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Eu sei que existe o Rprof(), mas ele me parece bastante impreciso comparado ao microbenchmark(). Contudo, se quero usar o microbenchmark() eu tenho que chamar a função 2 vezes, uma para ter a saída dela e outra para executar o tempo dela (o que me parece bastante inviável)

Não sei como fazer para chamar a função apenas 1 vez e ter como resposta a saída normal dela e também o tempo de execução bastante preciso.

A função não é essa, mas segue um exemplo do meu problema:

teste <- function(x){

  Rprof()
  x <- x+2
  Rprof(NULL)

  return(summaryRprof())
}
guarda_x_e_tempo <- teste(2)

ou

teste <- function(x){
  x <- x+2
  return(x)
}
guarda_x <- teste(2)
guarda_tempo <- teste(2)
  • Qual a sua dúvida? – Leticia Rosa 2/06/18 às 21:56
  • nao sei como fazer para chamar a função apenas 1 vez e ter como resposta a saída normal dela e também o tempo de execução bastante preciso – Adenilson Junior 2/06/18 às 21:59
  • Edite a pergunta e adicione esta informação. Sem ela, sua pergunta está incompleta e poderá ser sinalizada e fechada. – Leticia Rosa 2/06/18 às 22:01
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Veja se o seguinte é o que quer.
O resultado da função R base proc.time é obtido logo na primeira instrução da função teste e depois subtraído de proc.time no fim.

teste <- function(x){
  ini <- proc.time()
  x <- x + 2
  list(result = x, tempo = proc.time() - ini)
}

guarda_x_e_tempo <- teste(2)

guarda_x_e_tempo
#$`result`
#[1] 4
#
#$tempo
#   user  system elapsed 
#      0       0       0

Agora outra função, mais demorada.

teste2 <- function(x, n = 1e6){
  ini <- proc.time()
  for(i in seq_len(n)) x <- x + 2
  list(result = x, tempo = proc.time() - ini)
}

teste2(2)
#$`result`
#[1] 2000002
#
#$tempo
#   user  system elapsed 
#   0.08    0.00    0.08 
#

Outra maneira é por a expressão a cronometrar em system.time. Isto permite cronometrar a execução sem modificar as funções.

teste3 <- function(x, n = 1e6){
  for(i in seq_len(n)) x <- x + 2
  x
}

system.time(teste3(2))
# usuário   sistema decorrido 
#   0.048     0.000     0.049
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Adenilson, tudo bem?

Acredito que a função system.time atende a sua necessidade:

funcao_exemplo <- function(x) {
  print(x)
}

system.time(funcao_exemplo("Hello World"))
  • Benvindo ao StackOverflow em Português. É sempre bom ver novos usuários, em especial quando têm coisas a dizer mas, neste caso concreto, eu já tinha respondido isto. Por favor continua a contribuir, mas antes lê as outras respostas. – Rui Barradas 4/06/18 às 19:27
  • Olá Rui, tudo bem? Ao contrário do que você declarou, eu li sim as outras repostas, no entanto, tive o intuito de atender àqueles que buscam uma resposta clara e simples, por isso redigi uma resposta de 3 linhas. Agradeço a preocupação, mas pode ficar tranquilo, pois li e sigo o regulamento do fórum. – A. Júnior 9/06/18 às 22:48
2

A precisão do microbenchmark está em rodar várias vezes as funções evitando assim ser influenciada por possíveis travadas do computador que poderiam afetar o tempo de execução. Quando você roda o microbenchmark ele roda por padrão 100x a função para poder calcular média, mediana , eco dos tempos de execução.

Dito isso, microbenchmark não é adequado para o que você quer fazer.

Acredito que as outras respostas já tenham boas soluções, mas acho que uma forma elegante de fazer isso, seria criar uma função da seguinte forma:

crono <- function(f) {
  function(...) {
    exec_time <- system.time({res <- f(...)})
    list(
      exec_time = exec_time,
      res = res
    )
  }
}

Chamamos esse tipo de função de Function Operators.

Com ela você pode criar versões de suas funções que sejam cronometradas, por exemplo:

crono_mean <- crono(mean)
crono_mean(1:10000000)

Que resultaria em:

$exec_time
   user  system elapsed 
  0.034   0.018   0.061 

$res
[1] 5e+06

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