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Tenho um EJB que depende de outro EJB, então vou usar injeção de dependência para satisfazer essa dependência. A minha dúvida é: qual a diferença, vantagem ou desvantagem entre @Inject e @EJB.

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  • Muito bom @Wakim. Você acha que seria legal ver as diferenças e colocar aqui para o público brasileiro? 29/08/14 às 15:53
  • Esta pergunta é sobre uma linguagem de programação específica? Se sim, adicione a tag da linguagem.
    – user7261
    29/08/14 às 16:03
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Para o Java EE 6 ou 7, a recomendação é tentar sempre utilizar @Inject, anotações @EJB devem ser utilizadas somente quando uma funcionalidade sem contrapartida na anotação @Inject for necessária.

A ideia é que com as JSRs 299 (CDI) e 300 (DI) a anotação @Inject se tornou um mecanismo unificado, disponível para todas as camadas da aplicação, substituindo as anotações anteriores específicas de tecnologias como EJB e JSF.

Dito isso, para alguns casos você acaba tendo que utilizar as anotações da tecnologia raiz.

Para a anotação @EJB existem alguns casos típicos de uso como:

  • Dependências circulares (injetar um EJB dentro dele mesmo é um workaround popular quando há demarcação transacional declarativa a ser respeitada entre métodos da mesma classe)
  • Convivência com mapeamentos nonstandard, EJBs remotos, etc. As coisas no mundo EJB foram sendo padronizadas aos poucos, quem sobreviveu a era do Java 1.4 sabe bem que cada servidor de aplicação possuía sua própria maneira de expor EJBs, suas próprias convenções, etc. A anotação EJB conta com parâmetros como beanName, lookup e mappedName para lidar com essas variações.

Fontes:

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    +1, Somente complementando: comparando em um application server, não existe muita diferença em relação a performance que justifique que CDI beans são mais "leves" que EJBs.
    – Josh
    30/08/14 às 16:12

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