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Boa tarde! Alguém pode me ajudar? Estou com duvida nesse exercício... não estou conseguindo passar por parâmetro a struct para outra função. OBS: estou começando agora... é aconselhável manter as structs na main ou em escopo global?

void menorIdade(aluno){ //????
    
    int compIdade;
    printf("\nDigite uma idade: ");
    scanf("%d", &compIdade);
    
    printf("\nALUNOS COM IDADE MENOR QUE %d", compIdade);
    for(int i=0; i<qtdAlunos; i++){
        if(aluno[i].idade<compIdade){
            printf("\n%s - %d", aluno[i].nome,aluno[i].idade);
        }
    }
}

int main(){

    struct turma {
        char nome[50];
        int idade;
        int numeroReg;
    } aluno[qtdAlunos];

    
    for(int i=0; i<qtdAlunos; i++){
        setbuf(stdin, NULL);
        
        printf("\nALUNO %d", i+1);
        printf("\nNome: ");
        fgets(aluno[i].nome, 50, stdin);
        
        
        printf("Idade: ");
        scanf("%d", &aluno[i].idade );
        
        printf("Numero de registro: ");
        scanf("%d", &aluno[i].numeroReg );

    }
    menorIdade(struct turma aluno); //???
}
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  • A sua struct turma precisa ser conhecida em sua função menorIdade, além disso aluno é um array de structs e não uma única struct. Declare-a em escopo global para que seja conhecida tanto na main quanto na função menorIdade. – anonimo 24/02 às 21:56

2 Respostas 2

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é aconselhável manter as structs na main ou em escopo global?

Sim, é aconselhável e muitas vezes essencial já que todo o projeto vai trabalhar com elas. A regra geral é usar sempre o mínimo escopo possível, e não alocar nada no espaço global

não estou conseguindo passar por parâmetro a struct para outra função

Vou te mostrar um exemplo, digitado em cima de seu programa. E escrevendo a partir dos dados

Sobre seu programa

Antes vou escrever sobre seu programa...

struct turma {
    char nome[50];
    int idade;
    int numeroReg;
} aluno[qtdAlunos];

Essa construção é um tanto folclórica. Então aluno é um vetor de turma? Não te parece estranho? aluno é turma[], quando a realidade é o contrário: a turma é uma coleção de aluno

Escreva seu programa em torno dos dados. Sempre. E não escreva uma única linha sem razão. E não fique lendo dados em um programa que está testando. Vai levar a vida toda à toa. Use constantes ou funções geradoras de dados. NUNCA leia. Quando estiver segura do programa você coloca a leitura. Vai ver isso no exemplo.

E como começar esse lance de escrever em torno dos dados?

É claro que vamos ler uma turma para poder listar os caras com idade menor que um valor. Então a primeira coisa que precisa é de um objetivo. Então no próprio IDE usa algo assim

Seq        Mat                 Nome   Id
001..12345678..01234567890123456789..100
001  12345678  01234567890123456789  100
001..12345678..01234567890123456789..100
001  12345678  01234567890123456789  100

        XXX alunos

É muito mais fácil quando tem um objetivo ANTES.

É claro que pra testar a função precisa poder listar a turma toda ou não vai saber ou poder provar que está tudo certo. Então vai precisa de uma função para mostrar os caras todos. Sempre que criar uma estrutura crie uma função assim porque mesmo que o enunciado não peça você vai querer listar. Como vai testar isso direito sem ela? Então pode ser

    int         mostra_turma( Turma* T );

Sem pensar: a função recebe o endereço de uma struct Turma. E lista os caras. Claro.

Mas claro que mostrar todo mundo é a mesma coisa que mostrar os caras abaixo de uma certa idade, então a outra função

int         menorIdade( Turma* T, Num idade );

deve ser a mesma, certo? Num é um número, como um int. Não faz diferença agora.

e a Turma

Em C existe essa prática comum de nomear as struct com a primeira Letra em maiúscula, e só ela. E nomear constantes com TODAS as letras em maiúsculas. Se seguir isso vai ajudar você a entender os programas dos outros e vice-versa.

Uma Turma é uma coleção de alunos. Eis uma possibilidade


typedef struct
{
    Num     id;

    Aluno   aluno[MAX_ALUNOS_];
    Num     qtdAlunos;
    char    nome[50];

}   Turma;

Veja a diferença aqui: a Turma tem um nome, um id porque é legal ter um campo numérico para poder comparar, uma quantidade de Aluno e um vetor de Aluno com um tamanho fixo alocado, afinal estamos começando em C e não vai querer alocar memória e tal. E é bem melhor ter informações sobre a Turma DENTRO do registro. Compare com o seu caso em que precisa controlar um único vetor de struct com um certo número de ocorrências e entenda que vai ter que manter um contador só para isso. E se tivesse mais de uma Turma estaria bem encrencada...

