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Estamos migrando nosso controle de versão do Subversion para Git.

Estou encontrando o seguinte problema, temos um projeto grande com vários desenvolvedores, nosso fluxo utiliza as branches: Master, Develop e Feature.

Quando temos que fazer uma nova customização é criada uma nova branch Feature baseada na Develop e é desenvolvida a customização, porém quando um outro desenvolvedor tem que fazer outra customização ele segue o mesmo passo, criada uma outra branch Feature baseada na Develop.

Quando o desenvolvedor termina a customização é feito um merge entre as branches Feature e a Develop e é liberada para usuário fazer validação.

O problema é que como as duas features estão na branch Develop quando for migrar para a Master gostaria de levar apenas uma feature e não a Develop inteira.

Gostaria de saber se o nosso fluxo está errado, se é assim que vocês trabalham com o Git.

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O melhor tutorial de git WorkFlow que eu já li: Comparing Workflows

inserir a descrição da imagem aqui

Na minha opinião está faltando duas Branch importantes no projeto de vocês: Release e a HotFix

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Começa sempre novos branches de master. Até um ramo dev, feature ou patch estar no master muito pode acontecer. Os commits podem mudar, pode haver commits do ramos dev que afinal já não vão ser usados, alguém pode fazer uma force push e estragar a história dos commits ficando duplicados com hashes diferentes, etc.

O que está no master é garantido (e comum a todos os ramos/branches), o que vier de novo deve receber um rebase (para os commits ficarem re-ordenados) e depois entrar para o master.

É bom separar conceitos e pensar/decidir o que cada ramo faz. Ter um ramo dev durante meses onde tudo vai parar e só depois fazer merge no master costuma gerar problemas. Ciclos de iteração curtos é o melhor. Isso quer dizer que nem sempre o ramos dev está ativo.

Um modelo testado e que uso é:

  • patch branch: 1 a 5 commits, alguma correção urgente
  • feature branch: 1 a 50 commits (mais que isso deve talvez deva partido em partes)
  • dev branch: 1 a 30 commits, para ir gerindo problemas não urgentes e backlog, sempre tentando não pressionar mais coisas que o necessário

Todos os 3 ramos fazem merge diretamente no master quando estiverem prontos, e nesse momento os outros ramos que estejam ativos fazem um rebase ao master para importar os commits que entraram para o master.

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Na minha experiência, a primeira coisa que você precisa definir antes de escolher um Workflow para o git é qual o seu ciclo de releases.

O melhor modelo pro seu caso depende de uma variável principal:

O código que está em produção é continuamente alterado com novas features assim que ficam prontas (rolling release), ou existe uma prática de incorporar todas as novas features e bugfixes em um pacote fechado e liberar esse para produção (fixed release)?


Note que em ambos os casos é crucial que os novos branches sejam criados a partir do branch onde vão ser incorporados ao final do processo. Sem intermediários.


Rolling releases

Esse modelo fácilita usar um fluxo menos estruturado como o Github Flow.

Tendo 2 branches principais master e develop, todas as features são baseadas em master. Quanto estão prontas elas são incorporadas em develop para homologação, e após a liberação a feature é incorporada em master e liberada para produção.

Nesse modelo develop nunca é incorporado em master e frequentemente você deleta develop e recria a partir de master quando esse branch fica "sujo" com alterações que nunca foram aprovadas e não serão incorporadas. Muitas empresas preferem chamar o develop de staging nesse caso, pra evitar confusão.

Fixed releases

Nesse caso um processo mais estruturado vale a pena, como o Git Flow, ilustrado na resposta do Diogo.

Nesse processo, os branches principais master e develop servem a propósitos diferentes do fluxo anterior. master é o que você está rodando agora, e develop é o seu próximo release completo, ou seja, você sabe que aquele código é estável e está só esperando finalizar o ciclo para incorporar todo o develop em master. Nesse caso então faz sentido que novos branches sejam criados a partir de develop para que os desenvolvedores trabalhem no código estável mais atual.

Nesse processo você frequentemente tem outros branches para teste, por exemplo um staging onde acontece o teste antes da feature ir para develop e o importante é que, no princípio de cada ciclo, develop e master sejam rigorosamente iguais.

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