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Eu já vi muita gente defendendo o uso dos métodos HTTP corretamente, ou seja, respeitando a semântica dos métodos definidos na especificação ao fazer uma requisição. GET só deve ser utilizado para recuperar dados, e nunca para ações que causem efeitos colaterais. Os métodos PUT e DELETE muitas vezes devem ser utilizados no lugar do POST.

Porém é um fato óbvio que muito pouca gente na web faz isso, na prática GET e POST são utilizados quase que exclusivamente, por diversos motivos que não vêm ao caso.

Gostaria de saber quais as vantagens do uso correto, e as desvantagens do que é feito na prática, para além do dogma do "certo" e "errado" e da questão semântica.

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    Vou votar para fechar porque a pergunta só permite respostas vazias :P – Maniero 4/02/15 às 1:33
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    Fechar é com POST ou DELETE? – bfavaretto 4/02/15 às 1:34
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    A semântica correta deveria permitir ser CLOSE :) – Maniero 4/02/15 às 1:35
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    @Victor Pois é, eu acho algo parecido, mas espero que alguém me convença do contrário :) – bfavaretto 4/02/15 às 2:12
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    Achei essa resposta do @Bruno bem interessante: pt.stackoverflow.com/a/16930/14262 – MarceloBoni 4/02/15 às 3:36
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Vamos começar vendo as nossas abordagens para fazer um CRUD em um servidor e forjar algumas URLs para analisar. A primeira abordagem (vamos chamá-la de A) é utilizar os verbos HTTP adequados:

GET http://www.example.com/somepath/resource.txt
PUT http://www.example.com/somepath/resource.txt
DELETE http://www.example.com/somepath/resource.txt
PATCH http://www.example.com/somepath/resource.txt

A segunda abordagem (B) é usar apenas GET e POST e colocar os verbos nas URLs:

GET http://www.example.com/somepath/resource.txt
POST http://www.example.com/somepath/resource.txt/put
POST http://www.example.com/somepath/resource.txt/delete
POST http://www.example.com/somepath/resource.txt/patch

A terceira abordagem (C) é usar apenas GET e POST e definir campos de formulário no POST:

GET http://www.example.com/somepath/resource.txt

POST http://www.example.com/somepath/resource.txt
action=put&content=...

POST http://www.example.com/somepath/resource.txt
action=delete

POST http://www.example.com/somepath/resource.txt
action=patch&data=...

Agora, vamos analisar as vantagens da abordagem A sobre as abordagens B e C:

Vantagem 1: Todas as ações têm a mesma URL e portanto todas elas claramente se referem a ações sobre um mesmo recurso. Se você subiu um recurso com o PUT, é esperado obter o mesmo recurso ao utilizar GET, alterá-lo com PATCH e destruí-lo com DELETE.

Vantagem 2: O PUT, o DELETE e o PATCH são idempotentes, mas o POST não é. As requisições POST não são cacheadas e em geral não podem ser repetidas, diferentemente do que ocorre com o PUT, o DELETE e o PATCH. Mas no caso em que o POST representa um PUT, DELETE ou PATCH disfarçado, elas deveriam ser cacheáveis e repetíveis, mas o navegador ou algum outro agente não vai saber disso, pois a semântica está dentro da aplicação e não no protocolo.

Vantagem 3: Os métodos PUT, DELETE e PATCH são mais simples puros do que quando encapsulados em POSTs disfarçadas. Com o PUT, por exemplo, a sua requisição conterá como corpo apenas o recurso que você deseja utilizar para realizar o upload e nada mais. Se você utilizar o POST no lugar, terá que se virar com múltiplos campos de formulário e talvez com regras especiais para o enctype="multipart/form-data".

Vantagem 4: O verbo HTTP utilizado deixa claro qual que é a ação que está sendo efetuada sobre o recurso e portanto o comportamento esperado é bem definido. Se estivermos limitados apenas ao GET e ao POST, a URL terá que ser alterada (abordagem B) ou você será obrigado a definir campos de formulário customizados (abordagem C). O ideal é que as URLs fossem preservadas e nenhum campo customizado fosse necessário.