Note que ao usar a convenção de que falei já fica claro que Turma, Aluno e Num são tipos definidos em seu programa, e MAX_ALUNOS_ é uma constante. Uma convenção, mas ajuda demais.

e Aluno?

O que tinha no programa original

typedef struct
{
    Num     id; // para escrever menos :) 

    Num     idade;
    char    nome[50];
    
}   Aluno;

O simples. o id pode não ser a matrícula, mas vamos usar como tal. A vantagem é que sabe que Turma tem Aluno e pode mudar uma struct sem mexer na outra

os dados então:

Se está mesmo lendo isso notou que não temos programa mas temos o modelo e duas funções, e um gabarito para o relatório. ANTES de escrever o programa, porque começamos com os dados.

Eis os dados até aqui:

#include <limits.h>
#include <stdio.h>

#define MAX_ALUNOS_ 10

typedef     unsigned int Num; // para escrever menos

typedef struct
{
    Num     id; // para escrever menos :) 

    Num     idade;
    char    nome[50];
    
}   Aluno;


typedef struct
{
    Num     id;

    Aluno   aluno[MAX_ALUNOS_];
    Num     qtdAlunos;
    char    nome[50];

}   Turma;

// aqui vao as funcoes
int         menorIdade( Turma*, Num );
int         mostra_turma( Turma* );

// fim de turma.h

Como sugere a última linha isso estará gravado no arquivo "header.h" do EXEMPLO que estou te mostrando e será incluído no programa. o tal

#include
  • Não aloca nada
  • define Num, Aluno e Turma de um jeito que deve servir
  • Num é um int sem sinal porque faz sentido.
  • MAX_ALUNOS_ vale 10. Está bom. Não faz diferença

E as funções?

São duas, na verdade uma. e já dá pra escrever porque tem o gabarito lá em cima. Foi a primeira coisa que escrevemos. Elas vão estar no arquivo turma.c, o mesmo nome do header. Outra convenção. Importante.

int         mostra_turma( Turma* T)
{
    // claro que a listagem e a mesma que acima, so que vai listar todos
    return menorIdade( T, INT_MAX );
};

Essa foi fácil hein? Porque INT_MAX é um valor grande, o maior possível para um número, e então claro que vai listar todo mundo, e assim não precisa usar duas funções para fazer algo tão parecido. Claro podia ter usado 200 para listar os caras com menos de 200 anos. Ou ter escrito as duas como todo mundo. Uma para testar e outra para o enunciado, mas aí teria que se preocupar com o risco de mudar uma sem mudar a outra...

O valor de retorno de mostra_turma() podia ser o total de caras ou um valor negativo em caso de erro. Como ela recebe algo do tipo Turma*, um ponteiro para Turma, esse ponteiro pode ser nulo por exemplo e aí poderia retornar um código de erro, certo?

O exemplo retorna zero porque é um exemplo.

menor_idade() afinal

Esse é o programa afinal. Vou mostrar o exemplo e depois uns detalhes. É muito simples, claro, porque é só mostrar o que está no gabarito que foi a primeira coisa que a gente escreveu.

int         menorIdade( Turma* T, Num idade )
{
    const char* cab = "Seq       Mat                  Nome   Id\n";
    int t = 0; // conta os alunos
    if ( idade == INT_MAX )
        printf("Turma: '%s' [%d alunos]\n\n%s\n",
            T->nome,
            T->qtdAlunos,
            cab // o cabecalho comum
        );
    else
        printf("Turma: '%s' [%d alunos]. Limite: %d anos (inclusive)\n\n%s",
            T->nome,
            T->qtdAlunos,
            idade,
            cab
        );
    // agora lista um por um 
    for( int n = 0; n<T->qtdAlunos; n++)
    {
        if( T->aluno[n].idade <= idade )
        {
            printf("%3d  %8d  %20s  %3d\n",
            1+n, T->aluno[n].id, T->aluno[n].nome, T->aluno[n].idade 
            );
            t = t + 1;
        }
    };  // for()
    printf("\n\t%3d alunos\n\n", t);
    return 0;
}

Veja essa linha por exemplo:

        const char* cab = "Seq       Mat                  Nome   Id\n";

O cabeçalho da listagem, copiado do próprio gabarito com recortar e colar. E os campos tem o tamanho em colunas numerado então não há como não ficar alinhadinho... A gene não quer ficar testando. Veja a linha que imprime o cabeçalho:

        printf("Turma: '%s' [%d alunos]\n\n%s\n",
            T->nome,
            T->qtdAlunos,
            cab // o cabecalho comum
        );

Se mudar de idéia sobre o cabeçalho não precisa procurar isso no meio do printf()...

