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Qual o modo mais performático de converter as posições invertidas de um array para int? Por exemplo, o seguinte array deve resultar no inteiro 153 para efeitos de cálculo futuro:

int[] a = new int[] {3, 5, 1};

Pensei em duas formas, porém não consegui identificar um bom modo de testar qual tem um desempenho melhor e também não sei se alguma delas é realmente a melhor forma. Vou listá-las abaixo.


Forma 1:

private int arrayToInt(int[] numeros) {
  int resultado = 0;
  int multiplicador = 1;

  for (int numero : numeros) {
    resultado = resultado + (numero * multiplicador);
    multiplicador = multiplicador * 10;
  }

  return resultado;
}

Forma 2:

private int arrayToInt(int[] numeros) {
  StringBuilder construtor = new StringBuilder();

  for (int numero : numeros) {
    construtor.append(numero);
  }

  return Integer.parseInt(construtor.reverse().toString());
}
  • 1
    Na ordem inversa mesmo? Primeiro unidades e depois dezenas? – Jefferson Quesado 27/11/17 às 5:22
  • 1
    @JeffersonQuesado isso mesmo! – Sorack 27/11/17 às 5:23
  • 1
    Devido ao int ter no máximo 9 dígitos, posso assumir que o tamanho máximo do array é 9? – Jefferson Quesado 27/11/17 às 5:26
  • 1
    Eu creio que medir o melhor seja saber exatamente quantas chamadas de quais bytecodes serão feitas, assim como também alguns detalhes de localidade e o peso de chamada por bytecode. Estou bolando aqui um jeito, feio (com direito a switch) porém creio que seja o mais rápido. – Jefferson Quesado 27/11/17 às 5:31
  • 1
    @JeffersonQuesado tem dois modos que eu pensei aqui também, vou editar a pergunta e colocar os dois ali, só que ainda fica a dúvida de qual é o melhor justamente porque não consegui bolar uma forma de testar – Sorack 27/11/17 às 5:36
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Conforme eu comentei, creio que, para se ter uma noção geral de como a sua soma vai ser performática ou não, você precisaria analisar os bytecodes que serão chamados e o peso geral que eles tem relativos um ao outro. Também seria adequado fazer o melhor uso possível da localidade das variáveis, otimizando o uso do cache do processador.

Vou dividir essa resposta em duas seções (além desta introdutória):

  • uma função otimizada (veja próximo parágrafo sobre o que está sendo levado em consideração)
  • como testar e por em contra-ponto diversas soluções

Vou considerar aqui que chamadas JNI estão fora de cogitação. Também não vou considerar o efeito que o jitter possa vir a ter. Apenas uma análise teórica. Também vou pular otimizações do próprio compilador.

Função de soma otimizada

O resultado obtido é um int, então sabemos que no máximo o número valerá 2^31 - 1, o que dá 10 casas decimais. Portanto, o vetor terá no máximo tamanho 10.

Como o tamanho do vetor é limitado (variando de 1 a 10; não considerando o caso trivial de tamanho 0), podemos tentar resolver de duas maneiras:

  • método iterativo (em que vou percorrendo cada elemento do vetor individialmente)
  • somatório para cada tamanho

A vantagem do método iterativo é que se escreve menos código. Imagino escrever o método iterativo de duas maneiras diferentes: ascendente e descendente. Vamos dar uma olhada nelas?

int soma_asc(int []a) {
  int base = 1;
  int acc = 0;

  for (int i = 0; i < a.length; i++) {
    acc += a[i] * base;
    base *= 10;
  }

  return acc;
}

Vou ficar devendo os bytecodes propriamente ditos, mas por cima o laço ficaria:

  1. iniciar as variáveis acc, base e i com suas constantes
    iconst_0, istore_2, iconst_1, istore_1, iconst_0, istore_3
  2. carregar a variável i na pilha
    iload_3
  3. resgate do tamanho do vetor, deixando-o na pilha
    aload_0, arraylength
  4. compara esses valores, caindo fora caso dê falsa a comparação
    if_icmpge:13
  5. acessar o valor do vetor na posição i
    aload_0, iload_3, iaload
  6. carregar base na pilha e multiplicar pelo valor anteriormente obtido
    iload_1, imul
  7. carregar o antigo valor acc, somar com o valor anteriormente obtido, armazenar de volta em acc
    iload_2, iadd, istore_2
  8. carregar base, carregar a constante 10, multiplicar e armazenar de volta em base
    iload_1, ldc:#10, imult, istore_1
  9. incrementar i
    iinc:3:1
  10. carregar a variável i na pilha
    iload_3
  11. resgate do tamanho do vetor, deixando-o na pilha
    aload_0, arraylength
  12. compara esses valores, voltando ao passo 4 caso dê verdadeira a comparação
    if_icmplt:5
  13. carrega o valor de acc para ser retornado, retornando logo em seguida
    iload_2, ireturn