Vantagem 5: O processamento do POST não é tão bem definido do ponto de vista do HTTP, pois a sua semântica depende inteiramente da aplicação, diferentemente do que acontece com o PUT, o DELETE e o PATCH. No HTTP, o POST denota apenas o envio de dados ao servidor, mas não diz nada sobre como estes dados serão processados.

No entanto as vantagens da abordagem A acabam aí. Agora que eu já as enumerei, vou apresentar as desvantagens e também desconstruir as vantagens apresentadas:


Desvantagem 6: Navegadores suportam apenas formulários com as actions POST e GET. Isso costuma ser motivo suficiente para forçar os desenvolvedores a abandonar o PUT e o DELETE, uma vez que os navegadores não conseguirão utilizá-los de forma efetiva e simples.

É possível utilizar os demais métodos via AJAX. Mas em formulários não dá porque tal como explicado por Ian Hickson o PUT não faria sentido porque não tem sentido fazer upload do conteúdo de um formulário, e sim apenas upload de recursos, coisa que formulários não são. O DELETE não faz sentido em formulários porque o método DELETE não tem corpo e o formulário representa o corpo da requisição. (link que usei para achar essa informação).

Como resultado, na especificação do HTML5 apenas o POST e o GET são aceitos como métodos de submissão de formulários:

The method and formmethod content attributes are enumerated attributes with the following keywords and states:

  • The keyword get, mapping to the state GET, indicating the HTTP GET method.

  • The keyword post, mapping to the state POST, indicating the HTTP POST method.

The invalid value default for these attributes is the GET state. The missing value default for the method attribute is also the GET state. (There is no missing value default for the formmethod attribute.)

Traduzindo isso para o português:

Os conteúdo dos atributos method e formmethod são atributos enumerados com as seguintes palavras-chaves e estados:

  • A palavra-chave get, mapeando para o estado GET, indicando o método HTTP GET.

  • A palavra-chave post, mapeando para o estado POST, indicando o método HTTP POST.

O valor assumido quando inválido para estes atributos é o estado GET. O valor assumido quando omitido para o atributo method também é o estado GET. (Não há valor assumido quando omitido para o atributo formmethod.)

Assim, os navegadores só aceitam POST e GET em formulários.

Por outro lado, é verdade que talvez isso mude no futuro, mas por enquanto é assim (link que usei para achar esta informação).

Quando/se os navegadores permitirem o uso de PUT e DELETE em formulários, o uso do botão voltar dos navegadores poderá valer-se da idempotência ou cacheabilidade destes métodos e mostrar mensagens mais amigáveis para o usuário do que as que ocorrem quando tenta-se voltar para uma página que é resultado de um POST. Essa é uma pequena possível futura vantagem semântica da abordagem A, mas realmente é algo perfeitamente dispensável na prática e embora possa resolver o problema da desvantagem 6 depois que os navegadores antigos que não a implementem caírem em desuso, não resolve o problema da desvantagem 7 (ver abaixo) e nem dá nenhuma outra vantagem significativa para a abordagem A. Quando/se isso for implementado, poderemos usar PUT e DELETE em APIs, mas o que de fato estamos ganhando na prática com isso?

Nota: Obrigado ao Marcelo Bonifazio pelo comentário que me permitiu encontrar a resposta do Bruno Augusto.

Desconstruindo a vantagem 1:

A vantagem 1 não se aplica apenas a abordagem A, mas também para a abordagem C, uma vez que a URL não muda vez que os parâmetros de formulário não fazem parte da URL.

Além disso, na prática esta vantagem não é significativa sobre a abordagem B. E daí que neste caso a URL não é idêntica? Qual é o problema disso na prática? O que ocorre é que na prática a difereça das URLs não representa nenhum tipo de desvantagem.

