2

Notei a um bom tempo que muitas bibliotecas estão a usar algo como:

(function(window, document, undefined){
    //exemplo de script
    console.log(window, document);
})(window, document);

ou

(function(window, document, undefined){
    console.log(window, document);
}(window, document));

Isto realmente traz vantagem ao desenvolver algo como:

(function(){
    console.log(window, document);
})();

Note: Se undefined é uma variável a normal e pode ser alterada undefined = "new value"; o que impossibilitaria a comparação com var a; if (a === undefined) { ... }

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De um modo geral usa-se funções IIFE desta maneira para salvaguardar que variáveis caiam no escopo global.

Uma IIFE é uma função que se auto-executa, e gera um novo escopo dentro dela própria.

Passar como parâmetro da função window e document não tem grande utilidade, mas tem uma função que é facilitar/optimizar na compressão do código.

Se houver muitas vezes no código dentro dessa função as variáveis window ou document então um compressor de JavaScript como o Uglify vai encurtar e dar uma letra a essas variáveis, dessa maneira minimizando o tamanho do ficheiro.

O caso do undefined é mais interessante.

Por vezes comete-se o erro de sobre-escrever essa variável. Ou seja é possível (em alguns Browsers) fazer undefined = 20. Nesse caso todas as linhas de código que usem undefined para verificar se uma variável está definida vão dar valores inesperados. Criando uma função com 3 parâmetros mas só chamar/usar 2 faz com que o terceiro receba o valor real de undefined. Assim, para browsers que permitem re-escrever undefined este truque re-estabelece o seu valor original.

A outra vantagem e razão para o undefined aí estar é o mesmo que em cima: para compressores de código poderem transformar n vezes a palavra de 9 caracteres "undefined" numa letra só.

  • Na verdade a informação sobre o IIFE está fora do escopo da minha questão, mas a sua informação sobre a parte de "comprimir de código" era a resposta ao qual eu necessitava saber. +1 – Guilherme Nascimento 28/12/14 às 19:58
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Sei que a pergunta é antiga, mas já que você linkou a mesma em uma resposta, vale adicionar alguns detalhes.

  • é util passar os objetos desta forma para realizar testes.

  • quando se está desenvolvendo em node, a variável window não existe. Neste caso é possível fazer algo assim:

    (function(window) {
        window.sayHello = function() {};
    })(typeof window !== 'undefined' ? window : this);
    

Obs: este é o processo que o jquery utiliza.

A questão sobre o undefined serve para garantir que a variável representa realmente o valor undefined já que a mesma pode ser sobrescrita.

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Eles usam mais pelo undefined mesmo, as vezes pode estar definida de alguma maneira e pode atrapalhar o código.

Exemplo

undefined = 'foo';
var bar;
bar === undefined; // FALSE

(function (undefined) {
    var bar;
    bar === undefined; // TRUE
})();

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