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Desde a popularização da orientação a objetos nos anos 90 eu ouço falar que a composição deve ser preferida antes de se criar hierarquia de tipos. Mas talvez o conceito mais importante da orientação a objetos é a herança.

Diz-se que só pode usar herança quando o tipo é um tipo que ele herda, que possa haver uma substituição direta de um pelo outro (princípio da substituição de Liskov). E a composição deve ser usada quando o um tipo tem um outro tipo.

Por que isto é necessário ou mais vantajoso? Dá a impressão que é uma falha da orientação a objeto.

É possível então usar só a composição sem grandes desvantagens?

Existe alguma forma de perceber claramente quando a herança é melhor?

marcada como duplicata por Maniero, bfavaretto 19/06/14 às 14:25

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  • Me desculpem pela falha, já havia algo que responde a essência do eu queria. – Maniero 19/06/14 às 14:25