Desconstruindo a vantagem 2:

E daí que o POST não é idempotente? Se você tiver controle do programa do servidor e do programa cliente poderá implementar qualquer mecanismo de cache ou repetição que quiser. Se o seu programa cliente é o navegador web, então ele não poderia fazer cache ou repetição da requisição de qualquer jeito, pois devido a desvantagem 6 acima, ele não poderá usar PUT, DELETE ou PATCH por qualquer meio que não seja o AJAX, e requisições AJAX não são cacheáveis e nem repetíveis (e nem deveriam ser).

Portanto, se você está usando o navegador, a idempotência destes métodos não significa nada. Se por outro lado o seu programa cliente for customizado, então você pode decidir cachear ou repetir requisições como bem entender, mesmo que se trate de um POST (apenas faça isso de forma inteligente, cacheando apenas o que você souber que é cacheável e repetindo apenas o que souber que é repetível). Ou então, o seu programa cliente customizado pode ignorar completamente as questões de cache e repetição de requisição uma vez que isso raramente irá atender a alguma necessidade prática e real no caso do PUT, DELETE ou PATCH.

Desconstruindo a vantagem 3:

E daí que o uso do PUT, DELETE ou PATCH disfarçados como POST é um pouco mais complexo do que eles puros? Esta complexidade extra na prática é desprezível e trata-se de um problema resolvido e superado, e não é nada que um pouco de código no servidor não resolva. Muitas vezes tal código até já se encontra implementado dentro de frameworks, tal como ocorre com o Ruby-on-Rails.

Desvantagem 7:

Na abordagem B somos obrigados a modificar a URL para especificar qual é a ação desejada. Novamente, tal como explicado quando desconstruí a vantagem 1, isto não costuma ser um problema real na prática. Para a abordagem C, a necessidade de se adicionar parâmetros de formulários também não costuma consistir em desvantagem real.

No entanto, na abordagem A a ação é especificada no método HTTP. E além do GET, temos o PUT, o DELETE e recentemente o PATCH e só. Podemos usar o WebDAV para obter mais alguns métodos (tais como COPY, MOVE, LOCK e PROPFIND, entre outros), mas ficamos limitados a um conjunto pré-definidos de verbos HTTP, caso contrário somos forçados a usar o POST... Ou será que não?

Imagine que de acordo com a abordagem C tenhamos URLs com POST assim:

POST http://www.example.com/somepath/resource.txt
action=banana

POST http://www.example.com/somepath/resource.txt
action=crazy

POST http://www.example.com/somepath/resource.txt
action=lol&type=huebr

POST http://www.example.com/somepath/resource.txt
action=hellokitty

Até aqui tudo bem. Se usarmos a abordagem B ao invés disso, tudo bem também:

POST http://www.example.com/somepath/resource.txt/banana
POST http://www.example.com/somepath/resource.txt/crazy
POST http://www.example.com/somepath/resource.txt/lol&type=huebr
POST http://www.example.com/somepath/resource.txt/hellokitty

Agora vamos tentar usar a abordagem A nestes casos:

BANANA http://www.example.com/somepath/resource.txt
CRAZY http://www.example.com/somepath/resource.txt
LOLHUEBR http://www.example.com/somepath/resource.txt
HELLOKITTY http://www.example.com/somepath/resource.txt

Isso é ridículo! Ok que inventar métodos HTTP customizados dá algum trabalho e é algo bem incomum e nada recomendável de fazer sem ter pensado muito bem a respeito, mas não é impossível (tanto que é o que o ocorre no caso do WebDAV). Isso é factível especialmente se você tiver controle sobre a implementação tanto do cliente quanto do servidor. Entretanto, isso demonstra que os verbos HTTP pré-definidos PUT, DELETE e PATCH, ou mesmo importados de extensões HTTP bem conhecidas como os do WebDAV só farão sentido para um conjunto significativamente pequeno e simples de ações que você possa realizar. Para as demais ações, o comportamento e a semântica são completamente alheios a especificação HTTP ou a de qualquer extensão HTTP bem conhecida e ficam completamente por conta da aplicação, e portanto acaba sendo melhor, mais simples, mais fácil e mais prático se ater ao POST nestes casos ao invés de inventar novos métodos HTTP malucos.

