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Esta é uma pergunta conceitual que se encaixa em dois temas on-topic de Arquitetura e engenharia de software. Conceitos e prática e pergunta de banco de dados que envolva SQL em servidor. Como esse tipo de pergunta tende a ser amplo demais, a abordagem sugerida e situações específicas a serem consideradas restringem a algo mais tangível.

Abordagem sugerida

  1. A resposta é conceitual, não prática. Pode usar uma ferramenta como exemplo para um conceito, mas o foco é o conceito.
  2. Deve-se evitar basear fortemente em opinião pessoal em detrimento de metodologias ou autores reconhecidos. Ok se você for um DBA com décadas de experiência
  3. Não é necessário explicar questões como aplicação ter de funcionar em alta disponibilidade, porém durante o backup a aplicação não pode parar sem justificativa. Estimativa do tempo de restauração deve ser citada
  4. Deve-se dar uma noção, ainda que vaga, da periodicidade do backup. De quantas em quantas horas?
  5. Deve explicitar qual estratégia para apagar backups antigos. Considere restauração pode ser solicitada para evento recente ou para evento de 7 ou mais dias atrás.
  6. Deve sucinta, em poucos parágrafos ou uma lista de argumentos chegar a conceitos que você acredita que todo desenvolvedor deveria saber. Imagine como explicação a um desenvolvedor novo ou um supervisor não técnico que irá pagar seu hardware

Situações específicas a serem consideradas

Considerar uma aplicação web típica. Possui um banco de dados SQL qualquer, e a aplicação roda em uma linguagem qualquer, que armazena arquivos de usuários em um sistema de arquivos padrão. Para evitar que a pergunta seja fechada como ampla demais, propõe-se abordar duas situações abaixo na resposta:

Situação A

  • O banco de dados é pequeno, pode ser extraído de forma rápida, e você pode armazenar de forma ilimitada backups
  • A quantidade de arquivos é pequena, pode ser compactado rapidamente, e você tem hardware para armazenar até 60x
  • O hardware não é extremamente confiável: é uma máquina nova do tipo desktop ou hardware de servidor com mais de 4 anos de uso. Não há redundância por RAID.
  • Pode haver falha humana

Situação B

  • O banco de dados é enorme, e extração sem devido cuidado trava a aplicação. Você tem espaço pra no máximo 5x backups
  • Quantidade de arquivos é grande, compactar no servidor de arquivos é estressante. Você tem backups para 2x~5x backups
  • O hardware é extremamente confiável: redundância via hardware e máquinas com hardware específico para servidor
  • Pode haver falha humana
  • Apesar de todos os alertas sobre "esta é uma pergunta conceitual", continua sendo o problema. Sugiro em tais perguntas embasar ao menos com Wikipedia. Exemplo: no artigo em ingles sobre Backups é lembrada a relevância de se definir o objetivo do backup (RPO, RTO ou segurança). Outro ponto muito discutido é arquitetura, pois dados diferentes (ex. diferentes esquemas da base) podem possuir estratégias e objetivos diferentes. – Peter Krauss 24/02/14 às 1:28
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Estratégia conceitual de backup de banco de dados e arquivos

Creio que existam estratégias diferentes que sejam melhores para casos diferentes. Depende muito do contexto. Vou gostar de aprender outras estratégias aqui.

A estratégia que apresento vem sendo aplicada com sucesso na prática por mim há muitos anos, em vários casos que se encaixam na "Situação A" - aplicação web típica de pequena escala.

E a estratégia toda é muito simples. Vou ilustrar com as ferramentas que eu efetivamente utilizo, porém está fácil de extrair os conceitos.

Para os arquivos de código-fonte, uso um sistema de controle de versão (Git). O site ao vivo é um checkout (working tree) de um determinado branch ("production"). O deploy é feito através de push remoto em outro branch ("master") seguido de merge (manual ou automático através de um hook). Já para o backup, eu tenho outro clone do repositório num sistema remoto, que é mantido atualizado através de um update diário, via cronjob.

Para os arquivos que não são código-fonte, por exemplo uma pasta de uploads, cujo conteúdo, em geral, não deve estar incluído dentro de um repositório, eu faço o backup usando uma ferramenta de sincronização de arquivos (rsync). Da mesma forma, o sync é uma tarefa diária, agendada via cronjob.

Finalmente, para o banco de dados utilizo uma ferramenta de geração de dump (mysqldump). Também a partir do sistema remoto existe outra tarefa diária agendada, via cronjob, para gerar e compactar o dump.


