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Sei que são usados pra trabalhar em conjunto com delegates, mas as fontes que encontrei se mostraram um pouco confusas na minha opinião.

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Método anônimo é um método sem nome, é um método que não tem um símbolo associado a ele em tempo de compilação.

Você tem apenas uma referência para o código e esta referência pode ser atribuída para uma variável de qualquer tipo, passado como argumento para outro método ou retornado de um método.

O delegado é apenas uma sintaxe para definir um método anônimo. Mas o delegado pode ter um nome associado também. O delegado em uso direto é praticamente obsoleto em aplicações normais.

delegate(string i) { WriteLine(i); };

Hoje usa-se a sintaxe da lambda que sempre é anônima.

(i) => WriteLine(i);

Por exemplo pode fazer:

public Action<string> Metodo() {
    Action<string> func = (i) => WriteLine(i);
    func("teste"); //imprime teste
    return func;
}

Desta forma o método não tem nome, mas a variável que o suporta tem. Obviamente que no momento que retorna o método anônimo ele provavelmente será atribuído para outra variável, então o nome é provisória, está ligado ao seu suporte e não ao método.

Mais detalhes em Qual a diferença entre uma expressão lambda, um closure e um delegate?.

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É uma forma de criar um delegate, assim como expressões lambda.

O C# ao longo de sua evolução foi introduzindo novas formas de criar delegates, o que praticamente torna as versões anteriores pouco utilizadas, quase inutilizadas eu diria... é o caso aqui.

Um método anônimo é chamado assim, pois não é referenciável via um nome estático (quero dizer, um nome em tempo de compilação, estaticamente analisável =D ).

No site da Microsoft tem exemplos sobre essa evolução.

C# 1:

// Sintaxe original de delegate requer a
// inicialização com um método nomeado.
TestDelegate testDelA = new TestDelegate(M);

O M acima é um método nomeado:

static void M(string s)
{
    Console.WriteLine(s);
}

// Chamando o delegate.
testDelA("Delegate criado com argumento, usando um Method Group.");

C# 2:

// C# 2.0: Um delegate pode ser inicializado com
// código inline, chamado da "método anônimo."
// Nesse formato, o tipo dos argumentos é explícito.
// Note que o método não possui um nome.
TestDelegate testDelB = delegate(string s) { Console.WriteLine(s); };

C# 3:

// C# 3.0. O delegate pode ser inicializado a partir
// de uma expressão lambda. Neste caso, já se evoluiu para haver
// inferência de tipos. O tipo de `x` é inferido a partir do
// tipo de delegate TestDelegate.
TestDelegate testDelC = (x) => { Console.WriteLine(x); };

O tipo TestDelegate:

delegate void TestDelegate(string s);

testDelB("That's nothing. I'm anonymous and ");
testDelC("I'm a famous author.");
testDelD("I'm a famous author.");

C# 7:

E agora o C# 7, possui funções locais, o que avança mais um pouco nas formas de se definir um delegate, que não esta nesse documento da Microsoft (está desatualizado pelo visto).

static void Main(string[] args)
{
    testDelD(Exemplo usando função local.");

    void testDelD(string x) { Console.WriteLine(x); }
}

O interessante é que funções locais trazem de volta os nomes... deixados de lado para métodos anônimos e expressões lambda.

  • Função local nada tem a ver com delegate ou métodos anônimos, ou qualquer coisa do tipo. É o equivalente a um método normal só que privado ao método onde foi declarado, com algumas limitações óbvias. Já respondi sobre isto em pt.stackoverflow.com/q/181290/101 – Maniero 4/10/17 às 1:44
  • No próprio site está dito que funções anônimas são o conjunto de métodos anônimos + expressões lambda. Eu usei o link como referência para mostrar a evolução da linguagem e justificar o que disse sobre estar ultrapassado, só isso. =D – Miguel Angelo 4/10/17 às 1:53
  • Tem referência disto? Porque está claramente errado, não tem nada de expressão lambda ou método anônimo em função local, são mecanismos muito diferentes (na superfície ou internamente), com compromissos diferentes, com objetivos diferentes, a única coisa em comum é que eles tem parâmetros, código no corpo e possível retorno. – Maniero 4/10/17 às 2:01
  • Acho que você se referia a funções locais... mas mesmo assim, não são apenas funções no escopo local. Elas podem capturar variáveis do escopo externo (ao dela própria), e podem ser posteriormente armazenadas em um delegate. – Miguel Angelo 4/10/17 às 2:02
  • Não podem, elas acessam variáveis de escopo externo até porque elas estão no mesmo escopo, para todos os efeitos é como se ela fosse um whileou um if ou só { ... }, mas sem captura e se forem usadas em uma closure é outra coisa totalmente distinta não associado ao fato de ser uma função local. – Maniero 4/10/17 às 2:08

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