Tomemos como exemplo um vetor de tamanho 3. Serão executados os reguintes bytecodes (linhas começadas por ; são comentários):

iconst_0, istore_2, iconst_1, istore_1, iconst_0, istore_3
iload_3
aload_0, arraylength
if_icmpge:13
aload_0, iload_3, iaload
iload_1, imul
iload_2, iadd, istore_2
iload_1, ldc:#10, imult, istore_1
iinc:3:1
iload_3
aload_0, arraylength
if_icmplt:5
; terminou de executar a tarefa referente ao primeiro dígito

aload_0, iload_3, iaload
iload_1, imul
iload_2, iadd, istore_2
iload_1, ldc:#10, imult, istore_1
iinc:3:1
iload_3
aload_0, arraylength
if_icmplt:5
; terminou de executar a tarefa referente ao segundo dígito

aload_0, iload_3, iaload
iload_1, imul
iload_2, iadd, istore_2
iload_1, ldc:#10, imult, istore_1
iinc:3:1
iload_3
aload_0, arraylength
if_icmplt:5
; terminou de executar a tarefa referente ao terceiro e último dígito

iload_2, ireturn

Um total de 57 bytecodes foram executados aqui, com dois desvios de fluxo. Foram feitos 37 acessos de leitura de informações da memória (3 acessos à heap), 9 acessos de escrita.

Se fossem 4 dígitos, teríamos +17 execuções de bytecodes, +1 desvio de fluxo, +11 acessos de leitura à memória (+1 acesso à heap), +2 acessos de escrita.

Note que essa função soma_asc pode ser reescrita com o açúcar-sintático da notação foreach, com a diferença de que a[i] ficaria armazenado em uma variável v:

int soma_foreach(int []a) {
  int base = 1;
  int acc = 0;

  for (int v: a) {
    acc += v * base;
    base *= 10;
  }

  return acc;
}

Isso implicaria no uso de alguns bytecodes de modo distinto, se não me engano afetando apenas o passo 4:

  1. carregar o valor de a[i] na variável v, e então carregar o valor de v na pilha
    aload_0, iload_3, iaload, istore#4, iload#4

Isso implica em, para cada conjunto de instruções, mais um acesso de escrita e outro de leitura. Portanto, sem considerar possíveis otimizações do compilador, seria dois bytecodes pior por cada número no vetor de entrada.

A função soma_desc tem outra abordagem, indo da ponta final até o índice alcançar zero:

int soma_desc(int []a) {
  int acc = 0;

  for (int i = a.length - 1; i >= 0; i--) {
    acc = acc*10 + a[i];
  }

  return acc;
}

Por cima, em uma análise semelhante ao que foi feito na função anterior:

  1. incializar acc com a constante 0
    iconst_0, istore_1
  2. carregar o tamanho de a, subtrair 1 e armazenar em i
    aload_0, arraylength, iconst_1, isub, istore_2
  3. verificar se deve fazer o salto
    iload_2, iconst_0, if_icmplt:6
  4. resgatar acc, multiplicar por 10, somar com a[i], guardar em acc
    iload_1, ldc:#10, imult, aload_0, iload_2, aiload, iadd, istore_1
  5. incrementar i e verificar se continua no laço
    iinc:1:-1, iconst_0, if_icmpge:4
  6. carregar o valor de acc e retornar
    iload_1, ireturn

Novamente, se for feito para o vetor com 3 elementos:

iconst_0, istore_1
aload_0, arraylength, iconst_1, isub, istore_2
iload_2, iconst_0, if_icmplt:6
iload_1, ldc:#10, imult, aload_0, iload_2, aiload, iadd, istore_1
iinc:1:-1, iconst_0, if_icmpge:4
; terminou o primeiro laço

iload_1, ldc:#10, imult, aload_0, iload_2, aiload, iadd, istore_1
iinc:1:-1, iconst_0, if_icmpge:4
; terminou o segundo laço

iload_1, ldc:#10, imult, aload_0, iload_2, aiload, iadd, istore_1
iinc:1:-1, iconst_0, if_icmpge:4
; terminou o terceiro e último laço
iload_1, ireturn

+11 bytecodes por laço, 2 bytecodes de terminação e 10 bytecodes de início, para um total de 45 bytecodes executados. 5 acessos de escrita ao todo (sendo 1 por laço), 4 acessos de leitura por laço (sendo 1 de leitura da heap) mais 1 leitura na terminação mais 1 acesso de leitura de heap e 1 acesso de leitura de variável no início, totalizando então 7 acessos de leitura (3 de heap). Também contou com 2 desvios de fluxo.

É, esse algoritmo aparantou ser mais rápido...