Assim, tenho sempre, para cada aplicação:

  • um repositório espelho (com todo o código-fonte e seu histórico)
  • arquivos sincronizados (espelhando o sistema em produção)
  • snapshots diários do banco de dados

Tudo isso realizado sem fazer nada de especial no sistema em produção. Talvez uma configuração no MySQL para aceitar o acesso remoto de um endereço IP específico - enfim, alguma coisinha que precisa ajustar. O "conceito" aqui é que essa "responsabilidade" é do sistema remoto:

  • os arquivos de backup estão nele
  • as tarefas agendadas diárias estão nele
  • o "git update", o "rsync" e o "mysqldump" rodam a partir dele, quer dizer:
  • a obtenção do código-fonte, dos arquivos e do dump são "obtidas a partir" do sistema externo, e não "enviadas para" o sistema externo

No meu caso, de aplicações e sistemas pequenos, o intervalo de um dia para os backups é perfeitamente aceitável. Ainda mais considerando o que segue:

No caso do código-fonte, sempre existirá alguma(s) outra(s) cópia(s) em outro(s) lugar(es), pois afinal há o trabalho do desenvolvedor em andamento.

No caso dos arquivos de upload, em geral quem fez o upload ainda tem o arquivo no dia seguinte - ainda mais se for importante. (Detalhe: uso a opção do rsync que não apaga arquivos no espelho caso tenha sido removido na origem.)

No caso do banco de dados, além do backup, eu também deixo ativado o log binário - feature do MySQL que vai registrando todas as operações (queries) que alteram dados, incluindo a data e hora em que foram feitas. Juntando o backup diário com o log binário, posso restaurar o banco de dados para qualquer momento exato no tempo. Eu já tive que fazer isso uma vez ("rebobinar o BD para um ponto no tempo") e fui bem-sucedido.


Para apagar os backups antigos dos bancos de dados, eu não tenho nada automatizado. Eu mesmo venho fazendo a manutenção manualmente. Mas isso não é recomendável. A estratégia melhor aqui é simplesmente automatizar esse processo também. Por exemplo: dos backups diários, manter um por mês apenas, se for anterior a 30 dias, até um máximo de 6 ou 12 meses atrás.

Já o repositório armazena todo o histórico, como qualquer repositório de código-fonte. E o espelho dos arquivos não tem histórico - é um espelho (apesar de manter arquivos deletados).

Finalmente, para o log binário do banco de dados, o MySQL oferece configurações do limite de tamanho e tempo para os mesmos. Se não oferecesse, seria o caso de configurar um logrotate para o mesmo.


Enfim, tudo depende mesmo do contexto, da escala, e das ferramentas disponíveis. A estratégia traçada acima, baseada na prática, tem como característica principal o fato de tudo ser feito a partir de fora: não cuido do "backup" no sistema que sofre o "backupeamento", mas sim no sistema externo que faz e armazena os backups. Eu tenho um VPS para isso, que cuida do backup de várias aplicações por aí. Esse VPS, por sua vez, conta com o backup oferecido pelo provedor (no caso, snapshots diários). Acho que é uma boa cobertura.

Com certeza, no caso de um banco ou uma aplicação maior ou com "dados sensíveis em alta velocidade" (tipo um eCommerce da pesada) - aí estamos em outro universo, e é necessária outra estratégia. Podemos pensar em replicação do BD, replicações físicas em HDs palpáveis (RAID) - algo que não seja tão "nas nuvens" assim.

  • Boa resposta, Bruni! Se outras perguntas passarem a incluir também estratégia para backup de código fonte com histórico, acho que vou criar outra pergunta para abordar especificamente esse ponto. Outras questões que talvez eu faça bem elaboradas é perguntas menos conceituais e mais práticas, com citação de ferramentas e visão geral de como usar, como é o caso de Backup de MySQL que você citou. Dai o pessoal responderia lá detalhes mais técnicos. PS.: daqui algumas horas +1 na sua resposta – Emerson Rocha 16/02/14 às 18:29
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    Eu pensei em dar umas editadas para deixar mais de acordo com a intenção. Faltou focalizar mais a restauração também... no caso, a ideia de que a estratégia precisa contemplar a restauração da aplicação mesmo no caso de perda irreversível do servidor em produção: ou seja, a importância do backup estar em OUTRO local, a importância da documentação, e a experiência de realmente REFAZER a aplicação original funcionando APENAS com o backup... – J. Bruni 16/02/14 às 18:45
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+50

É difícil dar uma resposta conceitual porque varia muito com a implementação. Exemplos:

  1. Uma estratégia para backup de bancos de dados sem perda de disponibilidade seria a replicação do seu BD no formato mestre-escravo, de modo que quando você quisesse fazer o backup você pausaria a replicação, faria o backup no slave e em seguida retomaria a replicação. Essa estrategia é bem suportada no MySQL, mas apresenta problemas no PostgreSQL (por exemplo; outros SGBDs podem ter outras peculiaridades).

