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Estou trabalhando em um sistema que contém um CRUD simples para tabelas de um banco Postgres, em que tabelas novas podem ser acrescentadas eventualmente. Então, para evitar reescrever os controllers o tempo todo, eu fiz o seguinte:

const repositorio1 = require('caminho/do/repositorio1');
const repositorio2 = require('caminho/do/repositorio2');
const repositorio3 = require('caminho/do/repositorio3');

const repos = {
'rep1' : repositorio1,
'rep2' : repositorio2,
'rep3' : repositorio3
}

//exemplo de um get
exports.get = async(req, res, next) => {
  let rep = (req.url).split('/')[1];
  try{
    var data = await repos[rep].get();
    res.status(200).send(data);
  }catch(e){
    res.status(500).send("erro");
  }
};

Dessa forma fica apenas um controller para todos os repositórios.

Eu perco desempenho com o código escrito dessa forma?

Tem alguma diferença de eu escrever ele assim?

const repos = {
'rep1' : require('caminho/do/repositorio1'),
'rep2' : require('caminho/do/repositorio2'),
'rep3' : require('caminho/do/repositorio3')
}
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Declarar constantes antes ou ter o require diretamente dentro do objeto é irrelevante em termos de performance. É boa prática ter os requires declarados no inicio do ficheiro, por isso podes escolher essa versão que é como tens.

Teres só um controlador é excelente. É DRY e por isso fácil de manter e é também uma só função a ter em memória. Esse tipo de funcionalidade numa aplicação é bom não ter espalhado por diversos sítios ou funções, mesmo que não seja código repetido.

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