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Um dos produtos principais da minha companhia já tem uns 4 anos de vida. Nesse meio tempo muitos branches e tags foram criados, além do repositório ter sido migrado de SVN para GIT.

Por conta disso, o repositório tem muito código antigo e diversas branches que foram criadas e nunca terminadas ou excluídas após o merge com o master.

Atualmente estamos querendo desenvolver uma série de novos recursos, mas não sem antes limparmos o repositório e o próprio código. Daí é que entra a experiência de vocês: como manter um repositório Git bem organizado?

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  • O meu ponto de vista seria melhor excluir os branches antigos ... imagina algo ... isso aconteceu cmg.... Eu criei um branch mas eu nao tinha visto que o nome desse branch ja tinha sido criado, só percebi quando fui fazer o merge .... imagina a dor de cabeça que deu ... fica a dica .... sabio mesmo eh aquele que aprende com o erro dos outros.
    – user14100
    9/08/14 às 23:27
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Não existe uma solução única, o que recomendo é dar uma pesquisada nos vários tipos de workflows e ver o que se encaixa melhor para a forma de trabalho da sua empresa. Independente de qual seja escolhido, quando um for escolhido, aderência a ele implicará em limpar a bagunça.

No geral, com git, não vejo muito sentido em ter tags para serem deletadas posteriormente, normalmente a função de uma tag é ter um ponto fixo de uma versão, perder esse ponto não tem muito sentido pra mim. Agora com relação a branch, isso vai depender do workflow, feature branchs normalmente tem vida curta, mas é comum também ter master, develop, e outros branches pra suporte de várias versões, que são de vida longa.

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prefiro manter meus repositórios sempre o mais limpos possíveis.

Dessa forma, tento aplicar as seguintes regras:

  • Branches que possuem código que não vai ser utilizado são excluídos. Sejam funcionalidades não terminadas, sejam teste de algo que não deu certo. Acredito que haja lugares melhores do que o repositório para documentar esse tipo de "falha".

  • Branches que já foram mesclados no master só continuam a existir se houver necessidade de roll-back da funcionalidade, como num teste num ambiente de pré-produção, contudo prefiro manter apenas tags marcando esses commits (algo como v1.2.3pre1).

Acredito que manter branches com aumenta a complexidade em entender o que está no repositório, especialmente quando chega algum membro novo no time. Além disso, sempre acabo perdendo algum tempo revisando o que já está abandonado

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