    • Requisito de espaço: mínimo de 3x (uma para o master, uma para o slave e uma para o backup em progresso - antes de movê-lo para armazenagem externa)
    • Periodicidade do backup: durante o tempo que a replicação está pausada, o master vai continuar acumulando escritas que têm de ser replicadas depois no slave. É a soma desses dois períodos (temo de backup, tempo de replicação) que determina o período mínimo entre um backup e outro.
    • Tempo de restauração: vai depender de como o backup é feito de fato (mais sobre isso adiante); o banco teria de ficar em estado somente-leitura até que a restauração seja feita.
  2. Outra estratégia sem perda de disponibilidade (dessa vez específica pro PostgreSQL, mas outros podem suportar também, não é de meu conhecimento) seria o arquivamento contínuo: usar o próprio log do SGBD (aqui chamado WAL - Write Ahead Log) tanto para a replicação (se necessário) quanto para realizar backups continuamente. Esse log grava todas as escritas feitas no banco desde o último checkpoint, permitindo restaurar o banco para um estado anterior arbitrário.

    • Requisito de espaço: não tenho experiência prática para comentar, mas a documentação diz que "os backups tendem a ficar bastante grandes"... Ou seja, usar essa estratégia entre um checkpoint e outro pode ser viável, mas esses checkpoints têm de existir de qualquer maneira. Aí, cai no problema mencionado no item acima.
    • Periodicidade do backup: o backup incremental é feito continuamente, de modo que para períodos curtos (o que é "curto" vai depender da frequência de escritas na sua aplicação específica) pode-se restaurar o banco para qualquer momento arbitrário no passado. O backup de checkpoints, por outro lado, sofre de restrições semelhantes ao item acima.
    • Tempo de restauração: não tenho conhecimento suficiente para estimar.

Quanto ao backup em si, a estratégia é diferente conforme a escala: bancos pequenos podem ser arquivados por uma simples operação de dump, enquanto bancos maiores exigem o backup dos próprios arquivos de dados (já que a operação de dump é proibitivamente demorada). De novo, não tenho conhecimento suficiente para estimar o tempo de restauração em função do volume de dados, mas cabe observar que é sempre possível ter uma réplica pronta no "último estado válido" que poderia assumir rapidamente o estado de master no caso de uma situação "catastrófica".

Arquivos

Tudo vai depender do formato desses arquivos e do seu propósito. Exemplos:

  1. Arquivos predominantemente textuais, que formam a base do próprio site

    Nesse caso o uso de um controle de versões seria o mais apropriado, como já apontado por @J. Bruni. Nesse caso, as alterações em si seriam feitas num ambiente distinto, e somente os resultados finais promovidos para o ambiente de produção. Ou seja, o backup não é feito no servidor de aplicação, mas em outro lugar.

  2. Uploads de usuários, em formato textual ou binário, que não são modificados após carregados

    A estratégia que otimizaria uso de espaço nesse caso seria ter as pastas de backup refletindo a mesma estrutura da pasta do servidor [no momento do backup], e cada arquivo fazendo um link (de preferência hardlink) para o arquivo verdadeiro. Opcionalmente, isso pode ser precedido de uma de-deduplicação, de modo a conservar espaço. Dessa forma, apagar um backup antigo é uma simples questão de apagar sua pasta e tudo o que tem dentro - uma vez que o hardlink garante que um arquivo só será excluído de fato quando nenhuma outra pasta de backup fizer referência a ele.

    (Nota: no caso do servidor sem armazenamento confiável, pode ser interessante fazer uma cópia "real" de cada arquivo, e só a partir daí realizar os links. O projeto boar por exemplo usa essa estratégia, inclusive de de-duplicação. Além disso, ele pode ser mais viável na hora de mover arquivos para armazenamento externo - caso em que a solução por hardlinks apresenta problemas)

  3. Arquivos binários ou texto usados e modificados pela própria aplicação

    Nesse caso, fica difícil dar uma solução genérica, exceto talvez operar no modo copy-on-write ("copiar quando escrever") - de modo a permitir criar um snapshot do seu servidor sem ter que parar a aplicação. Isso é suportado no Windows por meio da funcionalidade Shadow Copy, e no Linux por meio do sistema de arquivos Btrfs. Uma vez feito o snapshot, o backup prosseguiria conforme os itens 1 ou 2 acima, dependendo do formato dos dados.

