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Aprendi três formas de escrever Self Invoking Functions, Immediately-Invoked Function Expression (IIFE), e fiquei com uma dúvida se além da sintaxe exite alguma diferença entre elas.

(function () {
    console.log("Olá");
})();

(function () {
    console.log("Olá");
}());

! function () {
    console.log("Olá");
}();

void function () {
    console.log("Olá");
}();

OBS. A pergunta é referente as próprias Self Invoking Functions e não a diferença para funções "normais".

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Todas as versões acabam fazendo a mesma coisa, que é chamar a função anônima, e é mais uma questão de gosto. Eu prefiro a versão 2 (function(){ ... }()) porque acho que fica mais claro com os parênteses envolta de toda a parte "mágica". Eu também não recomendo a versão 3 porque ela é mais rara e pode confundir outras pessoas.

Uma sugestão é botar um ponto-e-vírgula extra no começo de tudo para se proteger contra o caso de alguém esquecer de botar o ponto-e-vírgula numa das linhas que vem antes.

var x = foo

(function(){ ... }());

Nesse caso o Javascript vai parsear o programa como se foo fosse uma função:

var x = foo(function(){... }());
  • Obrigado, eu também prefiro a segunda sintaxe, mas é mais porque ela é válida no JSLint. Essa dica do ponto e vírgula antes eu desconhecia, é bastante útil e já tive problemas com a linha anterior sem eles. – VitorLuizC 5/06/15 às 15:45
  • falando em jslint, eu prefiro bastante o JSHint. É um fork do jslint com bem mais funcionalidades e bem mais customizável. – hugomg 5/06/15 às 15:50
  • Eu uso o JSHint pra projetos meus, mas no trabalho o Lint acaba sendo mais obrigatório... – VitorLuizC 5/06/15 às 16:03
  • 1
    Aff, eita gente atrasada :/ – hugomg 5/06/15 às 16:53

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