Agora, como eu sei o tamanho máximo do vetor usado, eu posso fazer a soma adequada para tamanho, sem envolver iteração alguma:

int soma_desenrolada_1(int []a) {
  switch (a.length) {
  case 0: return 0;
  case 1: return a[0];
  case 2: return a[0] + a[1]*10;
  case 3: return a[0] + a[1]*10 + a[2]*100;
  case 4: return a[0] + a[1]*10 + a[2]*100 + a[3]*1_000;
  case 5: return a[0] + a[1]*10 + a[2]*100 + a[3]*1_000 + a[4]*10_000;
  case 6: return a[0] + a[1]*10 + a[2]*100 + a[3]*1_000 + a[4]*10_000 + a[5]*100_000;
  case 7: return a[0] + a[1]*10 + a[2]*100 + a[3]*1_000 + a[4]*10_000 + a[5]*100_000 + a[6]*1_000_000;
  case 8: return a[0] + a[1]*10 + a[2]*100 + a[3]*1_000 + a[4]*10_000 + a[5]*100_000 + a[6]*1_000_000 + a[7]*10_000_000;
  case 9: return a[0] + a[1]*10 + a[2]*100 + a[3]*1_000 + a[4]*10_000 + a[5]*100_000 + a[6]*1_000_000 + a[8]*100_000_000;
  case 10: return a[0] + a[1]*10 + a[2]*100 + a[3]*1_000 + a[4]*10_000 + a[5]*100_000 + a[6]*1_000_000 + a[8]*100_000_000 + a[9]*1_000_000_000;
  }
  return -1;
}

Eu não sei como o Java vai compilar o switch para bytecodes, mas tem como prever o comportamento após isso. A soma que ele vai realizar. Peguemos para o caso com tamanho do vetor sendo 3 para comparar:

; coloca a[0] no topo
aload_0, iconst_0, aiload
; coloca a[1] no topo, multiplica por 10 e soma
aload_0, iconst_1, aiload, ldc#10, imul, iadd
; coloca a[2] no topo, multiplica por 100 e soma
aload_0, iconst_2, aiload, ldc#100, imul, iadd
; resposta obtida, só retornar
ireturn

Simples assim. Executando 16 bytecodes (compare com os outros que, para cada incremento no tamanho do vetor subia mais de 10 bytecodes), 3 acessos de leitura ao heap, nenhuma escrita de variável. Interessante, não é?

Podemos tentar diminuir a quantidade de constantes sendo multiplicada botanto o 10 em evidência. Assim, só haverá multiplicações por 10, por mais nenhum outro valor. Isso vai exigir colocar alguns parênteses a mais:

int soma_desenrolada_2(int []a) {
  switch (a.length) {
  case 0: return 0;
  case 1: return a[0];
  case 2: return a[0] + a[1]*10;
  case 3: return a[0] + 10*(a[1] + 10*(a[2]));
  case 4: return a[0] + 10*(a[1] + 10*(a[2] + 10*(a[3])));
  case 5: return a[0] + 10*(a[1] + 10*(a[2] + 10*(a[3] + 10*(a[4]))));
  case 6: return a[0] + 10*(a[1] + 10*(a[2] + 10*(a[3] + 10*(a[4] + 10*(a[5])))));
  case 7: return a[0] + 10*(a[1] + 10*(a[2] + 10*(a[3] + 10*(a[4] + 10*(a[5] + 10*(a[6]))))));
  case 8: return a[0] + 10*(a[1] + 10*(a[2] + 10*(a[3] + 10*(a[4] + 10*(a[5] + 10*(a[6] + 10*(a[7])))))));
  case 9: return a[0] + 10*(a[1] + 10*(a[2] + 10*(a[3] + 10*(a[4] + 10*(a[5] + 10*(a[6] + 10*(a[7] + 10*(a[8]))))))));
  case 10: return a[0] + 10*(a[1] + 10*(a[2] + 10*(a[3] + 10*(a[4] + 10*(a[5] + 10*(a[6] + 10*(a[7] + 10*(a[8] + 10*(a[9])))))))));
  }
  return -1;
}

Como seria para entrada com vetor de tamanho 3?

; vou tentar obedecer a ordem dos parênteses, portanto, a primeira coisa é carregar a[0] na pilha
aload_0, iconst_0, aiload
; estado atual da pilha: a[0]
; a separação dos elementos da pilha vai ser por #
; agora, põe dez para multiplicar pelo resultado da soma...
ldc#10
; estado atual da pilha: a[0] # 10
; coloca a[1] na pilha
aload_0, iconst_1, aiload
; estado atual da pilha: a[0] # 10 # a[1]
; agora, põe dez para multiplicar pelo resultado da soma...
ldc#10
; estado atual da pilha: a[0] # 10 # a[1] # 10
; põe a[2] na pilha. depois desse passo, basta por os operadores
aload_0, iconst_2, aiload
; estado atual da pilha: a[0] # 10 # a[1] # 10 # a[2]
; primeira operação: multiplicação
imul
; estado atual da pilha: a[0] # 10 # a[1] # 10*a[2]
; soma...
iadd
; estado atual da pilha: a[0] # 10 # a[1] + 10*a[2]
; multiplica...
imul
; estado atual da pilha: a[0] # 10*a[1] + 100*a[2]
; soma
iadd
; estado atual da pilha: a[0] + 10*a[1] + 100*a[2]
; pronto, só falta retornar
ireturn