  • Resposta muito boa. A do Bruni foi mais didática focada na Situação A, situação que a maioria aqui deve passar, enquanto a sua tendeu mais a Situação B. Resposta mais complexa para um problema mais complexo. Em algum momento será interessante abrir questões bem detalhadas a respeito de subitens e caráter mais prático das questões de vocês aqui, como backup com PostgreSQL – Emerson Rocha 17/02/14 às 17:16
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Como analista de infraestrutura e não DBA vou sugerir soluções de backup estrutural do banco que em geral são utilizados em verdadeiros desastres,soluções as quais já implementei com sucesso muitas vezes, na maioria dessas soluções é necessário um processo de recuperação da base, pois mustas vezes as escritas de alguns pontos estão pela metade nessas soluções e por se tratar de backup estrutural SEMPRE é necessária uma segunda maquina

Primeiro caso

  • sem segredo, rotinas de backup agendadas em um servidor remoto com monitoração. (Deduplicação tende a backups infinitos nesse caso)

Segundo caso

  1. Considere um filesystem com snapshots acessíveis e/ou storages com esta função, de hora em hora um snapshot é agendado e o processo de backup realizado em outro servidor montando o snapshot como readonly, ainda haverá perda de performance por I/O, mas essa é a melhor solução para não onerar o servidor de forma continua, nem todas as bases aceitam esse tipo de solução de forma simples, mas sempre é possível scriptizar de forma segura as etapas.
  2. Um segundo servidor recebendo uma copia continua dos dados com intuito apenas de backup, em bases sérias com replicação síncrona o desempenho da estrutura pode acabar sendo nivelado pelo hardware espelho e pela sincronicidade o processo de backup nesta maquina pode afetar a velocidade de escrita da maquina de produção, porem o restore dos dados pode ser feito de maneira bastante rápida e virtualmente sem perdas de dados em relação a solução anterior.
  3. O mesmo que o anterior, porem com os logs enviados de forma assíncrona, há apenas um overhead de envio dos logs binários a serem replicados, quase não há interferência da maquina espelho no servidor primário, e backups podem ser feitos quase sem efeito sobre a maquina principal, porem haverão pequenas perdas no restore
  4. Uma variação do anterior, porem a maquina espelho contendo um filesystem que comporte snapshot sem lock, se possível deduplicação e acesso sem restauração dos snapshots como zfs e gpfs ,filesystems dos sonhos free e pago(muito bem pago!) respectivamente, nesse caso não há necessidade da rotina de backup em si, o volume dos dados é apenas incremental, há pouco lock nestas ações que possa afetar a base de produção e o agendamento dos backups é simples. porem a estrutura em si fica bem complexa e bastante passível de erros humanos
  5. Snapshots locais sendo enviados por rede para uma maquina remota e eliminados na sequencia, só conheço o ZFS com essa capacidade, haverão perdas de dados e o trafego de rede é bastante grande, porem pode ser feito minuto a minuto, a maquina destino não precisa ter capacidade de rodar a base.

**não citei LVM para snapshot intencionalmente, tem de ser seguro, e recover de LVM é o pior dos pesadelos de um admin

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    sei não se tratar de uma resposta a pergunta real, mas eu realmente acho que são pontos e visões importantes que a estrutura pode fornecer como solução – BrenoZan 24/02/14 às 19:48
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Para a situação B é necessário responder a pergunta: "Quantos dias sua aplicação poderá ficar fora do ar para a restauração de um back-up?".
Creio que o maior problema é a restauração e não a criação de um back-up.

Veja este post do Fabio Telles: "Dump não é backup!"
http://savepoint.blog.br/dump-nao-e-backup/

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    "dias"? Se você conta o tempo para restaurar em dias, tem algo errado ai. – Guilherme Bernal 16/02/14 às 23:42
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    @user2478690 pode por favor melhorar a pergunta? Da forma como está só vai atrair -1s. Você não só não respondeu a pergunta como apenas passou o link externo – Emerson Rocha 16/02/14 às 23:52
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    A situação B é de um banco de dados enorme. Para um banco enorme as estratégias tradicionais de back-up e restauralção (que é o grande problema) usualmente não atendem aos requisitos de disponibilidade. Para tais tipos de banco é aconselhável a replicação, por ex. na forma mestre-escravo, e a promoção de um escravo para mestre em caso de problemas. Para um banco efetivamente grande o tempo de restauração chega a ser proibitivo em termos dos requisitos do sistema. – user4552 17/02/14 às 2:47
  • Acho que o @user2478690 está querendo lembrar que o conceito de "backup" nos dias de hoje (2014) é mais amplo, e que justamente RAID, replicação, etc. entram no conceito amplo. Frente de loja, aplicações bancárias, etc. tomam prejuizo com alguns segundos ou minutos de indisponibilidade, e mais prejuizo ainda se perderem "transações em trânsito". – Peter Krauss 24/02/14 às 1:21

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