E a linha do aluno?

            printf("%3d  %8d  %20s  %3d\n",
            1+n, T->aluno[n].id, T->aluno[n].nome, T->aluno[n].idade 
            );

Note o tamanho dos campos depois do %. assim garante que vai alinhar, antes de testar o programa. Afinal é pra ficar assim, como est;a lá em cima...

001  12345678  01234567890123456789  100

3, depois 8, depois 20 depois 3.

O if lá no começo é porque quando for listar por idade a gente precisa do valor na tela e quando for listar todo mundo nao...

O código vai te mostrar como acessar cada campo dentro das estruturas. Leia com cuidado.

montando turma.c

Então esse novo arquivo tem as funções que estão declaradas do header turma.h e o que for preciso para fazer com que elas rodem. Aqui não precisa de mais nada.

#include    "turma.h"

int         menorIdade( Turma* T, Num idade )
{
    const char* cab = "Seq       Mat                  Nome   Id\n";
    int t = 0; // conta os alunos
    if ( idade == INT_MAX )
        printf("Turma: '%s' [%d alunos]\n\n%s\n",
            T->nome,
            T->qtdAlunos,
            cab // o cabecalho comum
        );
    else
        printf("Turma: '%s' [%d alunos]. Limite: %d anos (inclusive)\n\n%s",
            T->nome,
            T->qtdAlunos,
            idade,
            cab
        );
    // agora lista um por um 
    for( int n = 0; n<T->qtdAlunos; n++)
    {
        if( T->aluno[n].idade <= idade )
        {
            printf("%3d  %8d  %20s  %3d\n",
            1+n, T->aluno[n].id, T->aluno[n].nome, T->aluno[n].idade 
            );
            t = t + 1;
        }
    };  // for()
    printf("\n\t%3d alunos\n\n", t);
    return 0;
}


int         mostra_turma( Turma* T)
{
    // claro que a listagem e a mesma que acima, so que vai listar todos
    return menorIdade( T, INT_MAX );
};

// fim de turma.c

Claro que a partir do #include todas as struct são conhecidas e pode chamar as funções aí dentro

porque não tem main()?

Deixando isso separado você pode escrever programas que usam essas funções pela vida toda, sem ter sequer que abrir esses arquivos de novo. E pode testar suas funções com vários possíveis main(). Ou pode vender suas funções para alguém que vai usar só o header e o código compilado, como você faz com stdio.h e printf() por exemplo...

Como criar uma Turma de teste

Como eu disse, é o diabo ficar lendo do usuário a cada vez que for testar o programa. Simplesmente não faz sentido.

Veja isso:

    Turma teste = 
    {   // uma turma de teste basta
        .id = 42,
        .qtdAlunos = 3,
        .nome = "Fisica II",
        .aluno[0] = { 42, 22, "Jhonny Cash" },
        .aluno[1] = { 45, 25, "Willie Nelson" },
        .aluno[2] = { 52, 30, "Kris Kristofferson" }
    };

    Turma*  p = &teste; // inutil: e so um exemplo

Aí está uma turma de teste, arrumadinha com 3 alunos já. Basta isso para nosso programa, que nunca rodou. Preste atenção para a notação: não é complicado. Você precede o nome dos campos da struct por ponto. Usa chaves quando tiver uma struct dentro da outra, usa colchetes para índices do vetor. Nem é preciso inicializar todos os campos.

Note o exemplo de como declarar p como um ponteiro para Turma.

E o teste em si?

    mostra_turma( p );

    menorIdade( &teste, 12 ); // sem usar o ponteiro
    menorIdade( p, 25 ); // dois alunos
    menorIdade( p, 55 ); // todos   

Isso já basta: mostra_turma(0 vai listar todos. O primeiro filtro por idade não vai achar ninguém, o segundo vai achar 2, um no limite de idade. O terceiro vai incluir todo mundo.

Eis tmain.c, esse programa de teste

#include "turma.h"

int main(void)
{
    Turma teste = 
    {   // uma turma de teste basta
        .id = 42,
        .qtdAlunos = 3,
        .nome = "Fisica II",
        .aluno[0] = { 42, 22, "Jhonny Cash" },
        .aluno[1] = { 45, 25, "Willie Nelson" },
        .aluno[2] = { 52, 30, "Kris Kristofferson" }
    };

    Turma*  p = &teste; // inutil: e so um exemplo

    mostra_turma( p );

    menorIdade( &teste, 12 ); // sem usar o ponteiro
    menorIdade( p, 25 ); // dois alunos
    menorIdade( p, 55 ); // todos
    
    return 0;
}

// fim de tmain.c

Como compilar isso?

gcc -o t -Wall -std=c17 tmain.c turma.c

Esse comando vai gerar o executável t, a partir dos fontes tmain.c e turma.c Ou use seu IDE.

Os 3 arquivos estão separados aqui e basta copiar. O programa imprimiu certo da primeira vez. ;) a mesnos que se ache um erro a seguir. E não demorou nada para escrever. Muito menos para testar.