Para um total de 16 bytecodes, que nem no exemplo anterior. A diferença aqui é que diminuímos a quantidade de constantes no código, portanto poderemos ter alguma vantagem da utilização da localidade temporal dos campos de memória.

Comparando performance do código

Alguns meses atrás respondi uma pergunta em Java sobre performance de métodos de ordenação. Para tal, elaborei todo um esquema de teste. Expliquei mais da metodologia lá. Após executar os testes, você obtém média e desvio padrão dos tempos de execução.

Basicamente o problema aqui é adaptar a função de geração de números aleatórios na função calculaTempo. Vou postar a original para referência, para então adaptarmos ao mundo de até 10 inteiros distintos, inteiros esses valendo de [0,10), fechado no começo e aberto no final:

public static LongSupplier calculaTempo(Consumer<Array> metodoOrdenacao) {
    return () -> {
        Array a = Array.getRandomArray(SIZE_ARRAY);

        long init = System.currentTimeMillis();
        metodoOrdenacao.accept(a);
        return System.currentTimeMillis() - init;
    };
}

Para mudar para calculaSoma, vou montar o vetor na mão eu mesmo. Para tal, vou usar de um gerador de números aleatórios r que vou prover junto com meus argumentos (sim, como IntSupplier). A função Random.nextInt(n) provê valores inteiros no intervalo [0, n). Se eu usar n=10, voi là, tenho o intervalo exatamente como havia sido especulado. Vou chamar essa variável de fornece_0_10 para indicar que é um IntSupplier que retornará resultados no intervalo fechado no começo e aberto no final [0,10). Como não interessa calcular a soma do vetor no caso trivial em que seu tamanho é 0, mas sim no tamanho variando de [1,11), o tamanho do vetor será 1 + fornece_0_10.getAsInt():

public static LongSupplier calculaTempo(IntSupplier fornece_0_10, Consumer<int[]> calculaSoma) {
    return () -> {
        int sizeOfA = 1 + fornece_0_10.getAsInt();
        int []a = new int[sizeOfA];

        for (int i = 0; i < sizeOfA; i++) {
            a[i] = fornece_0_10.getAsInt();
        }

        long init = System.currentTimeMillis();
        calculaSoma.accept(a);
        return System.currentTimeMillis() - init;
    };
}

Para chamar essa função, basta iniciar um gerador de números aleatórios r e assar a função lambda () -> r.nextInt(10) (considerando todas essas funções como estáticas da classe Soma):

Random r = new Random();
IntSupplier fornece_0_10 = () -> r.nextInt(10);

Estatisticas estatisticaSomaAsc = repeatGetEstatisticas(N_REPETITION, calculaTempo(fornece_0_10, Soma::soma_asc));
Estatisticas.printEstatisticas(estatisticaSomaAsc, "SOMA ASCENDENTE");

Estatisticas estatisticaSomaForeach = repeatGetEstatisticas(N_REPETITION, calculaTempo(fornece_0_10, Soma::soma_foreach));
Estatisticas.printEstatisticas(estatisticaSomaForeach , "SOMA FOREACH");

Estatisticas estatisticaSomaDesc = repeatGetEstatisticas(N_REPETITION, calculaTempo(fornece_0_10, Soma::soma_desc));
Estatisticas.printEstatisticas(estatisticaSomaDesc , "SOMA DESC");

Estatisticas estatisticaSomaDesenrolada1 = repeatGetEstatisticas(N_REPETITION, calculaTempo(fornece_0_10, Soma::soma_desenrolada_1));
Estatisticas.printEstatisticas(estatisticaSomaDesenrolada1 , "SOMA DESENROLADA V1");

Estatisticas estatisticaSomaDesenrolada2 = repeatGetEstatisticas(N_REPETITION, calculaTempo(fornece_0_10, Soma::soma_desenrolada_2));
Estatisticas.printEstatisticas(estatisticaSomaDesenrolada2 , "SOMA DESENROLADA V2");

Agora só falta coletar os resultados. Quando maior o número de repetições definido em N_REPETITION, mais confiável serão os resultados. Como Random fornece números aleatórios em distribuição uniforme, os valores obtidos se equilibram quando o número de repetições tende ao infinito.

Falta colocar o resultado dos testes para ver qual o mais eficiente

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