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Hoje só se fala em Internet of Things. Entendo que isso é o uso da internet em dispositivos diversos. A ideia é que qualquer objeto pode se conectar à internet e se beneficiar disto. Obviamente que todo objeto IoT tem uma capacidade computacional.

Está só relacionada à internet? Não é IoT se não está conectado a internet? Se não é como se chama um objeto computacional sem internet?

Para o desenvolvedor o que importa o IoT? Muda alguma coisa no desenvolvimento?

Se souber especificamente, C#, .NET está preparado para isto?

  • Para quem não sabe, o Claudenir é o cara em IoT no Brasil :) – Maniero 12/06/18 às 17:40
  • Ótima pergunta com uma boa resposta. Vou dar aqui só uma dica de dar uma olhada em Sistemas Embarcados. Sendo bem simplista IoT é um sistema embarcado que é capaz de se conectar à internet. – jean 12/06/18 às 18:37
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A pergunta é ótima. Não há como falar de IoT sem falar de internet, um projeto de IoT sem internet não é IoT, torna-se na verdade um processo automatizado. Esta é a principal diferença de IoT e automação.

IoT é uma sigla nova, mas um ação antiga. desde 1990 já se fazia IoT na indústria e monitoramento de veículos por exemplo, onde o veículo passa a ser “Things” que está sendo monitorada. Por isso eu tenho uma definição minha para IoT:

Qualquer coisa, objeto, material, que com um dispositivo inteligente você consiga, comandá-lo remotamente (ligar, desligar, executar funções), ou que seja possível executar um destes verbos: Comandar, Telemetrar, Gerenciar, Medir

O que isso muda no contexto do desenvolvimento?

Depende de qual contexto você deseja atuar em sua arquitetura de hardware que você irá usar. Se sou programador em C# e vou usar uma placa de monitoramento onde o desenvolvimento é em C, o contexto do desenvolvimento pode mudar radicalmente, tenho que aprender uma linguagem nova, um mind-set novo de programação, não tenho framework para gerenciar, é unmanage code. Se uso placas que suportam C# e seu framework é 50% do caminho traçado, os outros 50% são as novas classes/objetos para acesso a toda parte digital (True/False) e analógica (receber dados e informações).

No contexto de conhecimento geral e lógica, te afirmo que conhecimentos em eletrônica agregam e muito no processo. Não tenha dúvida. no contexto de usar C# para IOT, tenho uma palestra gravada que mostra o “HelloWord” com .NET MicroframeWork com Netduino (Arduino rodando .NET).

Agora sendo mais abusado se vou usar uma LattePanda não muda quase nada, pois é uma miniboard computacional 100% compatível e posso até usar Delph7 o VB6 em meu projeto e IoT. Seria abusado, mas é um fato.

Pra finalizar. Tudo isso e Placa de Prototipação. Fazer produto REAL e escalável com estas placas, não é o caminho. o Caminho é ao final de sua prototipação, bater sua placa ou usar produtos de mercado que permitam o mesmo desenvolvimento realizado em sua prototipação. Um exemplo de Modem com Placa analógica e digital criado pra IoT e que você programa em Java por exemplo é este produto profissional.

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ioT

Da mesma maneira que dividimos a evolução da indústria em grandes revoluções, também podemos segmentar a evolução da tecnologia. As revoluções industriais foram marcadas pelas grandes mudanças no sistema de trabalho. Já as revoluções tecnológicas marcaram as mudanças na forma como interagimos e nos relacionamos com as máquinas e outros seres humanos.

A primeira revolução tecnológica aconteceu na criação de uma rede de computadores, hoje conhecida como internet (). Essa rede que surge para ser um meio de comunicação seguro durante o período da guerra fria, ganha força, espaço e provoca uma mudança radical no mundo.

Com a evolução e expansão da internet, as pessoas descobriram novas maneiras de interagir com o mundo. Através desse canal passamos a ver de outras maneiras as formas de comunicação e consumo. Optando, cada vez mais, pelo contato remoto, principalmente quando se trata de transações financeiras e compras.

