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Estou tentando obter um valor de uma classe bem simples, porém estou com um problema que não consigo resolver. Segue os códigos abaixo:

Classe principal:

from directores.directores import Directores
# A classe Directores encontra-se em directores/directores.py

def main():
    print (Strings.start_description)

    # Sobrescrever arquivos encontrados
    arcpy.env.overwriteOutput = True

    # Criando todos os diretรณrios
    directores = Directores(Parameters.main_folder + r"\\")
    print(directores.getInput_folder_SRTM())

A classe Directores:

class Directores(object):

    def __init__(self, main_folder):
        # Diretórios secundários de entrada - INPUT
        self.input_folder = main_folder + r"\Input\\"
        self.input_folder_SRTM = self.input_folder + r"SRTMs\\"

    def getInput_folder_SRTM(self):
        return self.input_folder_SRTM

Com o seguinte erro:

Runtime error 
Traceback (most recent call last):
  File "<string>", line 50, in <module>
  File "<string>", line 36, in main
AttributeError: 'Directores' object has no attribute 'getInput_folder_SRTM'

Em cada pasta criei um arquivo vazio __init__.py

Se precisar de mais alguma informações estarei a disposição. E se me derem algumas dicas também agradeço muito!

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A chance aí é que você tenha outra versão desse projeto, com outra pasta directores que contenha uma versão antiga do código, e ao fazer o import você esteja trazendo o arquivo dessa outra pasta.

Tente colocar essas linhas no início do seu arquivo que você chama de "classe principal":

from directores import directores as directores_module
print (directores_module.__file__) 

Isso vai imprimir o caminho do arquivo directores.py que ele está importando.

Agora, o problema pode nem ser esse, mas vamos aproveitar para as demais dicas que você pediu:

  1. Use Python 3. Não faz sentido começar um projeto com Python 2.7 hoje - é uma versão da linguagem com 10 anos de idade, e que sai de uso em um ano e 2 meses. Você perde várias melhorias - principalmente no tocante a tratamento de texto acentuado. Mesmo que você precise de Python 2.7 para outros fins no mesmo computador, o uso de virtualenv permite que você tenha projetos de Python 2 e Python 3 em paralelo na mesma máquina sem nenhuma ambiguidade
  2. Use seus nomes com consistência. O guia de estilos de Python recomenda que se use nomes "snake_case": isso é, palavras em nomes de funções e variáveis são separadas com "_" - e apenas nomes de classe em "CamelCase". Você não é obrigado a seguir as convenções de estilo - mas misturar underscore com camel case dentro dos mesmos nomes (sério, dói os olhos só de olhar)
  3. Se você está usando strings prefixadas com "r", não precisa dobrar as \\ para separar diretórios - uma única \ é o suficiente. Mas melhor ainda, em Python você pode usar a barra pra frente para separar diretórios - / mesmo no Windows. É uma forma mais universal e seu código não fica dependente de sistema. Melhor ainda: use Python 3.7 (vide dica 1) e use a pathlib em vez de strings para caminhos de diretórios. https://docs.python.org/3/library/pathlib.html
  4. Não use "getters" e "setters" se você não vai fazer nada com o valor dentro desses métodos. Em Python todos os atributos são públicos, exceto por convenção. Se tudo que seu método getInput_folder_SRTM vai fazer é devolver self.Input_folder_SRTM, não tem por que chamar o método - acesse o atributo direto na instância com directores.Input_folder_SRTM no seu outro módulo. Se você quiser transformar/filtrar o valor quando ele for setado, ou transforma-lo quando for usado, use property para escrever o getter e o setter - mas perceba que legal: você pode se preocupar com o property só numa outra faze do seu projeto e acrescentar getters e setters sem mudar nada do código que use o atributo.
  5. Use um gerenciador de versões de código, como o git e ambientes isolados, como o virtualenv. Pode ser que seu problema não seja o que mencionei acima - mas está com bastante cara de ser devido a versões antigas do projeto espalhados pelo computador. Com git acaba esse problema de ter várias versões do mesmo código em pastas diferentes, conforme você vai aprendendo a usa-lo. E com o virtualenv você isola exatamente quais pacotes e módulos estão instalados para cada projeto de Python - evitando interferências entre versões diferentes.

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