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Eu tenho um arquivo mytest.sh que será distribuído entre outros usuários (todos com mac). Queria saber o que tem que ser feito para que eles possam rodar o script desse arquivo, de qualquer lugar ( de maneira global ) sem ter que usar ./ e suando somente uma alias, runtest ?

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Tem duas alternativas.

Primeira: Adicionar o diretório que está localizado seu script na variável PATH para facilitar a execução

PATH=$PATH:~/opt/bin:~/dev/bin:/seu/diretorio/

Sendo assim você precisará apenas digitar o nome do seu script de qualquer diretório que estiver.

Segunda: Criar um álias, como vc mesmo sugeriu.

alias NomeDoAlias='/seu/diretorio/script.sh'

Desse modo será necessário digitar na linha de comando apenas o Nome do seu Álias.

Os dois comandos podem ser adicionados no arquivo /etc/profile , pois todo usuário que logar ja irá carregar tais configurações.

  • a primeira é uma boa opção. – zwitterion 20/11/17 às 21:02
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    Eu acho que na primeira opção você não deveria por o script.sh no final da variável $PATH – Jefferson Quesado 20/11/17 às 22:12
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    Realmente @JeffersonQuesado, obrigado pela análise. A variável PATH deve conter o diretório em que o script está localizado, sendo assim, todos os scripts daquele diretório estarão automaticamente na PATH. A resposta foi atualizada. – Diego 21/11/17 às 12:21
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    @JJoao foi somente pra dar melhor entendimento como é acrescentado diretórios a variável PATH. – Diego 29/11/17 às 13:28
  • @Diego, ok, estou a ver a ideia. Não é relevante mas na tradição unixeira, /dev/ costuma ser para devices e não costuma haver lá bin, e as /opt/... não costumam estar nas áreas dos utilizadores. – JJoao 29/11/17 às 20:54
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Vejo aqui duas questões ortogonais:

  • para ter uso fácil de uma script, recomendaria instalar a script numa pasta do PATH (exemplo sudo cp script /usr/local/bin para uso geral; ou cp script ~/bin para uso pessoal)

  • para evitar o ./..., podemos juntar a pasta actual ao PATH

export PATH=$PATH:.

(eventualmente juntar esta linha ao ficheiro ~/.bashrc para que seja activada cada vez que entramos)

A segunda opção é ótima para máquina pessoais mas deve ser evitada se trabalharmos numa máquina hostil (exemplo se formos administrador de sistema com utilizadores que gostem de tentar armadilhar comandos...)

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