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Eu tenho essas três structs:

   typedef struct {
     char codigopaciente[10];
     char nome[50];
     char telefone[50];
     int idade;
     char sexo;
  } paciente;

  typedef struct {
     char codigomedico[10];
     char nome[50];
     char especialidade[50];
     float valorconsulta;
 } medico;

 typedef struct {
     char codigopaciente[10];
     char codigomedico[10];
     char dataconsulta[10];
     char diadasemana[10];
 } consulta;

Daí, eu utilizo esse código no main:

arquivo1 = fopen("medico.dat", "r");
// Se o arquivo for vazio, a memória é alocada.
if (arquivo1 == NULL) {
    printf("Quantos medicos voce deseja cadastrar?\n");
    scanf("%d", &quantidade_medicos);
    m = malloc(quantidade_medicos * sizeof(medico));
    medicos_cadastrados = 0;
// Se o arquivo não for vazio, a memória é alocada junto com os registros presentes no arquivo.
} else {
    fread(&quantidade_arquivo, sizeof(int), 1, arquivo1);
    printf("Existem %d medicos nesse arquivo. Quantos mais voce precisa cadastrar?\n", quantidade_arquivo);
    scanf("%d", &quantidade_medicos);
    quantidade_medicos = quantidade_medicos + quantidade_arquivo;
    m = malloc(quantidade_medicos * sizeof(medico));
    quantidade_medicos = quantidade_arquivo;
    fread(m, sizeof(medico), quantidade_arquivo, arquivo1);
    fclose(arquivo1);
    }

(o código é parecido para os dois arquivos das outras structs)

E depois, quando o programa está para ser fechado e todas as operações de escrita foram feitas, utilizo esse código:

   arquivo1 = fopen("medico.dat", "w");
   fwrite(&medicos_cadastrados, sizeof(int), 1, arquivo1);
   fwrite(m, sizeof(medico), (medicos_cadastrados), arquivo1);
   free(m);
   fclose(arquivo1);
   arquivo2 = fopen("paciente.dat", "w");
   fwrite(&pacientes_cadastrados, sizeof(int), 1, arquivo2);
   fwrite(p, sizeof(paciente), (pacientes_cadastrados), arquivo2);
   free(p);
   fclose(arquivo2);
   arquivo3 = fopen("consulta.dat", "w");
   fwrite(&consultas_cadastradas, sizeof(int), 1, arquivo3);
   fwrite(c, sizeof(consulta), (consultas_cadastradas), arquivo3);
   free(c);
   fclose(arquivo3);

Já utilizei a mesma técnica em um outro exercício e os arquivos gerados não eram "legíveis" em um editor de texto, porém, o programa conseguia recuperar os dados corretamente. Porém, nesse código em especifico, os dados são recuperados parcialmente.

O que pode estar acontecendo nesse caso?

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Acho que o seu problema está aqui:

arquivo1 = fopen("medico.dat", "r");

...

arquivo3 = fopen("consulta.dat", "w");

Acho que você deveria usar rb e wb ao invés de r e w. Ou então algum outro modo como ab, ab+, w+ ou w+b. O importante é manter o bde binário, pois os seus arquivos são em modo binário (lidos com fread e escritos com fwrite), e não modo texto.

De acordo com a tabela deste site, estes são os modos:

  • r: Abre um arquivo texto para leitura. O arquivo deve existir antes de ser aberto.
  • w: Abre um arquivo texto para gravação. Se o arquivo não existir, ele será criado. Se já existir, o conteúdo anterior será destruído.
  • a: Abre um arquivo texto para gravação. Os dados serão adicionados no fim do arquivo ("append"), se ele já existir, ou um novo arquivo será criado, no caso de o arquivo não existente anteriormente.
  • rb: Abre um arquivo binário para leitura. Igual ao modo r anterior, só que o arquivo é binário.
  • wb: Cria um arquivo binário para escrita, como no modo w anterior, só que o arquivo é binário.
  • ab: Acrescenta dados binários no fim do arquivo, como no modo a anterior, só que o arquivo é binário.
  • r+: Abre um arquivo texto para leitura e gravação. O arquivo deve existir e poder ser modificado.
  • w+: Cria um arquivo texto para leitura e gravação. Se o arquivo existir, o conteúdo anterior será destruído. Se não existir, será criado.
  • a+: Abre um arquivo texto para gravação e leitura. Os dados serão adicionados no fim do arquivo se ele já existir, ou um novo arquivo será criado, no caso de o arquivo não existir anteriormente.
  • r+b: Abre um arquivo binário para leitura e escrita. O mesmo que r+ acima, só que o arquivo é binário.
  • w+b: Cria um arquivo binário para leitura e escrita. O mesmo que w+ acima, só que o arquivo é binário.
  • a+b: Acrescenta dados ou cria uma arquivo binário para leitura e escrita. O mesmo que a+ acima, só que o arquivo é binário.
  • Funcionou perfeitamente. Mas fiquei curioso porque tinha casos em que funcionava com r e com w normalmente e em outros dava problema. – athosbr99 1/12/14 às 23:57
  • 1
    @athosbr99 Provavelmente porque na maioria dos casos o resultado fica igual em qualquer modo, seja texto ou binário. Mas em alguns, o resultado é diferente. Em especial, caracteres de quebra-de-linha (\r e \n) tem tratamento diferente entre modo texto e modo binário. Quando representados como números, eles são o 13 e o 10, respectivamente. – Victor Stafusa 2/12/14 às 0:02

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