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Seria para armazenar e reescrever apenas 1 dígito INT, apagando um e escrevendo outro, na condição de que quando chegar a 5, voltar pro 1, e ir fazendo esse loop toda vez que alguém acessar.

Sempre que alguém acessar a página, o valor seria acrescido de +1 e gravado, exceto que já tivesse em 5, aí voltaria pro 1.

Enfim. PHP + MySQL, ou PHP + .txt, qual é mais rápido para essa finalidade?

Considerando que se fazendo centenas de requests simultâneos não bugue o sistema, qual é melhor?

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Um arquivo texto flat será sempre mais rápido, ele não tem que fazer quase nada. Um banco de dados executa um conjunto monumental de coisas para garantir a integridade dos dados e fazer isso de uma forma fácil e padronizada.

Isso não quer dizer que seja a melhor opção. Se for acessar o arquivo concorrentemente tem que saber o que está fazendo, caso contrário vai ter problemas, mesmo em um padrão simples como o relatado.

O que não cria bugs no sistema é dominar todo o processo de desenvolvimento de software, implantação e manutenção da infraestrutura. Isso não é só saber se é melhor usar MySQL ou .txt. Mas se não sabe o que é melhor, vá no mais seguro que é o banco de dados. Pelo menos ele exige menos cuidado.

Uma alternativa intermediária seria o uso do SQLite que possui as características do banco de dados com algumas facilidades do acesso ao arquivo, incluindo melhor performance.

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Segundo o que descreveu, haverá centenas de conexões simultâneas. Cada conexão incrementa um valor e quando chegar a 5, volta ao valor 1.

Com arquivo txt isso pode ser um problema pois terá que criar condições para impedir inconsistências.

Uma lógica é travar a edição ou acesso ao arquivo caso já esteja aberto por algum usuário:

$f = fopen('fit.txt', 'a');
if(flock($f, LOCK_EX | LOCK_NB)) {
    $n = fread($fp, 4);
    ($n == 5)? $n = 1: $n++;
    fwrite($f, $n);
    flock($f, LOCK_UN);
}
fclose($f);

Usando um banco de dados essa operação é mais segura, no entanto, é óbvio que terá um custo muito maior de processos.

Antes de pensar em performance, pense em consistência. Se a rotina é segura e tem certeza de que não haverá falha, você vai para o "próximo estágio" que é a otimização.

Nesse exemplo acima com flock(), o processo é "super rápido" mas ainda assim pode acontecer alguma falha. Algo inexperado onde demore muito para liberar para o próximo usuário.

Imagine então um cenário onde 200 usuários acessaram no mesmo exato tempo.

O primeiro será o "sortudo". Vai ler e escrever o número e liberar para o segundo, terceiro, quarto. Mas o que estiver por último na fila conseguirá ler e escrever o valor corretamente ou retornará algum erro por longo tempo de espera?

Considere que se o sistema tem centenas de acessos simultâneos, digamos que num único segundo receba 150 conexões e depois de 2 segundos mais 200 e depois de 2 segundos mais 100. Só aí você já tem, num espaço de 5 segundos, 350 neguinho na fila de espera para ler e escrever nesse txt. O sistema pode interromper a execução por volta do número 200 devido a longa espera.

Pode ser o caso de repensar a lógica do negócio.

Caso não tenha essa grande quantidade de conexões simultâneas, aí sim, o simples flock(), como no exemplo, pode resolver e ser ainda uma opção mais viável que um banco de dados, em termos de performance.

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