tem a função primária de ser consultado por pessoas, enquanto um modelo em geral também recebe tratamento automatizado. Como tanto documentos quanto modelos precisam ser versionados, ir pra memória do projeto, etc, usou-se "artefato" para referir-se a ambos. Pelo menos foi assim que eu aprendi, não sei se é a forma como é usada atualmente. – mgibsonbr 2/10/15 às 14:26

Entenda como artefato uma sub-parte do software. Pode ser desde a engenharia que resultou em uma parte ou artefato de software, até o código fonte que também compõem um o mesmo. Em outras palavras, é algo que compõe o ciclo de desenvolvimento do software que se inicia a análise, após o desenvolvimento seguido pelos testes e por ultimo a entrega do programa. Você pode pensar na construção de uma casa por exemplo, nela você tem vários artefatos que vão desde a elaboração do projeto até a construção e terminando com os acabamentos.

Essa é uma definição mais simples e resumida. Se você procurar na internet terá exemplos mais detalhados. Tentei falar de forma simples e objetiva, citando um exemplo do cotidiano.

  • Essa definição dá a entender que um artefato pode ser tanto concreto (um plano de projeto) como abstrato (a elaboração do projeto em si). Acredito que o termo artefato se aplica somente a elementos concretos, como é dito na definição incluída na pergunta. Pelo menos é como eu vejo o termo sendo usado. – Piovezan 2/10/15 às 16:33
  • A definição que coloquei é simples é objetiva. Voltando para área do software é algo que fica ainda mais complexo, aonde a definição de tal termo está ligada diretamente com o contexto. Entretanto concordo que um artefato é algo concreto. Por exemplo, uma rotina de teste que compõe parte do ciclo de desenvolvimento. Senão for gerada uma documentação não existe artefato. Contudo, o não existir artefato é a exceção (ou pelo menos deveria). Enfim, para chegar a uma definição exata seria necessário escrever um texto bem mais completo, mais para tal a internet está ai. – Emir Marques 2/10/15 às 16:47

Um artefato de software pode ser resumido como qualquer documento ou modelo gerado durante o desenvolvimento de um software. Para algumas pessoas, um pacote de software também pode ser considerado um artefato.

Eu pessoalmente sempre imagino um artefato como qualquer documento, seja ele físico ou digital, produzido durante o ciclo de vida do desenvolvimento de um software. Por exemplo, um documento de planejamento, um documento de requisitos, o backlog do produto, um diagrama de atividades, um guia de boas práticas, um documento de arquitetura, etc.

Quando se cria ou se mantém um software, vários documentos são criados no processo. Por exemplo:

  • Casos de uso, para detalhar a interação do usuário com o software;
  • Modelos de dados, para descrever como se estruturam os dados que o software usa;
  • O próprio código-fonte do software;
  • Diagramas UML de vários tipos;
  • Atas ou outros registros de reuniões.

Esses documentos (e muitos outros) são necessários para que as pessoas envolvidas no desenvolvimento de software tenham uma base de informação em comum para se comunicar a respeito do software. Esses documentos são chamados, coletivamente, de artefatos de software. Dependendo da metodologia de desenvolvimento (se alguma for usada), os tipos de artefato variam.

É possível, em tese, não ter artefatos, exceto pelo código-fonte, mas isso vai tornar qualquer tarefa de manutenção do programa um pesadelo: para descobrir o que faz cada parte do sistema, seria preciso fazer engenharia reversa do programa! É muito mais prático consultar um diagrama ou documentação, e entender de cara como aquele pedaço do sistema funciona (ou deveria funcionar).

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