Naturalmente, esse processo também evoluiu, e estamos chamando o próximo passo de IoT (Internet of Things. Em português: Internet das Coisas). Ou seja, é a próxima revolução tecnológica e tem como objetivo conectar pessoas e dispositivos variados através do uso da internet, de sensores e equipamentos.

A ideia é que cada objeto que utilizamos permita que seja realizada uma coleta de dados sobre o seu consumo, a fim de proporcionar uma experiência melhor por meio da análise desses dados. Para que esses objetos e dados se conversem, é necessária a criação de novos sensores, desenvolvimento da nanotecnologia e da inteligência artificial.

Internet das Coisas e nossas vidas A intenção da Internet das Coisas (IoT) não é impactar radicalmente no cotidiano das pessoas. Eu diria que é exatamente o contrário! O objetivo é que a tecnologia seja incorporada ao nosso dia a dia de maneira natural. Fazendo, sim, pequenas mudanças, mas sem que notemos imediatamente essas alterações.

A tecnologia se tornará simples e interativa, até que a utilizemos de forma intuitiva. Ao ponto de não precisarmos ler um manual para utilizar um celular ou uma geladeira que realiza compras pela internet.

Mas, nesse sentido, é fundamental que as aplicações e funcionalidades desses dispositivos inteligentes possuam uma interface simples, de fácil navegação e possibilitem uma experiência, de fato, intuitiva e agradável aos usuários

O que são essas “coisas”?

inserir a descrição da imagem aqui

Bom, você deve ter entendido que esse tipo de tecnologia tem a ver com “coisas” que fazem parte da nossa rotina. Mas o quão profundamente podemos imaginar essas coisas? Exatamente assim, todas as coisas! Desde que possuam conectividade, os hardwares podem ser empregados em qualquer objeto para que comecem a coletar, analisar e transmitir dados.

Quer um exemplo mais prático? No segmento de cidades urbanas, por exemplo, já é possível encontrar tecnologias como rastreadores e sistemas que gerenciam o tráfego de uma cidade.

Outro exemplo? Dê um Google e leia sobre a linha de dispositivos SMART (Self-Monitoring, Analysis, and Reporting Technology, em português tecnologia de auto-monitoramento, análise e relatório), eles se comunicam pela rede e facilitam as ‘tarefas do lar’. Por exemplo, a temperatura da colcha varia de acordo com a sua respiração e frequência cardíaca. Além disso, há a possibilidade de adequar a iluminação do ambiente e umidade do ar, tudo através do mesmo aplicativo.

Mas como posso fazer parte da IoT?

IoT é um segmento multidisciplinar, que precisa do somatório de várias áreas da TI para se tornar aplicável. E possui, ainda, um potencial enorme de crescimento.

Então, se você não simpatiza com Java, banco de dados ou front-end, não se preocupe! Existem outras possibilidades. Python, por exemplo, é uma linguagem amplamente utilizada nas soluções de análise de dados (data analytics) e machine learning. Machine Learning? Isso, aprendizado de máquina! É um método que automatiza modelos de análise de dados e vem se desenvolvendo juntamente com a inteligência artificial. Em outras palavras, permite tratar um grande volume de dados, enquanto seu programa evolui com o tempo de forma autônoma.

Lembra do J.A.R.V.I.S, o sistema que tanto auxilia o Homem de Ferro? Pois bem, apresento-lhe então o “Just Rather Very Intelligent System” (em português, só um sistema muito inteligente). Caso queira saber mais, procure pelo Watson no Google, o ilustre funcionário robô da IBM.

Mas relaxa, você não precisa ser um expert da inteligência artificial para trabalhar com dados. A área de cloud computing tem crescido de forma exponencial nos últimos anos. Afinal, é quase impossível alguém ter seu próprio espaço para armazenar todos os dados coletados de todos os sensores e dispositivos espalhados pelo ambiente que será observado.

Bom, chega né? Como você deve ter notado, existe uma longa caminhada no desenvolvimento de softwares de IoT e uma infinidade de caminhos que você pode escolher para fazer parte disso. O foco é conectar pessoas e máquinas, #fikdik de mercado. Te adianta e vai atrás dos teus objetivos!

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