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Essa pergunta pode soar elementar mas me gerou um bom debate com um colega de trabalho.

Eu sempre que posso faço alocações no Stack porque pra mim o crescimento do Stack é constante em tempo. E já a performance de alocação em Heap depende da complexidade do mesmo no momento tanto para alocação quando para desalocação.

Ao meu ver essa é uma questão que depende muito do compilador que está sendo utilizado. Mas tendo em base GCC, qual é o caso? Teria a alocação em Heap uma performance baixa comparada com a alocação em Stack? Não tem diferença? Ou a diferença é tao minima que não compensa trabalhar com essa micro otimização?

marcada como duplicata por Maniero 9/08/17 às 11:36

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Eficiência

A alocação em Stack é sempre bastante mais rápida que a alocação em Heap, pois regra geral corresponde apenas a avançar o esp, que é o ponteiro da stack frame corrente na quantidade de bytes desejada, reservando os mesmos para a alocação que se está a fazer. Algo como:

sub esp, 4 

Que iria reservar 4 bytes para o novo elemento no Stack

A alocação no Heap terá que passar pelo gestor de memória, que só por si já será bem mais lento, mas ainda pode incorrer noutros tipos de situações que penalizam ainda mais a eficiência, tais como fragmentação de memória. Em linguagens sem Garbage Collection, como o C/C++, o que é alocado no Heap tem de ser depois manualmente desalocado chamando free ou delete.

Vida do objeto

Existem ainda outras questões tais como a duração de vida do objeto. Não convêm esquecer que se o objeto deve persistir após o método/função terminar terá que ser alocado em Heap. Todo o espaço reservado em Stack para uma função executar é libertado após a mesma retornar.

Optimizações

As optimizações são muito dependentes do código em questão. Para além disso o próprio compilador já faz bastantes, podendo até nem declarar determinadas variáveis se achar que não são necessárias. Muitas vezes optimizações prematuras levam a resolver problemas que no código fatorizado final nem existem. Será mais aconselhado optimizar quando vir que é um troço de código critico para a sua aplicação e que consegue ganhar eficiência considerável no mesmo.

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