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Partindo do pressuposto que é sabido que o Oracle possui o recursos da tabela sequence.

Gostaria de entender o porquê de apenas recentemente terem implementado o autoincrement no Oracle, já que era um recursos existente nos concorrentes (SQL Server, MySQL). O que motivava a escolha de não implementar um recursos de autoincrement? Ao certo isso deve ter sido debatido algumas vezes dentro da equipe, então deve ter um motivo lógico.

Sei que existem maneiras de manualmente implementar autoincrement, mas gostaria de entender o que os levou a abrir mão do recurso nativamente.

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    Já é possível no Oracle Database 12c Release 1. – Ismael 1/11/17 às 12:28
  • poxa, se conseguir me passar a fonte, ou algum material para ler sobre? – Luiz Santos 1/11/17 às 12:36
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    Já tempos tenho essa dúvida e nunca soube exatamente o porquê. Graças que hoje podemos contar com o idendity. – Ismael 1/11/17 às 12:41
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    Creio que só o senhor. Lawrence Joseph Ellison poderia responder isto, este tipo de chave em geral é uma ultima solução de modelagem quando não se acha uma chave natural , pode vir daí a antiga "implicância" da Oracle em relação à isto. – Motta 1/11/17 às 17:12
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A partir da versão 12c já é possível utilizar esse recurso. De uma olhada nesse link.

Agora, a razão exata pela não implementação antes, só seria possível de obter através de alguma nota da própria Oracle, porém uma "justificativa" interessante abordada por Gary Myers em uma pergunta semelhante é:

Pode ser apenas terminologia. "AUTOINCREMENT" implica que um registro 103 vai ser criado entre os registros 102 e 104. Em um ambiente de clusters, isso não é necessariamente o caso das sequences. Um nó pode inserir 100, 101, 102 enquanto outro nó está inserindo 110, 111, 112, de modo que os registros estão "fora de ordem". (É claro que o termo sequence tem a mesma implicação.)

Se você escolher não seguir o modelo de sequence, então você introduz problemas de bloqueio e serialização. Você força uma inserção aguardar o commit/rollback de outra inserção antes de determinar qual é o próximo valor, ou você aceita isso, se a transação falhar, você terá um espaço entre as chaves.

Depois, há a questão sobre o que você faz se alguém quiser inserir uma linha na tabela com um valor específico para esse campo (ou seja, é permitido ou funciona como um DEFAULT) ou se alguém tentar atualizá-lo. Se alguém inserir 101, o autoincrement "pula" para 102 ou você arrisca a tentativa de valores duplicados.

Pode ter implicações para os seus utilitários IMP e escritas de caminho direto e compatibilidade retroativa.

Não estou dizendo que não poderia ser feito. Mas eu suspeito que no fim alguem olhou pra isso e decidiu que eles poderiam gastar tempo desenvolvendo algo melhor em outro lugar.

Em resumo, uma sequence pode fazer o que um autoincrement faz e algo a mais, além de dar mais liberdade ao administrador do banco para manipular esses valores.

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