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Gostaria de uma ajuda para entender melhor a lógica desta situação abaixo.

Um arquivo principal faz um include de outro arquivo que contém apenas uma classe.

/main-file.php:

require_once('/other-file.php');
new ExampleNameClass( 'arg1', basename( 'arg2' ) );

/other-file.php:

if( !class_exists('ExampleNameClass') ) {
  class ExampleNameClass {
  [...]

Pelo que entendi, o arquivo que declara a classe, só vai entrar na condição se a classe NÃO existir (!class_exists).... Porém ela realmente não existe, então achei essa condição desnecessária.

Alguém poderia esclarecer o motivo da pessoa ter feito desta forma? Tem algo relacionado a segurança?

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    Assim você pode criar a sua própria class "ExampleNameClass" personalizada, mas caso não exista ele carrega a dele. – Wictor Chaves 16/07/18 às 1:23
  • Em geral, em vez de fazer isso é usado apenas o require_once ou include_once para que um mesmo arquivo não seja importado duas vezes, e assim não sobre escrever algum dado, como uma classe. Se você tem dois arquivos diferentes com duas classes com o mesmo nome, então deveria juntar ou mudar os nomes das classes – Costamilam 16/07/18 às 1:40
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    Serve também — a grosso modo — para evitar o erro PHP Fatal error: Cannot redeclare class. Caso a classe seja carregada antes (em algum outro arquivo), isso evita que um outro código crie/carregue uma classe com o mesmo nome, gerando o erro supramencionado. – Valdeir Psr 16/07/18 às 3:59
  • Obrigado pessoal! A resposta do @WictorChaves encaixa perfeitamente na lógica do sistema. Realmente eu poderia ter criado a minha classe personalizada, sem precisar alterar o arquivo dele. – salvimateus 16/07/18 às 4:12

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