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No PHP

Suponhamos que eu tenha um arquivo de constantes, em um diretório root, chamado const.php:

define('CONST_1', BASE_CONST_1 || 'Value 1');
define('CONST_2', 'Value 2');
define('CONST_3', 'Value 3');

E um outro arquivo, no mesmo diretório, chamado index.php:

define('BASE_CONST_1', 'Valor que veio do índice';

require_once 'const.php';

echo CONST_1; // Iria aparecer na tela do usuário `Valor que veio do índice`.

Enfatize acima o que aconteceu:

  • Definimos no arquivo index.php uma constante, que foi passada para o arquivo const.php e que foi usada para definir outra constante com base no seu valor (CONST_1).
  • Chamamos a constante CONST_1 de volta para o arquivo index.php, sem nenhum tipo de exportação no arquivo de sua origem.

Obviamente não há nenhuma lógica em fazer exatamente como fiz acima, o meu objetivo foi só mostrar o que posso fazer no PHP.

No NodeJS

Em NodeJS, eu desconheço uma forma de fazer isso, tendo em vista que:

  • Variáveis e constantes não são passadas para o arquivo que importamos (da mesma forma como, no exemplo de PHP, a constante BASE_CONST_1 foi passada para o arquivo const.php.

A pergunta

Eu posso fazer, em NodeJS, o mesmo que fiz com o PHP (no exemplo acima), sem ter que criar funções e passar parâmetros nelas?

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O Node.js utiliza módulos que você pode importar. Por exemplo:

// modulo.js
module.exports = {
   'funcao' : function() { return 'função executada'; },
   'propriedade' : 10
}

// principal.js
const meuModulo = require('./modulo');
console.log(meuModulo.funcao());
console.log(meuModulo.propriedade);
  • Yap. Até aí eu consegui. O problema é quando tenho um arquivo que não é necessariamente um módulo. O único jeito de se importar um arquivo JavaScript no contexto do Node é pelo module.exports e require() (considerando o arquivo como módulo)? Não gosto muito da ideia de encapsular todo o meu arquivo em uma função só para executá-lo em outros. – Luiz Felipe 10/01/18 às 20:27
  • Essa é a maneira correta e recomendada. Sempre existe a opção de ler o arquivo do disco usando a biblioteca padrão do node pra isso, e dar um eval nesse arquivo. Com uma operação parecida você também pode reescrever o arquivo e transformá-lo num módulo, e a partir daí usar o require. – bfavaretto 10/01/18 às 20:32

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