Ainda podemos tentar salvar a abordagem A com algo assim:

PUT http://www.example.com/somepath/resource.txt/banana
PUT http://www.example.com/somepath/resource.txt/crazy
PUT http://www.example.com/somepath/resource.txt/lol&type=huebr
PUT http://www.example.com/somepath/resource.txt/hellokitty

Ou simplesmente isso:

PUT http://www.example.com/somepath/resource.txt     (Usa PUT como se fosse BANANA)
PATCH http://www.example.com/somepath/resource.txt   (Usa PATCH como se fosse CRAZY)
COPY http://www.example.com/somepath/resource.txt    (Usa COPY do WebDAV para LOL HUEBR)
MOVE http://www.example.com/somepath/resource.txt    (Usa MOVE do WebDAV para Hello Kitty)

Mas isso daí não nos trás nenhum benefício, pois acaba por jogar fora as vantagens da abordagem A sem se livrar de nenhuma das desvantagens. Nesta bizarrice apenas estamos usando métodos arbitrários e semanticamente incorretos por teimosia para não usar o POST.

Alguém pode querer afirmar que as duas formas acima são espantalhos que construi da abordagem A. Talvez esta afirmação até esteja correta, mas isso não muda o fato de que em muitas circunstâncias os métodos HTTP pré-definidos são insuficientes e daí a melhor solução acaba sendo usar o bom e velho POST. Além disso, caso a ação a ser realizada não tenha relação com o que propõem o PUT, o DELETE, o PATCH ou alguma extensão particular do HTTP (exemplo: WebDAV). então não vejo outra hipótese para tentar (fracassadamente) salvar a abordagem A que não seja inventar métodos HTTP novos ou forçar o uso dos métodos HTTP existentes mesmo que inadequados.

Desconstruindo as vantagens 4 e 5:

Devido a desvantagem 7, na abordagem A, o significado da ação especificada no verbo HTTP só se aplica a alguns casos particulares, mas quando esbarrarmos em situações aonde nenhum verbo HTTP pré-definido se aplica, então iremos ou forçar o uso de um método HTTP semanticamente inadequado ou então teremos que inventar verbos HTTP novos e em ambas as situações a semântica bem-especificada vai para o beleléu, e acaba sendo mais fácil usar o POST (ou seja, abandonar a abordagem A).

Além disso, não há muita vantagem na prática ter a semântica da ação bem especificada no verbo HTTP, exceto no caso do GET (e de métodos HTTP mais básicos como HEAD, OPTIONS e TRACE), mas estes são idênticos em todas as abordagens. O que a semântica de se usar PUT e DELETE ao invés de um POST equivalente trás de bom e palpável na prática?


Conclusão: As vantagens que a abordagem A apresenta não são significativas e úteis na prática, mas as suas desvantagens em alguns casos são preocupantes e atrapalham o desenvolvimento de aplicações. Por outro lado as desvantagens das abordagens B e C são de pouca relevância.

É verdade que se você estiver desenvolvendo uma API que será utilizada por um programa cliente customizado ou então acessada via AJAX, você poderá usar o PUT e o DELETE sem problemas e então evitará a desvantagem 6 da abordagem A. Entretanto também é verdade que você igualmente poderá utilizar o POST sem problemas e portanto a abordagem A não oferecerá qualquer vantagem prática sobre as abordagens B e C.

Como resultado, concluo que é mais simples e mais fácil se ater aos velhos GET e POST e usar qualquer uma das abordagens B ou C. Me convenci de que não há qualquer vantagem prática de se usar PUT, DELETE ou PATCH e que eles são apenas um preciosismo semântico, sendo que na verdade estes métodos são supérfluos podendo todos eles serem representados pelo POST.

