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No postgres tenho duas tabelas, test1(id_test1,name) e test2(id_test2, test1_id_test1, phone)

No form do PHP tenho o campo nome e fone. Quando gravo nome em test1, uma trigger replica a chave primaria em test2(test1_id_test1)

CREATE TRIGGER insert_test2
  AFTER INSERT
  ON test1
  FOR EACH ROW
  EXECUTE PROCEDURE update_test2();

>

CREATE OR REPLACE FUNCTION update_test2()
  RETURNS trigger AS
$BODY$BEGIN
INSERT INTO test2
    (test1_id_test1)
VALUES
    (new.id_test1);
RETURN NEW;
END;
$BODY$
  LANGUAGE plpgsql VOLATILE COST 100;

Com um SQL INSERT com RETURNING consigo gravar o fone em test2 e assim poderia até dispensar a trigger, mas será que existe maneira mais otimizada de efetuar a gravação, aproveitando a trigger e tirando a carga do PHP?

  • Mas a trigger só é disparada na insersão de test1, certo? Para o caso onde voce insira mais de 1 telefone, ai voce usa o metodo em PHP. Nesta caso eu vejo dois métodos diferentes que fazem a mesma coisa. Um método de inserçao na Test2 para quando um registro na Test1 é criado e outro quando o registro de Test1 já existe. – William John Adam Trindade 6/07/18 às 15:33
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Você não precisa de uma TRIGGER de replicação para isso. No seu caso, uma TRIGGER parece não fazer sentido algum e certamente está só complicando a coisa.

Se a sua aplicação está fazendo o INSERT do registro em uma tabela, pode perfeitamente fazer o INSERT dos demais registros na outra, desde que você faça tudo dentro de uma única transação.

Você mencionou o uso de INSERT/RETURNING, e com base nisso, acredito que você está usando o tipo SERIAL em suas chaves primárias.

Em PostgreSQL, toda vez que você cria uma campo dos tipo SMALLSERIAL, SERIAL ou BIGSERIAL, uma SEQUENCE é criada implicitamente para fazer o controle de auto-incremento desse campo, por exemplo:

CREATE TABLE tb_teste ( id BIGSERIAL, nome TEXT );

Saída:

NOTICE:  CREATE TABLE will create implicit sequence "tb_teste_id_seq" for serial column "tb_teste.id"
Query returned successfully with no result in 377 msec.

Repare que a SEQUENCE de nome tb_teste_id_seq foi criada para fazer o controle do campo id da tabela tb_teste.

Você também pode usar a função pg_get_serial_sequence() para se consultar qual SEQUENCE está por trás do controle de um determinado campo de auto-incremento:

SELECT pg_get_serial_sequence( 'tb_teste', 'id' ); 

Saída:

| pg_get_serial_sequence |
|------------------------|
| public.tb_teste_id_seq |

A partir do nome da SEQUENCE de controle do campo de auto-incremento, é possível se obter por meio da função currval(), o ultimo identificador inserido na tabela tb_teste, veja só:

INSERT INTO tb_teste ( nome ) VALUES ( 'foobar' ); 
SELECT currval('tb_teste_id_seq');

Presumo que sua estrutura seja algo como:

CREATE TABLE tb_pessoa
(
  id BIGSERIAL PRIMARY KEY,
  nome TEXT
);

CREATE TABLE tb_telefone
(
  id BIGSERIAL PRIMARY KEY,
  id_pessoa INTEGER NOT NULL REFERENCES tb_pessoa( id ),
  numero TEXT
);

Consultando SEQUENCES:

SELECT
    pg_get_serial_sequence( 'tb_pessoa', 'id' ),
    pg_get_serial_sequence( 'tb_telefone', 'id' );

Saída:

|  pg_get_serial_sequence |    pg_get_serial_sequence |
|-------------------------|---------------------------|
| public.tb_pessoa_id_seq | public.tb_telefone_id_seq |

Cadastrando Pessoas e Telefones:

-- CADASTRANDO MARIA COM 3 TELEFONES
BEGIN;
INSERT INTO tb_pessoa ( nome ) VALUES ( 'MARIA' );
INSERT INTO tb_telefone ( id_pessoa, numero ) VALUES ( currval('tb_pessoa_id_seq'), '9999-1234' );
INSERT INTO tb_telefone ( id_pessoa, numero ) VALUES ( currval('tb_pessoa_id_seq'), '8181-1020' );
INSERT INTO tb_telefone ( id_pessoa, numero ) VALUES ( currval('tb_pessoa_id_seq'), '9911-3344' );
COMMIT;    

-- CADASTRANDO JOAO COM 2 TELEFONES
BEGIN;
INSERT INTO tb_pessoa ( nome ) VALUES ( 'JOAO' );
INSERT INTO tb_telefone ( id_pessoa, numero ) VALUES ( currval('tb_pessoa_id_seq'), '9799-3579' );
INSERT INTO tb_telefone ( id_pessoa, numero ) VALUES ( currval('tb_pessoa_id_seq'), '9191-9020' );
COMMIT;

-- CADASTRANDO JESUS COM 2 TELEFONES
BEGIN;
INSERT INTO tb_pessoa ( nome ) VALUES ( 'JESUS' );
INSERT INTO tb_telefone ( id_pessoa, numero ) VALUES ( currval('tb_pessoa_id_seq'), '8591-0666' );
INSERT INTO tb_telefone ( id_pessoa, numero ) VALUES ( currval('tb_pessoa_id_seq'), '9581-0001' );
COMMIT;

Consultando:

SELECT
  p.id,
  p.nome,
  tel.numero
FROM
  tb_pessoa AS p
JOIN
  tb_telefone AS tel ON ( tel.id_pessoa = p.id );

Saída:

| id |  nome |    numero |
|----|-------|-----------|
|  1 | MARIA | 9999-1234 |
|  1 | MARIA | 8181-1020 |
|  1 | MARIA | 9911-3344 |
|  2 |  JOAO | 9799-3579 |
|  2 |  JOAO | 9191-9020 |
|  3 | JESUS | 8591-0666 |
|  3 | JESUS | 9581-0001 |

Ou, agregando os telefones em um mesmo registro:

SELECT
  p.id,
  p.nome,
  string_agg( tel.numero, ' / ' )
FROM
  tb_pessoa AS p
JOIN
  tb_telefone AS tel ON ( tel.id_pessoa = p.id )
GROUP BY
  p.id,
  p.nome;

Saída:

| id |  nome |                        string_agg |
|----|-------|-----------------------------------|
|  1 | MARIA | 9999-1234 / 8181-1020 / 9911-3344 |
|  2 |  JOAO |             9799-3579 / 9191-9020 |
|  3 | JESUS |             8591-0666 / 9581-0001 |

Veja funcionando no SQLFiddle.com

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