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Seguindo o script abaixo gerou um dúvida em qual declaração utilizar, na documentação do AngularJS encontrei as duas formas em exemplos diferentes, mas não encontrei uma explicação de qual declaração é usada ou se existe algum caso especifico para utilizar.

aplicacao.js:

//Declaração da aplicacao
$myApp = angular.module('myApp',[]);

//Declaração dos controllers
var controller1 = function ($scope,$http){
 $scope.name = 'controller declaracao 1';
}

$myApp.controller('controller2',[ '$scope', '$http', function($scope, $http) {
 $scope.name = 'controller declaracao 2';
}]);

index.html:

<html ng-app="myApp">
<body>
  <div ng-controller="controller1">{{name}}</div>
  <div ng-controller="controller2" >{{name}}</div>
</body>
</html>

Dúvida qual forma utilizar? Tem diferença de performance?

Exemplo no JSFiddle - https://jsfiddle.net/dyb8ne27/

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claudsan seu primeiro controller funciona pois ele esta sendo declarado dentro do global scope (window).

Se você isolar o scope usando IIFE (Immediately-Invoked Function Expression) o seu var controller1 não vai ser válido e seu código vai quebrar pois não encontrará a variável.

exemplo:

//Declaração da aplicacao
$myApp = angular.module('myApp',[]);

//Declaração dos controllers
var controller1 = function ($scope,$http){
 $scope.name = 'controller declaracao 1';
}

$myApp.controller('controller2',[ '$scope', '$http', function($scope, $http) {
 $scope.name = 'controller declaracao 2';
}]);

Erro:

Error: [ng:areq] Argument 'controller1' is not a function, got undefined

Usando IIFE você precisa declarar o controller1 igual você declarou o controller2, e o Angular vai fazer conseguir acessar o controler1:

(function() {
  'use strict';

  //Declaração da aplicacao
  $myApp = angular.module('myApp',[]);

  //Declaração dos controllers
  var controller1 = function ($scope,$http){
   $scope.name = 'controller declaracao 1';
  };

  $myApp.controller('controller1', ['$scope', '$http', controller1]);

  $myApp.controller('controller2',[ '$scope', '$http', function($scope, $http) {
   $scope.name = 'controller declaracao 2';
  }]);

}());

Espero que eu tenha ajudado e lembre-se que sempre é uma boa prática não sujar o global scope (window).

Caso queira saber mais sobre o IIFE veja esse link

  • consegui entender o funcionamento apos algum tempo, mas de toda forma muito obrigado pela explicação mais detalhada que possivelmente vai ajudar mais gente. – claudsan 25/02/16 às 1:14
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No que se refere a performance não existe diferença nenhuma. Mas existe algumas diferença que vou listar abaixo:

O que acontece quando voce usa a diretiva(directive) ng-controller:

  • Um novo scope ($scope) e criado para cada DOM elemento que utilizar a diretiva. Ou seja voce pode ter uma mesma view (template) com varios elementos utilizando o mesmo controller.
  • A relacao entre elemento e o controller eh bem explicita, ja que voce sabe que esse controller esta sendo definido para um especifico elemento do DOM
  • Quando voce usar o inspect (console), vai ficar bem mais facil de ver aonde exatamente o controller esta sendo usado ja que o nome ng-controller vai estar visivel no HTML.

O que acontece quando voce definir o controller atraves de uma rota/url (route):

  • Um novo scope ($scope) e criado para cada rota/url (route). Ou seja, ele vai estar disponivel para toda a view (template) que fizer parte daquela rota.
  • Atraves do propriedade resolve: {} do rota/url (route) voce pode injetar dependencias no controller
  • Nao existe relacao direta entre o controller e a view. A relacao existe entre o controller e a rota/url (route).

Nao existe uma forma certa ou errada sobre como declarar Controllers em AngularJS. As duas formas acimas sao corretas e funcionam. Tudo vai realmente depender do requisitos do seu projeto - e as vezes ate preferencia pessoal.

Um exemplo de cenario para usar o controller atraves de uma rota/url (route), eh quando voce precisa utilizar o mesmo template(view) para duas url/rotas diferentes mas a logica e os dados para cada url/rota deve ser diferente.

Como voce precisa usar o mesmo template(view), voce nao pode utilizar o ng-controller na view, porque esse tem que mudar dependendo da rota. Entao a solucao eh definir diferente controllers para cada rota e ainda utilizar um unico template.

Espero que tenha ajudado.

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Estou entendendo que sua pergunta é referente à diferença entre a versão sem declaração de injeções de dependências...

var controller1 = function ($scope,$http){}

e a versão com adição à coleção de injectables via método controller e com declaração de dependências:

$myApp.controller('controller2',[ '$scope', '$http', function($scope, $http) {}]);

Se este é o caso, vamos por partes:

Sem declaração de injeções de dependências

O seu código está fazendo o seguinte:

var             // Declaração de variável no escopo atual
controller1 =   // Nome do controller
function (      // A interface da função definirá as dependências
$scope,         // Injeta a dependência para o módulo $scope 
                //     usando o handler default
$http           // Injeta a dependência para o módulo $http
                //     usando o handler default
){
...             // Corpo da função
}

Este formato mantém o código enxuto e terso. Dependências são resolvidas usando seus handlers padrão, o que é conveniente caso você esteja utilizando um serviço padrão repetidamente.

Como o Angular não faz idéia do que controller1 significa, ele irá mapear o DOM até encontrar um objeto com o mesmo nome, certificar-se de que o objeto é uma função, e que esta função pode ser mapeada como um controller. Isso toma tempo - não muito, porém é um overhead.

Com declaração de dependências

$myApp          // Referência ao objeto que contém a aplicação
.controller(    // Declaração de controle 
'controller2',  // Nome do controller
[               // coleção de objetos; N referências a dependências,
                //     Último parâmetro será a função que as consome.
'$scope',       // Mapeando a dependência $scope para a posição 0
'$http',        // Mapeando a dependência $http para a posição 1
function(       // Interface da função
$scope,         // apelido (handler) da dependência na posição 0
$http           // apelido (handler) da dependência na posição 1
) {
...             // Corpo da função
}]);

Este método é mais complexo, porém oferece mais possibilidades. Imagine que você quer escrever um controller genérico que espera receber uma dependência que possui os métodos Get(id), GetAll(), Remove().

Ao invés de re-escrever o seu controller a cada vez que necessitar implementar um controlador para cada nova implementação desta dependência, você só necessitará trocar a referência mapeada. Exemplo:

Original

$myApp.controller('dep1Controller',[ '$scope', 'dep1svc', function($scope, dependencia) {}]);

Nova versão

$myApp.controller('dep2Controller',[ '$scope', 'dep2svc', function($scope, dependencia) {}]);

As funções internas dos controllers irão referenciar dependencia, completamente ignorantes se os métodos chamados são pertencentes a dep1svc ou dep2svc - permitindo assim uma maior abstração do seu código.

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