Também é verdade que as abordagens podem ser combinadas. Nada impede de você ter uma API aonde algumas partes sigam a abordagem A, outras sigam a abordagem B e outras sigam a abordagem C, e até consigo pensar em alguns motivos para fazer isso (obviamente que isso só se aplica aos métodos que não são baseados em GET). Entretanto, isso irá criar uma API que terá um estilo frankenstein (mas isso provavelmente não é nenhum problema na prática) e as partes da API que usarem a abordagem A não terão muitas vantagens técnicas práticas por fazê-lo, de forma que essa escolha ocorrerá por mero capricho ou preciosismo do desenvolvedor, ou talvez por algum tipo de imposição artificial vinda de alguma especificação, ferramenta ou framework. Também é perfeitamente possível disponibilizar funcionalidades de forma redundante, aonde uma mesma funcionalidade pode estar disponível por meio de diferentes abordagens (o que seria um frankenstein polimórfico):

PUT http://www.example.com/somepath/resource.txt
POST http://www.example.com/somepath/resource.txt/put

Na minha experiência pessoal, quando eu estava projetando alguma API através da abordagem A e esbarrava na desvantagem 7, mesmo que sem perceber isso, eu acaba ou usando o POST (ou seja, abandonando a abordagem A pura e criando um frankenstein) ou então eu acabava forçando o uso de um método HTTP inadequado, e acredito que o mesmo ocorra com muitos outros desenvolvedores que tentem seguir a abordagem A.

Mas não há nada que salve a abordagem A? Bem, se você estiver em um cenário aonde a idempotência dos métodos PUT e DELETE (ou algum outro) lhe for útil, isso pode fazer a diferença. Ou seja, se você estiver em um cenário aonde a desvantagem 6 não se aplica (especialmente se/quando os navegadores os aceitarem em formulários, ou então você está usando um cliente customizado) e a vantagem 2 sobrevive a tentativa de desconstrução (ou seja, a cacheabilidade e repetibilidade existem na prática estando bem implementadas, trazendo benefícios reais para o seu caso e não são ou não podem ou não devem ser aplicadas seletivamente a POSTs), então você terá um ponto positivo relativamente forte a favor de usar os métodos PUT e DELETE. Entretanto na maioria dos casos que acontecem na prática, essas situações não se aplicam ou não fazem qualquer diferença, e eu consigo inclusive visualizar casos aonde o programador projeta a API e se esquece de que PUT e DELETE são idempotentes e acaba por usá-los inadequadamente (e portanto deveria usar POST mesmo).

E agora que terminei a minha resposta, que comece o flamewar debate nos comentários. :)

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    Vou começar com o 'flamewar': isso não é uma resposta. Isso é um artigo de conclusão de curso, :) – Franchesco 4/02/15 às 9:40
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    Verdade, devias escrever um artigo sobre o assunto :) – Jorge B. 4/02/15 às 11:24
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    Obrigado por toda pesquisa e pela resposta abrangente! Andei pensando também, e em certos serviços RESTful (nem todos) faz sentido o uso semanticamente correto. De tudo que você disse, a questão do cache me pareceu o motivo mais forte para decidir. Claro, dá para contornar como você mencionou no "desconstruindo 2", mas poder aproveitar algo pronto nesse caso seria vantajoso. Eu usaria se os forms HTML (e talvez também âncoras) permitissem escolher os outros métodos. – bfavaretto 4/02/15 às 13:29
  • 3
    @Victor concordo 100% com o teu comentário e considero que a realidade nos leva muitas vezes a furar a especificação... eu enquanto profissional faço-o. No entanto tenho de admitir que uma especificação deve ser respeitada. Dou exemplo: se eu desenvolver fora da especificação obriga-me a documentar tudo para futuro, se seguir a especificação a minha documentação não precisa de ser tão exaustiva... este é um exemplo entre outros. – chambelix 6/02/15 às 9:52
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    Por algum motivo bizarro, esta resposta não estava marcada como aceita até hoje. Peço desculpas, erro corrigido :) – bfavaretto 16/10/15 às 19:39

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