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Me deparei com este cenário durante a modificação de um relatório no sistema:

Uma das querys esta retornando para esta tal de tabela DUAL:

select * from dual

Porém no sistema não existe uma tabela DUAL, e a resposta que me deram foi que era uma tabela nativa do Oracle.

A partir disso surgiu as dúvidas:

  • O que é e qual a utilidade da tabela DUAL?

  • Se o objetivo é retornar um valor impossível, por que não retornar um valor que irá retornar null de uma tabela já existente?

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    Estou lendo, a utilidade ainda não entendi docs.oracle.com/cd/B19306_01/server.102/b14200/queries009.htm, só entendi que é criada automaticamente e é acessivel a todos usuários, espero que o link ajude alguem a chegar proximo da resposta ;) – Guilherme Nascimento 27/10/17 às 17:12
  • ela é uma tabela "imaginaria" para você utilizar funções, por exemplo você quer utilizar um sysdate(), você não pdoe simplesmente executa-lo tem que chamar no escopro de um select – Luiz Santos 27/10/17 às 17:18
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É uma espécie de tabela falsa com um único registro, usado para selecionar quando você não está realmente interessado nos dados, mas quer receber os resultado de alguma função ou variável.

Em palavras mais simples ela é uma tabela "imaginária" para você utilizar funções, por exemplo, você quer utilizar um sysdate, você não pode simplesmente executa-lo, você deve chamar no escopo de um select.

Exemplo:

select sysdate from dual;

Fonte

EDIT

Oracle difere do SQL Server em que você pode simplesmente selecionar sem ter uma cláusula FROM. Isso se deve principalmente pois a tabela dual permite que você possa criar um JOIN, ao contrario da maneira que o SQL Server trabalha. No Oracle é possível fazê-la duplicar as linhas, caso necessário. Além de que conceitualmente toda seleção deve possuir uma origem. A tabela dual é de origem genérica de um só registro, com a intenção de criar esta interação necessária entre os elementos.

Fonte

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Apenas complementando a resposta do Luiz Santos, dando exemplos comparativos com outros SGBDs:

No SQL Server ou MySQL, quando se deseja selecionar um valor que não está contido em uma tabela específica (como por exemplo uma variável declarada em um escopo de query, ou função nativa), podemos simplesmente usar o comando SELECT, sem especificar de onde selecionamos esses valores:

SELECT 'EXEMPLO'

Já nos bancos de dados Oracle, não conseguimos realizar o comando acima, tendo em vista a forma com que o Oracle trabalha as suas cláusulas de SELECT, obrigando-nos a explicitar de onde buscamos esses dados, por meio da cláusula FROM. Para o mesmo exemplo dado acima em um banco Oracle, a ação seria representada pela seguinte cláusula:

SELECT 'EXEMPLO' FROM DUAL

Na minha opinião é um conceito um tanto equisito (com cara de gambiarra) essa tabela "imaginária", usada para operações relativamente simples (uma seleção), que deixam o código até confuso para quem o lê ou vem de outro contexto que se aplica o SQL.

Nesse link há uma breve história da tabela, contada pelo seu criador, Chuck Weiss, caso te interesse, em inglês.

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    Além disso a dual permite que você possa criar um join, ao contrario da maneira que o sql serve trabalh. No oracle é possivel faze-la duplicas as linhas, caso necessário. – Luiz Santos 27/10/17 às 18:19
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    @LuizSantos Não acho. Por exemplo: se tenho uma query em que declaro uma variável dentro de seu escopo, e, desejo selecionar essa variável, por que tenho que falar que essa variável pertence à uma tabela (dual no caso)? – Good Bye Blue sky 27/10/17 às 18:24
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    Não faz sentido colocar algo que não pertence à outro dentro dele. Pode-se levar em consideração até algebra relacional nesse caso (projete x mas x não está em dual, por que falar que está lá?) – Good Bye Blue sky 27/10/17 às 18:25
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    Não é que ela pertença, mas é para você explicitar que quer apenasum registro deste, caso queira dois, poderá fazer join de dual. Não existem apenas casos em que você quer retornar apenas um registro igual o sql server permite, ainda mais no oracle um banco muito utilizado como "bando de regras" – Luiz Santos 27/10/17 às 18:25
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    Concordo que possam existir mais aplicações para a tabela, mas ainda assim na minha opinião, é um conceito bizarro do Oracle. – Good Bye Blue sky 27/10/17 às 18:30

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