6

O estimula o uso de colunas-lista em . Mas, afinal,

  • o que são colunas-lista?

  • em que ocasiões elas são comumente usadas?

  • elas podem ser criadas com o r-base ou apenas como tibbles?

Por exemplo,

data.frame(idade = 1:5, nome = letters[1:5], lista = lapply(1:5, rnorm))

Error in (function (..., row.names = NULL, check.rows = FALSE, check.names = TRUE, :

arguments imply differing number of rows: 1, 2, 3, 4, 5

tibble::tibble(idade = 1:5, nome = letters[1:5], lista = lapply(1:5, rnorm))
# A tibble: 5 x 3
  idade nome  lista    
  <int> <chr> <list>   

1     1 a     <dbl [1]>
2     2 b     <dbl [2]>
3     3 c     <dbl [3]>
4     4 d     <dbl [4]>
5     5 e     <dbl [5]>
6

Colunas-lista ou list-columns são uma estrutura de dados que podem ser úteis em diversos momentos quando trabalhando com o tidyverse. Elas são usadas principalmente como estruturas intermediárias.

Elas podem ser usadas no R-base mas você terá que usar a função I para prevenir que o base solte um erro. Exemplo:

data.frame(idade = 1:5, nome = letters[1:5], lista = I(lapply(1:5, rnorm)))

  idade nome        lista
1     1    a 0.178046....
2     2    b 0.407768....
3     3    c -0.84749....
4     4    d -0.44864....
5     5    e 1.229863....

Um exemplo que ilustra bem o uso de colunas-lista é quando estamos usando funções vetorizadas que retornam mais de um valor dentro de um mutate. Por exemplo:

df <- tribble(
  ~x1,
  "a,b,c", 
  "d,e,f,g"
) 

df %>% 
  mutate(x2 = stringr::str_split(x1, ","))
#> # A tibble: 2 x 2
#>   x1      x2       
#>   <chr>   <list>   
#> 1 a,b,c   <chr [3]>
#> 2 d,e,f,g <chr [4]>

Em seguida, é comum simplificar o data.frame usando a função unnest do tidyr:

df %>% 
  mutate(x2 = stringr::str_split(x1, ",")) %>% 
  unnest()
#> # A tibble: 7 x 2
#>   x1      x2   
#>   <chr>   <chr>
#> 1 a,b,c   a    
#> 2 a,b,c   b    
#> 3 a,b,c   c    
#> 4 d,e,f,g d    
#> 5 d,e,f,g e    
#> 6 d,e,f,g f    
#> # ... with 1 more row

Tem muitos outros casos de uso interessantes. Um outro exemplo que gosto bastante é o criado pelo pacote rsample:

library(tidyverse)
library(rsample)

vfold_cv(mtcars, v = 5) %>% 
  mutate(
    modelos = map(splits, ~lm(mpg ~ ., data = analysis(.x))),
    mse = map2_dbl(modelos, splits, ~mean((assessment(.y)$mpg - predict(.x, assessment(.y)))^2))
    )

#  5-fold cross-validation 
# A tibble: 5 x 4
  splits         id    modelos    mse
* <list>         <chr> <list>   <dbl>
1 <split [25/7]> Fold1 <S3: lm> 40.4 
2 <split [25/7]> Fold2 <S3: lm>  5.99
3 <split [26/6]> Fold3 <S3: lm>  9.11
4 <split [26/6]> Fold4 <S3: lm> 11.6 
5 <split [26/6]> Fold5 <S3: lm> 21.3 

No exemplo acima ajustamos um modelo para cada fold da validação cruzada e em seguida calculamos o erro quadrático médio para as observações que ficam de fora em cada fold.

Sua resposta

Ao clicar em "Publique sua resposta", você reconhece que leu nossos termos de serviço, política de privacidade e política de cookes atualizados, e que a sua continuidade no uso do website é sujeita a essas políticas.

Esta não é a resposta que você está procurando? Pesquise outras perguntas com a tag ou faça sua própria pergunta.