O que demora é explicar e escrever aqui :) mas eu queria mostrar um possível mecanismo a partir do zero, exceto pelo seu programa claro.

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  • Muito obrigada!!! – Julia Valente 25/02 às 13:41
  • É aconselhável manter as funções antes ou depois da main? – Julia Valente 25/02 às 14:09
  • Em C não importa a ordem, mas é importante que esteja perto de onde elas são chamadas. Em Python por exemplo as funções obrigatoriamente devem ser declaradas antes de serem chamadas, mas em C não faz diferença. – Natan Fernandes 25/02 às 14:34
  • A diferença não é para o compilador: E pra quem vai ler o código, inclusive o autor semanas depois. main() deve estar só em um arquivo separado porque é a realidade: produção e teste. Toda a razão de ter um arquivo com funções é poder usar em outros lugares. Se main() estiver junto não há como. Alguma ordem importa na hora de localizar o código mas os IDE modernos mantem uma lista em ordem alfabética então isso ficou menos importante. Só que nem todo mundo usa um IDE. @NatanFernandes grato pelas sugestões. Incorporei algumas – arfneto 25/02 às 15:09
  • Entendi... obrigada novamente! – Julia Valente 25/02 às 15:20
-1

Boa noite.

Seu código tem dois erros, o primeiro é sobre o escopo (local onde é visível) da declaração de sua struct. Lembre-se que uma struct é um tipo de dado igual ao int ou char, mas é um tipo de dado criado pelo programador. O novo tipo de dado não é nativo e por isso ele só pode ser usado pelas funções que o conhece. No seu código você declara um novo tipo de dado na main e ele só existe ali, quando você tenta usar esse tipo de dado em outra função haverá erro, pois essa função não sabe como é que funciona esse novo tipo de dado (não conhece seus campos). Quando você faz isso:

struct turma {
    char nome[50];
    int idade;
    int numeroReg;
} aluno[qtdAlunos];

Você cria um novo tipo de dado e ao mesmo tempo já cria uma variável (vetor) do tipo de dado criado, isto é, você fala para o programa que struct turma é um novo tipo de dado, igual ao int, e fala que aluno é uma variável (vetor) desse tipo. Exemplo:

// Em ambos os casos n1 e n2 são variáveis
// E `int` e `struct turma` são tipos de dados
int n1;
struct turma n2;

Para todas as funções do seu programa conhecer esse novo tipo de dados precisamos deixar sua declaração globalmente, isto é, struct turma vai ser declarado em escopo global. Se deixar esse trecho de código globalmente:

struct turma {
    char nome[50];
    int idade;
    int numeroReg;
} aluno[qtdAlunos];

Então a variável (vetor) também será global, mas não é isso o que queremos. Para solucionar o problema nós precisamos desvincular a declaração do novo tipo de dado com a declaração da variável. Exemplo:

// Aqui é somente a declaração do novo tipo de dado
// Nenhuma variável ou vetor está sendo declarado
// Esse trecho de código precisa ter escopo global
// Assim todo o programa vai reconhecer esse novo tipo
// Igual ocorre com o `int` ou o `char`
struct turma {
    char nome[50];
    int idade;
    int numeroReg;
};

// Na sua função `main` você declara
// Uma variável desse tipo
// Esse vetor é igual a qualquer outro vetor do tipo
// `char` ou `int`, a diferença é que ele é
// Do tipo que você declarou
struct turma aluno[qtAluno];

O segundo erro é no argumento de sua função. Normalmente uma função tem como argumento uma variável com seu tipo. Exemplo:

// Aqui x e y são do tipo `int`
int soma(int x, int y);

Você esqueceu de fazer isso na sua função:

// Repare que a variável aluno está sem tipo
// A função não sabe se aluno é do tipo `int`,
// `char` ou `struct turma`
void menorIdade(aluno)

Para resolver isso basta acrescentar o tipo:

void menorIdade(struct turma aluno)

O exemplo acima funcionaria para passagens por valor, quando trabalhamos com passagens por referência precisamos usar ponteiros, então ficaria assim:

void menorIdade(struct turma *aluno)

Agora essa função pode receber um vetor sem problemas. Na main basta colocar:

// Isso fica na `main`
// aluno é um vetor
// pois essa função recebe um ponteiro
menorIdade(aluno);

OBS: Acho que você não postou o código completo, pois qtdAlunos não está declarado no trecho apresentado. Uma dica é deixar essa variável como constante (se já for então recomendo deixar todas as letras em maiúsculas, é uma boa prática de programação). Exemplo de como se declara constantes:

// 34 é o valor da constante QTALUNOS
#define QTALUNOS 34
1
  • Muito obrigada! Me ajudou muito! – Julia Valente 25/02 às 13:42

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